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Carlos P.
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Crítica da série
4,5
Enviada em 29 de abril de 2022
Pra entender um pouco do cenário que você vai ver na série, independente da história, é como se literalmente todos personagens falassem o que estão pensando, independente de ser indiscreto, de não ser o momento correto para se dizer, de ser ofensivo aos outros ou até ofensivo a si mesmo. Soa como se todo mundo estivesse sem filtro. Se eu for fazer apenas uma análise como 'obra', pode haver algumas críticas, muito foco no personagem principal, alguns personagens caricatos demais, algumas situações exageradas para facilitar o roteiro, etc. No entanto do ponto de vista de arrancar emoções de quem está assistindo, a série é brilhante. Ela traz a tradicional lição do 'aproveite a vida enquanto pode' mas de uma maneira leve, sem forçar uma reflexão complexa. É uma série que é construída ao redor do luto, mas que faz você se identificar mesmo não tendo passado por isso, pois não é sobre a morte, é sobre a vida. O final, onde spoiler: Tony demonstra preocupação com o bem estar de cada pessoa ao seu redor, se esforçando para deixá-las feliz , reflete tudo o que a série foi, uma lição sobre empatia. Por mais clichê que possa ser, mostra que pequenos gestos fazem a diferença.
Essa série ganhou meu coração. Falei dela até na empresa que trabalhava de tão impactante que ela foi pra mim. Achei o tema sensivel. Podendo trazer alerta de gatilho para quem perdeu alguém ou tem depressão. Porém é impossível assistir e não tirar um aprendizado. Chorar também faz parte. Rs.. sensacional. Indico.
A série é muito boa, tem uma pegada forte de humor ácido, típico inglês mesmo. Com um atmosfera bem melancólica de um homem solitário que não consegue se livrar do luto de sua esposa. Única coisa meio ruim é que com o tempo esse mau humor dele e a insistência em ficar revivendo o passado com sua viúva fica meio cansativo. Vale à pena assistir sim, mas para mim, a série foi decaindo da segunda pra terceira temporada.
Sou muito fã de séries britânicas, são curtas, poucos episódios e bem objetivas. After life trás a superação do luto de uma forma bem humorada. E mostra que estar infeliz faz parte tambem da vida. É uma série profunda e muito sensivel.
Sou muito fã de séries britânicas, são curtas, poucos episódios e bem objetivas. After life trás a superação do luto de uma forma bem humorada. E mostra que estar infeliz faz parte tambem da vida. É uma série profunda e muito sensivel.
Para os fãs do humor peculiar do Rick Gervais (criador do The Office inglês, o original), é um prato cheio. Mistura humor (normalmente negro) e drama. Eu gostei mais da primeira temporada. A segunda achei que carrega mais no drama. Mas com certeza a melhor atriz é a cadela pastor alemão. Linda demais.
O sentimento de solidão que toma conta quando perdemos alguém que amamos é devastador, muitos perdem o controle da razão em momentos como esse, é disso que essa série trata brilhantemente, da tristeza. A ausência da esposa falecida impõe a um homem o peso do luto, da total cegueira quanto as oportunidades futuras, a oportunidade de estar vivo, e o amarra com duros nós sob a força da amargura, apatia, lhe tira a vida mesmo estando vivo. O sentimento demonstrado pelo personagem principal Tony não é somente do vazio que a morte da esposa deixou, mas do vazio de onde ele colocaria todo aquele amor que existe dentro dele, é maior do que a falta de ser amado, é a falta de quem amar. A interpretação é espetacular, mostrando em cada cena ao telespectador que o sofrimento é genuíno, mesmo com cenas hilárias que guardam total relação e mantém o respeito com o tema. Grandes reflexões são colocadas em pauta sem que pareça uma obrigação superar ou um livro de auto ajuda, o roteiro nos leva pelos dramas do luto de modo natural e sério e não tratam o espectador como alguém que precise disso para viver, mas mostra pra ele que é possível viver.
After Life é uma série q nos faz pensar se vale a pena continuar, e vale! Com um humor ácido é interpretações muito convincentes, a série e dinâmica, divertida e nos faz pensar em como podemos interferir positivamente nas vida das pessoas ao nosso redor. A dor por criar uma nova etapa, essa é a premissa. Parabéns Ricky Gervais, vcs souberam dar o humor e o drama, na medida perfeita. Ansioso para a próxima temporada. Ahhhh, é muito rápido, 6 episódios da primeira temporada, não se perde uma vida pra entender e creio q seja ideal para pessoas q realmente curtem pensar um pouco sobre q nossa vida é como nos comportamos diante a sociedade.
Amei a série, flui num ritmo muito agradável, é engraçada, as vezes triste mas passa mensagens muito importantes. Só não dou a nota máxima, pq achei algumas partes fora do contexto, desnecessárias (achei inadequado alguns palavrões que não fariam falta alguma à trama) muito forçados. No mais, assistam!!!
A visão de mundo existencialista, característica do filme, conseguiu na maior parte do tempo fugir do niilismo que lhe é próprio. A busca pelo sentido da vida encontra no amor, na solidariedade e na amizade a verdadeira razão de viver. Num mundo globalizado e em crise econômica, social e cultural, uma pequena cidadezinha que parece alheia à esses assuntos, reproduz a necessidade dos 5 minutos de fama de seus habitantes publicando no jornal local, histórias bizarras e por vezes grotescas, de de seus moradores. Considero que o niilismo venceu no roteiro em duas situações: no personagem pusilânime do psiquiatra e na morte do viciado em drogas. Tanto a psiquiatria, quanto a opção do personagem principal em financiar a overdose do drogado, mereciam um aprofundamento da abordagem, pelo Diretor do filme. As reflexões bem humoradas de Ricky Gervais, garantem o entretenimento e de quebra, convidam ao autoquestionamento, para quem quiser. Nada muito sério ou solene...spoiler:
É a primeira vez que comento aqui, porque a série mereceu! Sou fã desse humor peculiar britânico, não somente isso, é de uma sensibilidade de tocar temas tão profundos, de forma leve e que nos faz refletir. A primeira temporada fecha de maneira espetacular.
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