Bridgerton
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4,2
737 notas

11 Críticas do usuário

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Amanda M.
Amanda M.

3 seguidores 254 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 18 de abril de 2025
a série é muito boa, só não dei 5 estrelas pq tem bastante cenas +18, mas é muito envolvente, só n recomendo assistir perto de crianças.
Cyanne Barros
Cyanne Barros

11 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 11 de julho de 2024
A serie é bem gostosa de assistir. Mantendo a ansiedade para as próximas temporadas. Super recomendo.
Vitória D'Lavor
Vitória D'Lavor

2 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 18 de maio de 2024
Gostei bastante da adaptação dos livros, a 1a e a 2a temporada é sim um pouco diferente dos livros. Mas como o nome já diz que é uma ADAPTAÇÃO, assiste e gosta quem quer!
Amo ter uma história que imaginei a 10 anos lindo os livros, estar sendo retratada nas telas. Embora não seja 100% fiel, ainda tem o toque de época sim.
E sobre as músicas, eu achei muito interessante pegar músicas atuais e transforma-las em orquestras. Espero que a próxima temporada seja do Benedict
Claudia
Claudia

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 6 de junho de 2025
Estou adorando a série!! Os atores são maravilhosos e a história é otima, espero que tenha mais temporadas.
Gabriel T.
Gabriel T.

6 seguidores 27 críticas Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
4,5
Enviada em 13 de janeiro de 2021
Que o figurino, a maquiagem e a montagem dos cenários são de excelente qualidade, para não dizer impecável, logo no começo da obra já é possível se conferir. Com o desenrolar da produção de 8 episódios na primeira temporada, Bridgerton garante uma atenção cativante e um ótimo entretenimento. Não há uma trama aflita ou um grande suspense de fato, mas sim, puro e qualitativo entretenimento, além de uma atemporal e necessária representatividade. Baseada nos livros de Julia Quinn e produzida por Shonda Rhimes, a série da Netflix, Bridgerton, aborda romances, feminismo e o desabrochar da sexualidade e maturidade feminina durante o rigoroso, hipócrita e elegante cotidiano da chamada “alta sociedade” da Regência Britânica no século XIX. Com Viscondes, Duques, Ladys e a própria Rainha, a série exibe as libertações e os aprisionamentos na própria forma de se portar e viver na sociedade. Ambientada nesse período histórico, a obra não é totalmente fiel aos fatos da História e nem a todos os detalhes dos livros em que se baseia. Além de não ser um problema, é uma das maiores qualidades da produção. Com parte do elenco negro interpretando altíssimos papéis e posições na sociedade da época, fato, na realidade, inverídico, a série se mostra uma produção atual da mesma maneira que atemporal. Não é um documentário e nem mesmo um “programa de época”, mas sim uma produção que se inspira em conceitos históricos para, na verdade, focar em montar hoje uma produção artística justa e sã para ser assistida agora e no futuro. Com relacionamentos arranjados, gravidez “censurada”, romances proibidos, não correspondidos, alguns extremamente platônicos e outros até libertinos, escondidos dos olhos dissimulados da alta sociedade, a obra da Netflix é uma pomposa ficção envolvente para muitos públicos maduros. Bridgerton apresenta atuações propositalmente contidas e outras necessariamente extravagantes, uma excelente representação das formalidades do período. A inocência e a perda dela por parte da evolução de seus personagens são alguns dos pontos convidativos dessa produção despretensiosa de grandes suspenses, mas com alto investimento narrativo, para não falar do financeiro. De forma iluminada, com minuciosos detalhes tradicionais e fortes críticas sociais, a série envolve apresentando a imoralidade enrustida dos “clubes de cavalheiros” quase tão bem explorada quanto seu foco principal: as imposições restritivas à figura feminina, com grande e necessária voz no século XIX bem como agora em pleno século XXI. Ainda que haja submissões na história, Bridgerton evoca levantes empoderados para muitos núcleos, e faz isso com uma produção muito atrativa.
Cristiano S.
Cristiano S.

4 críticas Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
4,5
Enviada em 29 de dezembro de 2020
Assistir ontem juntamente com a minha esposa essa serie e ficamos presos nela. Começamos assistir mais ou menos as 21:00 e só paramos as 05:00 da manha. Teve um determinado momento que iriamos desistir....mas numa reviravolta o episodio seguinte nos prendeu novamente. serie MARAVILHOSA e com um elenco muito bom. A atriz principal é simplesmente carismática e o Duque idem. Tem momentos para da gargalhadas e momentos para refletir com seriedade. Adoramos e estamos no aguardo da nova temporada.
Beatriz Bade
Beatriz Bade

6 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 27 de dezembro de 2020
Série leve, gostosa, descontraída. Ideal para aqueles dias que não queremos pensar em nada. Vale a pena
Marilene Coelho
Marilene Coelho

1 crítica Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
4,0
Enviada em 11 de janeiro de 2021
Série para diversão. Previsível e ótima para esses tempos sombrios que só vemos Covid em toda Mídia.

Para relaxar vai muito bem. spoiler:
Graziele Álvares
Graziele Álvares

3 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 29 de dezembro de 2020
Adorei, deliciosa, leve com cenários e figurinos lindos! Das séries de época na minha opinião é uma das melhores e com um maravilhoso romance !
Ceciliarodmm
Ceciliarodmm

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 4 de maio de 2022
A série original da Netflix retornou para sua segunda história no streaming em 25 de março de 2022. Baseada na série de livros da Julia Quinn, agora acompanhamos um outro casal e suas dificuldades ao tentarem encontrar o amor na era regencial. Mesmo com os personagens principais mudando, Bridgerton prova que sua fórmula se mantém totalmente funcional ao seduzir novamente o público para mergulhar de cabeça no romance de época.

Seguindo a ordem da obra original, na segunda temporada acompanhamos Anthony Bridgerton - o irmão mais velho da sua família - e Kate Sharma. O rapaz tenta cortejar Edwina Sharma, o diamante da temporada e irmã de Kate. Entretanto, a protagonista se recusa a dar sua benção ao relacionamento dos dois, criando um ódio entre ambos. Porém, quanto mais os dois brigam e se esforçam para vencer essa batalha, outro sentimento acaba florescendo: o amor.

Pontos marcantes da primeira temporada conseguem mais espaço na continuação, com figurinos grandiosos e belos ganhando destaque em cada cena, especialmente nos momentos de baile. Além disso, a música volta a ser importante para a narrativa, prosseguindo com a ideia de inserir covers clássicos de músicas atuais dentro da série. Isso não só traz uma sensação de familiaridade para o espectador, como também nos ajuda a captar as minúcias dos sentimentos inseridos na cena.

A química entre Jonathan Bailey (Anthony Bridgerton) e Simone Ashley (Kate Sharma) é palpável em todas as cenas nas quais contracenam, fazendo ser impossível ignorar o afeto que é criado entre os personagens em cada olhar trocado. Ambos os protagonistas chamam a atenção pelo seu desenvolvimento individual, conseguindo explorar como os dois são bem parecidos em seus traumas e personalidades, apesar de não notarem.
Apesar de o casal ser um grande ponto positivo da temporada, vale pontuar que, diferente da primeira, eles não ocupam a maior parte do tempo de tela, sendo muitas vezes ofuscados por outras narrativas de personagens secundários. Isso se torna incômodo para o público, já que a premissa da série é contar a história dos oito Bridgertons encontrando o amor.

Em relação aos personagens secundários, em alguns são notadas mudanças bruscas e inesperadas em suas personalidades. Enquanto isso ajuda na evolução para as próximas temporadas, muitas vezes causa confusão no público, já que algumas decisões e discussões são criadas do nada, sem justificativa dentro da história.

A segunda temporada também se mostra bem mais lenta do que a primeira, já que spoiler: o casal demora muito mais tempo para ficar junto e resolver seus problemas
. Isso se torna ótima ferramenta para tensão e o desejo de ver o final, e o roteiro peca em enrolar por mais tempo algumas narrativas. Histórias que poderiam ser resolvidas em um ou dois episódios acabam durando quase a temporada inteira.

Outro fator notável que se mantém desde a primeira temporada é a inserção de minorias dentro da série, coisa que não existia dentro dos livros. Dada a época de hoje, é inaceitável consumirmos algo que não inclua pessoas diferentes em seu trabalho, e Bridgerton consegue inserir a representatividade de forma triunfal. Dessa vez, a mudança feita foi transformar Kate e sua família em indianos.

Porém, esse fato não existe só para agradar os fãs, já que há um trabalho de roteiro, figurino e trilha sonora para incluir a cultura indiana dentro daquele universo. Tanto em pequenos detalhes, como músicas indianas tocando ao fundo, quanto em grandes momentos, como rituais do país e vestidos especiais para as atrizes. Tudo isso mostra que o roteiro foi bem pensado, e a representatividade não parece vazia.

Mesmo com alguns erros, o retorno de Bridgerton mostra que veio para ficar. A segunda temporada prova que a série ainda pode melhorar, visto que o roteiro conseguiu amadurecer muito em pouco tempo. Ou seja, podemos ter altas expectativas para as futuras temporadas, já confirmadas pela Netflix.
Samara Ribeiro
Samara Ribeiro

14 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 25 de junho de 2024
Ótima série de época, te deixa com vontade de ver cada vez mais episódios. gostei do romance do casal da primeira temporada, é bem leve te deixa curioso pra saber oque vai acontecer no final.