Críticas de usuários para One Piece: A Série - Página 2
One Piece: A Série
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Taki Designer
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Crítica da série
5,0
Enviada em 5 de setembro de 2023
Serie muito boa, apesar que faltou muito suspense em cenas de lutas, também acho que nerfaram o Luffy, mas gostei muito, quero ve como vai sair nas proximas temporadas
Cara melhor live Action que eu vi netflix acertou nessa simplesmente perfeito luffy zoro e nami achei muito legal e fiel assim como o sanji e o ussop em resumo tudo nessa série e fiel tem algumas mudanças mais nada que mude a história principais
O live action adaptou muito bem o anime com algumas direnças mas ainda sem perder sua essência. Recomendo quem nunca teve contato com o mundo de one piece que assista o live action
Série não adapta direito tiraram muito personagem modificaram a história de um certo modo, e reduziram os episódios por isso a série é pouca para mim a série não chegou nem perto como sempre Netflix estragando animes
Tem que respeitar, a Netflix tá de parabéns pelo obra prima, os efeitos, a fidelidade com os personagens originais, só muda um pouco as histórias verdadeiras, mas tão de parabéns.
A 2ª temporada de One Piece chega sem precisar provar nada, e isso faz toda a diferença. Com o tom já estabelecido, a série simplesmente abraça a própria maluquice e vai. E funciona. É exagerada, caricata, às vezes até meio boba… mas também é exatamente isso que dá identidade pra coisa toda.
O mundo cresce, o bando cresce, e o carisma continua segurando tudo com uma facilidade impressionante. Nem sempre o live-action dá conta de traduzir a energia das lutas ou do absurdo visual, mas quando acerta, acerta bonito.
No fim, é aquele tipo de série que não tenta convencer ninguém. Ou você embarca na viagem, ou já ficou pra trás faz tempo. E, honestamente? Tá tudo bem assim.
A Netflix enfrentou um desafio significativo ao adaptar um dos mais renomados animes de todos os tempos, One Piece. A tarefa envolvia a complexa missão de cativar e introduzir de forma superficial o vasto universo de One Piece a uma audiência não familiarizada. Paralelamente, era crucial manter a fidelidade ao anime original, incorporando referências que satisfizessem os fãs mais devotos. Nesta análise, abordarei a perspectiva daqueles que desconhecem esse universo, ou que, como eu, iniciaram a assistir, mas foram desestimulados pela extensão dos mais de 1000 episódios. E surpreendentemente, a adaptação alcançou êxito!
A narrativa cativou-me, destacando-se pelo seu desenvolvimento intricado. One Piece mantém um ritmo consistente, habilmente dosando a evolução dos personagens, suas motivações, e os momentos de ação e comédia de forma equilibrada. Cada episódio assemelha-se a uma nova fase de um jogo, apresentando um vilão distinto que, ao ser derrotado, proporciona uma sensação de superação e recompensa. Como em muitos jogos, há a gratificação final: a introdução de um novo aliado que enriquece a trama, gerando um sentimento de familiaridade e afeição por esse grupo peculiar.
O elenco selecionado para a série foi um dos pontos fortes da Netflix. Evidencia-se o esforço em retratar fielmente cada personagem, com os atores desempenhando seus papéis com dedicação na adaptação. Cada personagem é envolvente, e o entrosamento do elenco principal transparece em momentos divertidos e emocionantes. Os vilões, inseridos de forma recorrente na trama, apresentam características caricatas únicas, despertando a curiosidade sobre quem surgirá a seguir. A combinação do elenco com um sólido desenvolvimento e apresentação dos personagens solidifica One Piece como uma das principais produções da Netflix em 2023.
Mesmo sem conhecer ou ter assistido ao anime original, a série se sustenta de forma fantástica por mérito próprio. O visual é incrível, o roteiro é leve, divertido e bem conduzido, e os personagens são carismáticos e empolgantes, facilitando muito a imersão.
O grande destaque fica para o sétimo episódio, que eleva o nível da série de forma impressionante. É um daqueles momentos raros em que emoção e construção de personagem se alinham perfeitamente, criando um impacto genuíno — chega a dar um verdadeiro “sopro na alma”. A partir dali, fica claro o cuidado com a narrativa e com o desenvolvimento dos personagens.
No geral, todos os episódios são bem estruturados, com um roteiro coeso e bem encaixado. E, independentemente da comparação com o material original, a série funciona de forma excelente por si só. Uma produção extremamente envolvente e, na prática, impecável.
Após o enorme sucesso da primeira temporada, a adaptação live-action de One Piece retorna expandindo seu universo e levando os Chapéus de Palha para um território muito mais perigoso: a lendária Grand Line. Baseada no mangá criado por Eiichiro Oda, a nova temporada aprofunda personagens, amplia o mundo da série e introduz figuras icônicas da história.
Lançada pela Netflix, a temporada mantém a mistura de aventura, fantasia e ação, mas também aposta mais na construção dramática e no desenvolvimento do grupo.
Gêneros: Aventura, Fantasia, Ação, Drama Sequências: Continuação direta da 1ª temporada e prepara terreno para a futura 3ª temporada.
Principais personagens e atores
Monkey D. Luffy — Iñaki Godoy
Roronoa Zoro — Mackenyu
Nami — Emily Rudd
Usopp — Jacob Romero Gibson
Sanji — Taz Skylar
Tony Tony Chopper — Tony Tony Chopper
Nefertari Vivi — Nefertari Vivi
Crocodile (Mr. 0) — Crocodile
易 Primeiras Impressões
Se a primeira temporada focava fortemente no confronto entre piratas e a Marinha, a segunda temporada muda o ritmo da narrativa. O foco agora está muito mais na construção do mundo da Grand Line e na expansão da mitologia da série.
Isso faz com que a temporada pareça mais longa e detalhada, com um ritmo narrativo mais paciente.
Enredo
Após entrarem na Grand Line, os Chapéus de Palha enfrentam novas ameaças e descobrem que o mundo pirata é muito maior do que imaginavam.
A temporada se divide basicamente em três grandes arcos narrativos:
1º Arco — A Baleia Laboon
Logo no início, o navio de Luffy acaba sendo engolido por uma baleia gigante. Dentro dela, surgem membros da organização Baroque Works, incluindo Mr. 9 e Miss Wednesday — que mais tarde se revela ser a princesa Nefertari Vivi.
Essa introdução já apresenta o tom conspiratório da temporada.
2º Arco — Little Garden
Na ilha pré-histórica de Little Garden, o grupo encontra os gigantes Brogy e Dorry, dois guerreiros lendários presos em um duelo centenário.
Mas a ilha também revela uma armadilha: vários agentes da Baroque Works estão infiltrados, esperando capturar Vivi.
Aqui surgem vilões como:
Mr. 5
Miss Valentine
Mr. 3
Miss Goldenweek
Um dos momentos mais memoráveis da temporada acontece nesse arco: a luta de Zoro contra dezenas de inimigos, uma cena extremamente bem coreografada que destaca a evolução da produção.
❄ 3º Arco — Drum Island
Ao partir da ilha, Nami adoece, obrigando o grupo a buscar ajuda médica.
Eles chegam à Drum Island, um reino coberto de neve dominado pelo tirano Wapol, um rei corrupto que possui o poder da fruta do diabo que lhe permite transformar tudo que come em armas.
É nesse arco que surge um dos personagens mais queridos de toda a franquia: Tony Tony Chopper.
O passado do personagem e sua relação com Dr. Hiriluk e Dr. Kureha formam um dos momentos mais emocionantes da temporada.
里 História e construção narrativa
A segunda temporada aposta mais no desenvolvimento de personagens do que na ação constante.
Enquanto a primeira temporada era mais dinâmica e focada em aventura, esta se dedica a construir lentamente o universo da série e preparar a grande saga envolvendo Baroque Works.
Esse ritmo mais detalhado pode dividir opiniões, mas ajuda a dar profundidade à história.
Produção
A produção evoluiu bastante em relação à temporada anterior.
Os cenários das ilhas são mais elaborados, os figurinos continuam extremamente fiéis ao material original e a direção de arte mantém a estética única do universo de One Piece.
Fotografia
A fotografia mantém o estilo colorido e vibrante da série, equilibrando fantasia e aventura.
Cada ilha possui identidade visual própria — algo essencial em uma história onde o mundo é formado por locais completamente diferentes entre si.
Efeitos especiais (CGI)
O CGI mostra evolução clara.
Criaturas gigantes, poderes das frutas do diabo e cenários fantásticos foram recriados com mais confiança visual.
Especialmente impressionante é a construção visual de personagens como Chopper e das criaturas da Grand Line.
Atuações
O elenco continua sendo um dos maiores acertos da série.
Iñaki Godoy mantém um Luffy carismático e idealista. Mackenyu segue roubando cenas como Zoro, principalmente nas sequências de combate. Emily Rudd fortalece o lado emocional da equipe como Nami.
A introdução de Chopper adiciona ainda mais humanidade ao grupo.
Obras semelhantes
Quem gosta de One Piece pode se interessar também por:
Avatar: The Last Airbender — Avatar: A Lenda de Aang
The Witcher — The Witcher
Game of Thrones — Game of Thrones
Todas exploram grandes jornadas em mundos complexos.
⭐ Avaliação Final
A 2ª temporada de One Piece amplia o universo da série e aprofunda seus personagens, mas faz isso em um ritmo mais contemplativo.
Embora tenha momentos excelentes — como a luta de Zoro e a introdução de Chopper —, a temporada não possui o mesmo impacto inicial da primeira.
Ainda assim, ela cumpre um papel fundamental: preparar o terreno para conflitos maiores, especialmente com a ameaça de Crocodile e da Baroque Works.
Vale a pena assistir? Sim. Principalmente para quem já se apaixonou pela jornada dos Chapéus de Palha.
Segunda temporada de One Piece é extraordinária. Teve um avanço de tempo comparada ao anime, de forma muito boa. As lutas são mais frenéticas comparadas à primeira temporada. Gostei bastante de como eles mantiveram as características do anime. A dublagem está muito boa, teve até uma cena onde a dublagem traz um meme de one piece. Tem suas piadinhas de tiozão, mas isso que torna tão bom a serie. Gostei demais dessa temporada.
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