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Ricardo L.
63.334 seguidores
3.245 críticas
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Crítica da 3 temporada
5,0
Enviada em 2 de janeiro de 2017
Excelente e excepcional! uma serie perfeita e uma atuação incrível de Hugh Laurie que inclusive lhe rendeu o globo de ouro! tem inicio, começo e fim, vale muito a pena seguir em frente e ver a 4° temporada!!!
Ótima temporada de uma série maravilhosa, onde nós espectadores somos uns sortudos em vê essa obra prima das sérias mundiais, Hugh Laurie em mais um temporada perfeita, atuação firme e segura!
Excepcional e excelente! 4° temporada a melhor junto com a 1°. roteiro inteligente e não repetitivo,. atuação mostra de Hugh Laurie, parte técnica estupenda e muito inteligente.
Ótima temporada! Hugh Laurie dando continuidade com maestria de um médico rabugento, mas fodástico, histórias cheias de suspense e emoção a flor da pele, uma temporada imperdível.
Uma série muito bacana de um médico rabugento e sua equipe em cenas fortes de pacientes a beira da morte, tendo lições de vida e roteiros muito bem elaborados!! Muito bacana mesmo!!!
Se existe um médico que redefine completamente o conceito de ética médica, esse médico é Gregory House. Sim, aquele mesmo que olha para um paciente morrendo, joga um diagnóstico absurdo no ar, quase mata a pessoa com um tratamento experimental e, no final, ainda tem razão. House é a prova viva de que a medicina não é uma ciência exata, mas sim uma arte performática onde sarcasmo, antipatia e métodos completamente questionáveis são essenciais para o sucesso.
A série House M.D. nos apresenta um hospital onde os pacientes chegam com sintomas impossíveis, prontos para serem descartados pela medicina tradicional. Mas então, entra em cena o nosso mestre do caos: Gregory House, o médico que parece ter lido todos os livros de medicina da história, mas decidiu que a única forma de aplicar esse conhecimento é testando os limites do corpo humano e da paciência de seus colegas. Ele invade casas, envenena pacientes temporariamente para provar suas hipóteses e faz de cada episódio um experimento científico onde a única regra é que ele sempre está certo—eventualmente.
É fascinante como a cada episódio alguém duvida das ideias dele, geralmente porque essas ideias envolvem quase matar o paciente antes de curá-lo. Mas, claro, no último momento, quando tudo parece perdido, a lâmpada acende na cabeça do House, ele solta um "É lúpus? Não, não é lúpus!" e descobre a verdade. E assim, o paciente que estava prestes a dar adeus à vida milagrosamente se recupera, enquanto todos os outros médicos ficam se perguntando como House consegue estar sempre certo (e se deveriam começar a quebrar algumas regras também).
E o mais impressionante? House faz tudo isso enquanto está completamente dependente de analgésicos. Qualquer outro profissional com essa carga de vício estaria sendo processado ou, no mínimo, dormindo no plantão. Mas House? Ele está lá, brilhando, resolvendo mistérios médicos como se estivesse participando de um reality show de sobrevivência onde o prêmio é esfregar sua genialidade na cara de todo mundo.
No fim das contas, House M.D. não é apenas uma série médica. É um espetáculo de humor ácido, dilemas éticos atropelados sem piedade e um estudo profundo sobre como a pura arrogância pode, às vezes, salvar vidas. Gregory House não é apenas um médico. Ele é um fenômeno. Um ser que desafia a lógica, a paciência dos outros e, principalmente, qualquer padrão aceitável de conduta hospitalar. Mas convenhamos... seria um privilégio ser quase morto por ele antes de ser salvo.
É uma série médica que se destacou por sua abordagem única e personagens cativantes, em que o enredo gira em torno do Dr. Gregory House, um brilhante, porém arrogante, médico especializado em diagnósticos complexos. Um dos pontos positivos da série é a forma como explora casos médicos intrigantes, onde muitas vezes é necessário desafiar a lógica convencional para resolver os enigmas clínicos. Além disso, os personagens secundários são bem desenvolvidos e explorados, trazendo, como plano de fundo, dinâmicas interessantes para a narrativa.
Na perspectiva da ficção, "Dr. House" apresenta um entretenimento de alta qualidade, porém, ela não pode ser confundida com a realidade, pois não reflete de maneira precisa a prática médica, simplificando muitas vezes questões e procedimentos complexos. Além disso, não se pode normalizar a postura arrogante do protagonista, embora seja central para a trama, já que tal comportamento na vida real desconsidera a ética profissional, assim como o respeito devido aos colegas e pacientes.
No entanto, a série consegue oferecer momentos reflexivos interessantes quando vista sob uma perspectiva mais ampla, abordando temas éticos, morais e existenciais, levando o espectador a refletir sobre dilemas humanos e questões complexas da vida.. Somado a isso, temos um excelente desenvolvimento dos personagens ao longo das temporadas, que se destaca por uma construção gradual, revelando camadas e nuances em suas personalidades. Isso cria uma riqueza maior na dinâmica entre eles, permitindo que o público se envolva não apenas com os casos médicos, mas também com as relações interpessoais e os conflitos pessoais enfrentados pelos membros da equipe médica.
Por fim, podemos afirmar que "Dr. House" é uma série que combina elementos de entretenimento com reflexões interessantes. Embora a representação da medicina e a postura do protagonista sejam simplificadas e por vezes questionáveis ou até repetitiva, por sempre usar a mesma formula nos epsódios, a série consegue prender a atenção pela sua narrativa cativante e pela maneira como apresenta dilemas éticos e morais, tornando-se um bom ponto de partida para discussões mais amplas.
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