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Kamila A.
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Crítica da 2 temporada
3,0
Enviada em 16 de julho de 2020
A segunda temporada de Coisa Mais Linda, se passa em 1960, e temos a mesma conjuntura vista na primeira temporada: uma sociedade machista, em que as mulheres eram relegadas à posição de esposas, de donas de casa; e não podiam ousar pensar em traçar seus próprios caminhos.
No entanto, personagens como Malu (Maria Casadevall), Adélia (Pathy de Jesus) e Theresa (Mel Lisboa), com suas posturas independente e ousadas, com o desejo de serem donas de si próprias e de suas vidas, estão aí pra desafiar essa realidade.
Se a primeira temporada tinha sido um sopro de originalidade, não deixa de ser decepcionante que a segunda temporada acabe repetindo as mesmas temáticas vistas anteriormente: as mulheres em voltas com seus problemas amorosos, em paralelo com a vontade de consolidar suas trajetórias profissionais. spoiler: A falta de criatividade dos roteiristas foi tanta que a série termina a segunda temporada da mesma forma que a primeira acabou...
Nesse ponto, até mesmo o clube Coisa Mais Linda, que foi uma personagem tão importante e tão pulsante pra trama na temporada passada, fica relegado ao segundo plano agora. Caso tenha uma terceira temporada, a série precisa repensar vários pontos - todos relacionados à narrativa.
Série deliciosa. Dinâmica, sem muita frescurite e enrolação, vc quer emendar um capítulo no outro... Tem um defeito notável na minha opinião, que foi a escolha da Fernanda Vasconcellos. Não pela atuação, mas porque o personagem, na teoria, tinha a mais bela voz do RJ, inebriava a todos e encantou um renomado e experiente jazzista americano( não lembro se era americano ou europeu) que veio ao Rio. Com todo o respeito, a Fernanda apresentou uma voz fraca e claramente desafinada em muitos pontos, e então, em vez do diretor apaixonar-nos também, os espectadores, pela cantora, nos puxando pra dentro da emoção da história, somos obrigados a fantasiar que ela é aquela diva. Mas ainda assim, e mesmo não sendo uma obra-prima vale 5. Uma observação: Assisti por indicação, sem spoiler, e sem ler crítica. E achei a história, a abordagem, os comportamentos dos personagens, achei tudo feito de maneira cativante e sem clichês. Algumas interpretações estão fantásticas, como a da Maria Casadevall. Depois ouvi opiniões de que a série estava cheia de clichês e percebi uma tentativa de ideologizar a série. Não se deixe cair em nenhuma armadilha. Se há, aí sim, talvez um excesso no comportamento recorrente da Adélia frente à suas questões raciais, que ela mesma sempre coloca como um diferencial à frente de tudo, não dá pra classificar como clichê porque isso é um retrato bem realista.
Além de ser de época, aborda assunto atemporais e extremamente importantes, tem um elenco divino. Fiquei muito triste quando foi cancelada, nem teve um final decente.
gostei bastante de assistir, série de época, fala de música, RJ, amizade, abandono. é uma pena que não teve a 3 temporada, então o final ficou em aberto.
Um prato cheio pra quem quer conhecer o Rio de Janeiro do final dos anos 1950 e início dos anos 1960. Uma época de ouro para o Rio e para o país. Brasil bi-campeão do mundo de futebol, economia crescendo, bossa nova explodindo no mundo. Apesar de tantas coisas boas e belas, o país tb tinha suas mazela: machismo, misoginia e racismo são retratados. Ótimos atores e direção de arte, linda fotografia, boa música, uma história legal! Não dou 5 estrelas, pois soa em alguns momentos inverossímil e forçado, nada que comprometa muito! Recomendo!
Maravilhosa!!!! Os personagens,o figurino, o cenário e principalmente a trilha sonora ... tudo perfeito. O enredo aborda temas importantes como o empoderamento feminino, racismo, machismo. Uma pea ter sido cancelada.
Netflix vc acabou com a minha vida quando cancelou essa série. Super necessária e levanta o astral das mulheres, o pior é que a cada episódio melhorava mais. Por favor volta com essa série!!!!
Amor, seria o nome dado por mim desde o primeiro episódio. Vidrada, foi como fiquei ao começar a assistir. Sem dúvida no topo das minhas séries favoritas isso se eu não falar que é a minha favorita. Trata de uma maneira única o machismo e preconceito em nossa sociedade. Toda mulher deveria ver essa série uma vez na vida. História e personagens incríveis. Para mim merecedor de um óscar. Tão bom que eu perdoei os erros dos homens não só na minha vida pessoal, mas também nos episódios da série, refleti e cheguei a conclusão, de que nós mulheres temos uma tendência a romantizar e suportar absurdos, essa série me serviu de alerta.
A série é muito bem produzida e aborda temas muito atuais, mas ao mesmo tempo inerentes à época em que se passa. A trama nos prende e parece que estamos vivendo aquilo junto das personagens. Além disso, vale ressaltar a qualidade absurda da fotografia e da trilha sonora da série, o que é um show por si só.
Série incrível, que te faz viajar pelo Rio dos anos 50, com os figurinos, as histórias, uma serei feminista com um elenco incrível! Maria Casadevall arrasou no papel da Malu, Fernanda Vasconcelos adoro ela e sua forma pura de interpretação, Mel Lisboa foi uma grade surpresa! Ameiii...
Achei injusto a forma como a Adélia tratou o coitado do capitão. Ele não merecia o que ela fez com ele Além disso, achei a reconstituição histórica fraca. Quem conhece o morro sabe que não é aquela coisa bonitinha e alegre. A Adélia foi injusta, a Lígia se mostrou uma bobalhona e a Malu não se mostrou tão empoderada assim. Parei de assistir, não tive saco
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