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Prissila Ferreira
1 crítica
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Crítica da série
0,5
Enviada em 14 de junho de 2024
Aguardar 2 anos pra ter a maior decepção. A série saiu totalmente do contexto do livro, já não beira nem a posipossibilidade de ser adaptação. Colocar personagens Homossexuais, sendo que, o que atraiu o público foi o enredo do livro. Ridículo isso. Cancelando minha assinatura na netflix.
Na mais recente incursão da aclamada série Bridgerton, somos confrontados com um intrigante embate entre tradição e modernidade, embalado em uma rica tapeçaria de reis e rainhas que tão vividamente capturam o imaginário feminino. Contudo, por trás dessa opulência visual e romântica, ressoam discursos perspicazes sobre a erosão do matrimônio conservador.
A narrativa habilmente entrelaça elementos de um conto de amor clássico com um feminismo envolvente, desafiando de maneira sutil as estruturas de poder tradicionais. Aqui, vemos o homem não mais como o protetor infalível e provedor incontestável da casa, mas sim como um ser vulnerável, muitas vezes subjugado por ideais que privilegiam os sonhos individuais sobre o estabelecido pela sociedade.
A terceira temporada não se contenta apenas em desconstruir o ideal da família perfeita, mas também mergulha em situações moralmente ambíguas, questionando os fundamentos sobre os quais repousam os laços familiares. Através de performances magistrais, os atores capturam com intensidade as complexidades desses personagens calorosos e profundamente críticos, cujas motivações frequentemente buscam conexões genuínas além das convenções de gênero.
O desfecho tenso e incerto do seriado pode decepcionar os expectadores que anseiam por um final feliz e reconfortante. Contudo, é precisamente nesse desconforto que Bridgerton exerce sua força, desafiando expectativas e expondo ideias provocativas que dividem opiniões e geram debates fervorosos.
Em última análise, Bridgerton, em sua terceira temporada, não apenas entrelaça tramas românticas e intrigas de época com maestria, mas também se arrisca a explorar temas controversos que não deixam de provocar e inquietar. Para os espectadores, é um lembrete de que até mesmo o entretenimento mais luxuoso pode exigir uma maturidade emocional e intelectual para ser plenamente apreciado.
Bem decepcionada com a 2° temporada, uma história bem massante que se arrasta sem grandes acontecimentos até o final. Confesso que minhas expectativas eram altas por causa da 1°temporada que foi topp demais.
Muito ruim. Sem graça, não empolga. Gira em torno de uma personagem mais sem graça que a série. Pensei que seria uma série de época autêntica. A série podia toda ser resumida em 1 capítulo sem perder nada.
Amei a primeira temporada, gostei da segunda, mas, fiquei muito decepcionada com a terceira. Apagaram o casal principal da temporada, Penélope e Colin, com tantos acontecimentos paralelos, desnecessários e até cansativos. Muita ênfase dada ao casal Mondrich, com cenas muitas vezes desinteressantes e maçantes. Tantas mudanças na história que considero até um desrespeito a quem gostou dos livros. Perdi o interesse em ver as próximas temporadas, infelizmente.
As forçadas de barra da turma do politicamente correto esta beirando o ridículo. Fazer uma corte de negros na elite social da Inglaterra do século 19 é digno de pena pela falta de criatividade e senso de realidade dos produtores. Tantos atores e atrizes negros maravilhosos e talentosos, tantos temas a serem explorados e tentam enfiar narrativas grotescas goela a baixo do expectador. Lamentável, e quem perde, é o público e os próprios atores. Por mais arte e.menos política macarrônica.
Realmente me impolguei com essa série, foi uma empolgação tola porque essa série literalmente não tem nada de relevante ja que simplesmente é quase uma série porno de tantas cenas +18 cortadas. Essa série é literalmente só estética e com tantas cenas apelativas que tem estraga completamente a verdade de como era nessa época que é total desrespeito com a história toda, deveria deleta-la logo porque é totalmente um desperdício tanto quanto com os telespectadores e com os que direcionaram e com os que colaboraram com tudo pra fazer essa série possível.
Estória horrível, inverossímil, desrespeitosa à realidade. Elite Real britânica do século 19 negra? Me poupe, se poupe, nos poupe! Fotografia pífia. Trilha sonora péssima (músicas pop do século 19 instrumentalizadas). Essa parte, devo confessar, foi BROX—-ANTE. Não existe definição melhor. Nada mais é que uma historinha de adolescente que tenta ser picante, provocadora, subversiva, mas não passa de algo medíocre. Shonda Rimes está muito arrogante e presunçosa se acha que fez um trabalho sequer regular nisso. Que forçação de barra! Que tentativa fracassada de discutir pautas sociais e igualitárias num enredo sem base para isso! Que mania da S.R. de querer enfiar relacionamentos homossexuais em tudo, passando uma visão de que gays são sempre devassos e dedicados a uma vida desregrada e infiel. Como podem elogiar essa série? Como podem elogiar a “atuação” dos atores? Aguentei 90 episódios de HTGAWM. Mas isso já é demais, Shonda!
Odiei a terceira temporada. Apagaram os personagens principais e na festa de casamento da Francesca não apareceu a Daphne ou outros irmãos. A série tinha tudo para ser incrível, mas fugiram totalmente dos livros criando situações entediantes
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