Críticas de usuários para The Morning Show - Página 2
The Morning Show
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Patrícia Vitória
15 críticas
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Crítica da série
4,5
Enviada em 5 de setembro de 2021
Uma série brilhante.
A série mostra os bastidores de um estúdio de televisão e como as mulheres são assediadas em seus ambientes de trabalho. Atuações excelentes. Estou ansiosa pela segunda temporada.
The Morning Show se destaca por sua corajosa exploração de temas cruciais da atualidade. A série confronta o assédio sexual e a cultura de silêncio através da queda de figuras poderosas e do impacto nas vítimas. Paralelamente, expõe as dinâmicas de poder e hierarquia implacáveis dentro da indústria da mídia, onde ambição e imagem frequentemente ditam as regras. A complexa jornada das protagonistas Alex e Bradley oferece uma visão multifacetada do feminismo em um ambiente profissional desafiador. Além disso, a série não se esquiva de abordar a controversa cultura do cancelamento e suas consequências na era digital. Ao entrelaçar esses temas com narrativas envolventes e atuações impactantes, TMS se estabelece como uma produção relevante e provocativa que convida à reflexão sobre questões sociais urgentes.
Série maravilhosa. Fala sobre assédio no mundo corporativo, as dificuldades geracionais frente ao "politicamente correto," faz críticas ao trumpismo em diversos momentos, evidencia os negócios escusos por trás das relações de compra e venda da emissora de TV. Faz uma crítica a cultura do cancelamento e de alguma forma aos excessos do politicamente correto. É um retrato da nossa era. E faz tudo isso de maneira brilhante, série para bicos sofisticados.
Uma série para adultos, com vários temas polêmicos sobre o ambiente midiático cosmopolita de Nova York. A necessidade de sobrevivência dentro do ambiente corporativo torna a trama uma complexa mistura de causas e consequências. O núcleo central são os bastidores longe dos holofotes. Cada personagem tem a sua complexidade existencial para enfrentar uma realidade que a mídia televisiva e jornalística nunca demonstra exibir publicamente mas que no fundo pode ser extremamente cruel e desumana com seus principais protagonistas. Inúmeras questões éticas são escancaradas sobre a misoginia, o racismo, a xenofobia, o etarismo, a sexualidade e principalmente o assédio sexual no ambiente de trabalho. Muito sutil na adaptação do roteiro, com uma belíssima fotografia e interpretações brilhantes, os diálogos são francos e abertos e cobram muita atenção do telespectador. Se você não é um adulto experiente, que sabe o caminho duro do mercado de trabalho, e um principalmente, um bom ouvinte, a série não vai te agradar.
A série mantém suas tramas afiadas e intrigas muito bem construídas. A temporada até começa de forma um pouco rasa e arrastada, demorando a engrenar, mas do meio em diante embala em uma sequência intensa de reviravoltas que eletrizam a narrativa e recuperam totalmente o fôlego. O resultado é uma temporada envolvente, que cresce de forma consistente e entrega tensão e impacto quando mais precisa.
A primeira temporada é excelente, mas na segunda o ativismo entrou em ação e a série ficou totalmente sem sentido. Destruiram o perfil de alguns personagens os tornando insuportáveis. O personagem do Cory é absolutamente genial em todas temporadas (único que se salvou do ativismo).
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