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Pedro Victor Martins
2 críticas
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2,0
Enviada em 6 de janeiro de 2021
Muito ruim. Sem graça, não empolga. Gira em torno de uma personagem mais sem graça que a série. Pensei que seria uma série de época autêntica. A série podia toda ser resumida em 1 capítulo sem perder nada.
Mais uma obra de Shonda Rhimes, uma versão de Grey's Anatomy em 1813. O casal principal da série passa mais tempo brigando do que se amando, em geral, por motivos idiotas. Os demais personagens da série, as demais tramas e situações, são novidade, porém, tudo o que gira em torno do casal principal é basicamente a história de Derek e Meredith. Para completar só falta matar Simon.
Pra quem curte romance e séries de época, essa série é maravilhosa. Aborda diversos temas importantes e mostra uma sociedade que vivia apenas de aparências. O casal tem uma química surreal, e é apaixonante ver as cenas dos dois juntos. Todos os personagens mt bem construídos e ótimas atuações.
Absolutamente nada do que iremos assistir na primeira temporada de "Bridgerton" será novidade - exceto pelo retrato mais ousado que a série faz sobre temas como sexo e homossexualidade; além da representatividade dos negros na aristocracia daquela época. Ou seja, não é preciso ler "Bridgerton: O Duque e Eu", livro escrito por Julia Quinn, na qual esta temporada é baseada, pra se ter uma ideia do que vai acontecer ao longo dos oito episódios que compõem "Bridgerton", neste primeiro momento, uma vez que a trama é totalmente previsível e seus passos são facilmente telegrafados pelo espectador.
Vejamos:
A série se passa numa conjuntura que é bem conhecida daqueles que são mais familiarizados com os filmes de época, principalmente, as grandes histórias de amor protagonizadas por heroínas românticas. Nessa época, as mulheres estavam relegadas - e pressionadas em direção - a um único momento: aquele em que seriam apresentadas à sociedade, de forma a arrumar (ou não) um bom casamento, que lhes garantissem um bom futuro e trouxessem prestígio às suas famílias.
A trama é uma colagem de vários elementos já conhecidos: desde os livros de Jane Austen, passando até mesmo por obras mais modernas, como a série de TV "Gossip Girl", como iremos mostrar nos próximos tópicos.
Note o casal central: o Duque de Hastings (Regé-Jean Page) é uma tentativa de emular Mr. Darcy, na medida em que ambos possuem uma personalidade mais introvertida e estão longe de serem carismáticos. Já Daphne Bridgerton, certamente, foi inspirada em Elizabeth Bennet, uma vez que ambas nutriam o sonho de se casarem somente por amor - o que era uma possibilidade rara dentro da conjuntura que elas vivenciavam. Os dois, aliás, acabam não funcionando muito bem juntos... E, chega um momento em "Bridgerton", em que a trama dos coadjuvantes é mais interessante do que a deles.
Além disso, nós já vimos vários outros tipos presentes em "Bridgerton" nos livros de Jane Austen ou em romances de época similares: a irmã que prefere o caminho dos estudos do que aquele que a levará ao casamento; a mãe desesperada pelo casamento de suas filhas; a personagem que esconde um escândalo que arruinaria suas chances na sociedade; o irmão irresponsável que não quer assumir o seu papel familiar; o irmão cujo lado é boêmio e artístico...
Já a narradora, Lady Whistledown (na voz da lendária Julie Andrews), com sua coluna sobre o cotidiano da sociedade londrina da época, sendo uma testemunha ocular de todos os acontecimentos marcantes da temporada dos bailes, certamente inspirou, posteriormente, a redatora do blog que dava nome à série "Gossip Girl", e que narrava as crônicas amorosas dos adolescentes das escolas de elite no Upper East Side de Manhattan (Nova York).
Apesar de tudo isso, histórias como as que a primeira temporada de "Bridgerton" retrata continuam a ter um apelo enorme junto ao público. É só perceber o grande sucesso que a série fez, sendo a mais vista da Netflix em 76 países. Como a série literária escrita por Julia Quinn ainda tem mais sete livros (cada um deles centrado em um dos irmãos Bridgerton), então, quem gostou dessa série não se sentirá órfão por muito tempo...
Uma arte indescritível, irreverente, bom poderia passar dias e noites escrevendo sobre tamanha grandeza e riqueza desta obra-prima avassaladora. No contexto geral aborda temas polêmicos da época e traz consigo uma riqueza de detalhes primorosos e valiosos para nossa sociedade atual, introduzindo música, sonoridade clássicas, literatura, artes, atuação emfim uma obra dessa magnanimidade não poderia ser diferente. Na parte do elenco, um elenco tão extraordinariamente cativante notável de nível de excelência, de uma sensibilidade em cada cena e disposição para se doar em cada fala são impecáveis. A e os figurinos extraordinariamente extravagante mas que tem sua beleza. É uma série que traz uma história que você pode se encantar e tem drama paixões devassadora, corações partidos. É notável que eu não consigo manter minha postura para falar de uma obra que merece todo o reconhecimento da nossa sociedade atual que precisa que carece que anseia de tamanha grandiosidade veio na hora certa. By NICK DWTYAY Parabéns série top 2 de 2021, não consigo colocar em top 1 devido as cenas de nudez.
Que o figurino, a maquiagem e a montagem dos cenários são de excelente qualidade, para não dizer impecável, logo no começo da obra já é possível se conferir. Com o desenrolar da produção de 8 episódios na primeira temporada, Bridgerton garante uma atenção cativante e um ótimo entretenimento. Não há uma trama aflita ou um grande suspense de fato, mas sim, puro e qualitativo entretenimento, além de uma atemporal e necessária representatividade. Baseada nos livros de Julia Quinn e produzida por Shonda Rhimes, a série da Netflix, Bridgerton, aborda romances, feminismo e o desabrochar da sexualidade e maturidade feminina durante o rigoroso, hipócrita e elegante cotidiano da chamada “alta sociedade” da Regência Britânica no século XIX. Com Viscondes, Duques, Ladys e a própria Rainha, a série exibe as libertações e os aprisionamentos na própria forma de se portar e viver na sociedade. Ambientada nesse período histórico, a obra não é totalmente fiel aos fatos da História e nem a todos os detalhes dos livros em que se baseia. Além de não ser um problema, é uma das maiores qualidades da produção. Com parte do elenco negro interpretando altíssimos papéis e posições na sociedade da época, fato, na realidade, inverídico, a série se mostra uma produção atual da mesma maneira que atemporal. Não é um documentário e nem mesmo um “programa de época”, mas sim uma produção que se inspira em conceitos históricos para, na verdade, focar em montar hoje uma produção artística justa e sã para ser assistida agora e no futuro. Com relacionamentos arranjados, gravidez “censurada”, romances proibidos, não correspondidos, alguns extremamente platônicos e outros até libertinos, escondidos dos olhos dissimulados da alta sociedade, a obra da Netflix é uma pomposa ficção envolvente para muitos públicos maduros. Bridgerton apresenta atuações propositalmente contidas e outras necessariamente extravagantes, uma excelente representação das formalidades do período. A inocência e a perda dela por parte da evolução de seus personagens são alguns dos pontos convidativos dessa produção despretensiosa de grandes suspenses, mas com alto investimento narrativo, para não falar do financeiro. De forma iluminada, com minuciosos detalhes tradicionais e fortes críticas sociais, a série envolve apresentando a imoralidade enrustida dos “clubes de cavalheiros” quase tão bem explorada quanto seu foco principal: as imposições restritivas à figura feminina, com grande e necessária voz no século XIX bem como agora em pleno século XXI. Ainda que haja submissões na história, Bridgerton evoca levantes empoderados para muitos núcleos, e faz isso com uma produção muito atrativa.
Eu realmente amei, de coração, Bridgerton é minha mas nova série preferida ❤. Espero que as próximas temporadas (se tiver) sejam ainda mas melhores. Vcs irão se apaixonar pelos personagens, pelas roupas, pelos casais, pela história, enfim por TUDO.
A sinopse deixa o público intrigado. E quando começamos a ver a série acabamos se apaixonando, pois não modificaram quase nada em relação ao livro. A escolha do elenco foi incrível! Estou apaixonada por essa série ❤️
Assistir ontem juntamente com a minha esposa essa serie e ficamos presos nela. Começamos assistir mais ou menos as 21:00 e só paramos as 05:00 da manha. Teve um determinado momento que iriamos desistir....mas numa reviravolta o episodio seguinte nos prendeu novamente. serie MARAVILHOSA e com um elenco muito bom. A atriz principal é simplesmente carismática e o Duque idem. Tem momentos para da gargalhadas e momentos para refletir com seriedade. Adoramos e estamos no aguardo da nova temporada.
O Ton, ou Bridgerton tem como principal personagem uma história de uma criança que tem lutar contra muitos obstáculos. O Duque de Hastings, interpretado por Rege Jean Page, absorveu a história e conseguiu repassar todo os conflitos internos do personagem, ator brilhante. Ansiosa para pela 2 temporada da serie e com a continuidade da historia do Duque de Hastings.
serie maravilhosa mostrando como a sociedade deveria ser desde o principio, em bridgerton nao existe racismo , foi o que mais gostei , alem da quimica dos protagonistas e os resto do elenco q é cativante , louca pela segunda temporada para ver como vao desenvolver o Anthony e a Kate
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