Uma série que tinha um grande potencial. Pena que acabou.
A primeira temporada tem uma trama de mistério bem interessante, apresentando diversos personagens do folclore brasileiro, trazendo-os para o mundo moderno. A história é boa, mas faltou desenvolver bem mais os personagens e o roteiro. As entidades como a Cuca, o Curupira e a Iara, demonstram ser seres poderosos, ao mesmo tempo que estão ameaçados e vulneráveis. No geral, é uma temporada muito boa e vale a pena ser vista.
Já na segunda temporada tudo desandou. Novos personagens foram apresentados, porém bem menos explorados que na primeira temporada, enquanto que as entidades já conhecidas foram descartadas. A história agora se passa no Pará, mas a falta de localização de onde as cenas estão se passando, causa uma visão deturpada de Belém no espectador. Da forma como é mostrada, Belém parece que é apenas um pequeno vilarejo ribeirinho, no século passado, cercada de aldeias e garimpos. A Matinta é a personagem mais enigmática e consegue transmitir um certo medo. Porém a Cuca foi totalmente inutilizada na segunda temporada, servindo apenas de companhia pros protagonistas na maioria do tempo. As motivações da suposta vilã são estranhamente explicadas e sua história não parece ter tanta conexão com o resto que está sendo contado. A série conseguiu concluir sua história com um final agridoce, agradando uns e decepcionando outros.
Criada por Carlos Saldanha (diretor brasileiro responsável pela trilogia "A Era do Gelo", bem como por "Rio" e "Rio 2"), a série "Cidade Invisível", cuja primeira temporada está disponível na @netflixbrasil, tem uma das premissas mais originais que eu vi, recentemente, num seriado. Ao longo do sete episódios da primeira temporada, serão abordados temas relacionados ao folclore brasileiro, à espiritualidade e ao fantástico - tudo isso em torno também de elementos investigativos e da busca pela verdade.
Na série, Marco Pigossi interpreta o policial ambiental Eric, que acaba de perder a sua esposa (Julia Konrad), que trabalhava como antropóloga num projeto que visava a preservação ambiental de uma floresta envolta também por interesses comerciais. Com o objetivo de compreender os motivos por trás do que houve com Gabriela, Eric acaba entrando em contato com todos os elementos que descrevemos no nosso parágrafo anterior, bem como consigo mesmo e com as suas próprias origens.
Como dissemos no início da nossa resenha crítica, a primeira temporada de "Cidade Invisível" chama a atenção pela originalidade, mas também pela qualidade dos seus aspectos técnicos e por ter um elenco bastante competente. A se lamentar somente o fato de que o último episódio desta temporada termina deixando ainda muitas pontas soltas na trama - que, certamente, tendo em vista a boa repercussão que a série tem obtido, deverão ser retomados numa segunda temporada.
Uma série que valoriza a cultura brasileira, infelizmente o ''complexo de vira-lata'' falará mais alto para algumas pessoas, mas é sim uma ótima série. Destaque para atuação Fábio Lago e Marco Pigossi. Uma pena não terem feito na região do norte onde esse tema ainda é forte. Outro ponto negativo foi não ter desenvolvido muito os personagens folclóricos, uma pessoa que é brasileira conhece as características, mas um gringo sem dúvidas teria um pouco mais de dificuldade para entender oq cada um representa. No mais, uma excelente obra com atuações convincentes, e mais uma vez trazendo orgulho para nosso país.
Cidade Invisível retrata as lendas folclóricas brasileiras em tempos modernos. Um policial sofre a perda de sua esposa e tenta descobrir o que houve. Várias lendas surgem como Boto cor de Rosa, Iara, Cuca, Saci-Pererê, entre outros. Visual, estética, conceito, tudo encaixa e traz uma história mais madura para essas lendas tão famosas. Alessandra Negrini de Cuca esta demais. Gostei muito da adaptação e tom sombrio que a série da aos personagens. Bom.
Cidade Invisível retrata as lendas folclóricas brasileiras em tempos modernos. Um policial sofre a perda de sua esposa e tenta descobrir o que houve. Várias lendas surgem como Boto cor de Rosa, Iara, Cuca, Saci-Pererê, entre outros. Visual, estética, conceito, tudo encaixa e traz uma história mais madura para essas lendas tão famosas. Alessandra Negrini de Cuca esta demais. Gostei muito da adaptação e tom sombrio que a série da aos personagens. Bom.
O Folclore brasileiro é tão rico que já tava na hora de ter produções a respeito. Gostei do enredo, roteiro, elenco...a Alessandra Negrini está maravilhosa.
Só não dou mais estrelas pois achei péssimo uma série que fala sobre o Folclore, não ter atores e atrizes indígenas. Espero que corrijam na segunda temporada.
Série tem conceitos muito interessantes, uma produção espetacular... Mas também tem uma irregularidade que vem em vários sentidos, destaco a atuação neste aspecto, que há ótimas e há ruins, ironicamente a pior é a do protagonista... Ah, e da criança... Brasil tem esse problema com atores mirins. O enredo não se sustenta até o fim, rendendo momentos que miram o drama e acertam o humor. É uma série que merece muita atenção e representa uma porta aberta em quesito de produção nacional, mas longe de ser perfeita, porém recomendo.
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