A série começa muito bem, porém com o passar dos episódios (lá pela metade) falta criatividade e fica parecendo muito com as novelas globais. São uma sequência de cenas ridículas que destroem toda a ótima introdução. A personagem Raquel é uma das mais ridículas, não há uma cena interessante ou convincente. Nota 3 para a primeira temporada. A segunda é ladeira abaixo de ruim.
Melhores personagens: - Professor - Berlim
Piores personagens: Raquel Rio
Personagens mais chatos: - Arthurito - Tóquio
Arthurito é um cara chato pra dedéu, se fosse verídico mesmo, na primeira vacilada já estaria morto. (aquela cena em cima do prédio foi muito amadora). Tóquio e Rio quase poe tudo a perder várias vezes "por amor". A cena do professor no carro da polícia e caindo bem na central, bem na hora que o policial ia mijar, sem ninguém ter visto o retrato falado, visto que era isso que todos estavam esperando, e o russo apaga o retrato foi triste viu...
Para uma série que foi feita para durar duas temporadas, estendeu-se muito. A partir da terceira, começaram a inventar e "ressuscitaram" Berlim (muito bom ator e personagem, mas trazê-lo de volta poderia ser evitado). A 5° temporada, os quatro primeiros episódios foram muito fracos e a partir do quinto é que as coisas de fato começam a acontecer. A cada episódio eu ficava imaginando como os roteiristas fechariam a série e lógico, precisaram dar mais uma "inovada" para finalizar a série. Apesar dos exageros, conseguiram finalizar com um sentimento de dever cumprido para os personagens, e era o que os espectadores de fato aguardavam, nem que pra isso tivessem que deixar um final com lacunas e sem muito detalhes.
O enredo é muito parecido com o filme "Loucas por Amor, Viciadas em Dinheiro", lançado em 2008, porém com alguns ajustes. A série realmente vicia e a mente do professor junto com o sarcasmo do Berlim são a verdadeira vida desse show. De resto, os personagens não me cativaram. A Tóquio, de longe, é bad girl mais chata, egoísta e devassa. O excesso de apelação a cenas pornográficas e diálogos cheios de referências sexuais o tempo todo tornaram a série suja e cansativa desnecessariamente. Terminei a primeira temporada mas não estou muito animada para assistir as próximas, já que pelos comentários, a série se perdeu no meio do caminho uma vez que que não existe mais a mente brilhante do professor para guiar a equipe e isso fez com que a série se tornasse apenas uma massa recheada de muita ação e sem um enredo rico. De resto, achei a série mediana e enxergo todo o hype mundial em torno dela como sendo muito superestimada.
Daria nota máxima se tivessem parado na segunda temporada. O pessoal tem q saber a hora de parar e da terceira temporada em diante foi só ladeira abaixo. Uma pena.
A série começa muito bem, porém com o passar dos episódios (lá pela metade) falta criatividade e fica parecendo muito com as novelas globais. São uma sequência de cenas ridículas que destroem toda a ótima introdução. A personagem Raquel é uma das mais ridículas, não há uma cena interessante ou convincente. Nota 3 para a primeira temporada. A segunda é ladeira abaixo de ruim.
Melhores personagens: - Professor - Berlim
Piores personagens: Raquel Rio
Personagens mais chatos: - Arthurito - Tóquio
Arthurito é um cara chato pra dedéu, se fosse verídico mesmo, na primeira vacilada já estaria morto. (aquela cena em cima do prédio foi muito amadora). Tóquio e Rio quase poe tudo a perder várias vezes "por amor". A cena do professor no carro da polícia e caindo bem na central, bem na hora que o policial ia mijar, sem ninguém ter visto o retrato falado, visto que era isso que todos estavam esperando, e o russo apaga o retrato foi triste viu...
A série é muito boa, como toda outra serie tem seus altos e baixos, tem um roteiro envolvente e que prende a atenção do expectador. Para aqueles que estão acostumados a roteiros e fluxos de cena ela é até previsível porem não deixa de ser surpreendente. Eu recomendo para aqueles que desejam uma experiencia diferente de outras séries pois sua proposta e totalmente nova, não há nada do gene hoje disponível com uma qualidade desta, sem falar que é uma inovação por ser toda em espanhol!! Dale hermanos!!!
Uma das melhores séries sobre roubo a banco que já vi muito boa ,bons personagens e enredo ,a cada episódio tem um final surpreendente que prende o telespectadores
Série ou novela? Por diversos motivos temos uma série em formato novela Brasileira, 1°e 2° episódios são bacanas, pois apresentam bem os personagens, com bom roteiro e informações bem explicativas, mas depois se arrasta de mais, fazendo com que fique chato de se assistir, as atuações são meia boca, com destaque para Pedro Alonso como Berlin, Úrsula Corberó como Tókio e Alvaro Morte como o Professor. Espero ter um desfecho melhor na 2° temporada.
Recebida pelo público como "O" fenômeno televisivo espanhol, a série LA CASA DE PAPEL traz um grupo de oito desconhecidos envolvidos no audaz plano de invadir e roubar um vultoso amontado de verdinhas na casa da moeda espanhola. Embora o planejado não seja novidade em grandes produções do cinema, o carisma e o improvável sustentam a série de forma curiosamente interessante.
Tendo como alicerce um plano mirabolante elaborado com toques de estratégia impressionantes, o roubo em si não se fortalece pela maneira executada ao longo série, por isso os roteiristas apostam na potencialidades de seus intérpretes em criar personagens senão únicos, mas capazes de manter o expectador torcendo pelo grupo, com suas devidas observações. Há de tudo um pouco, desde o drama entre pai e filho, a mulher mal amada, a mãe que não conseguiu manter o filho aos seus cuidados, o ladrão incompreendido e todo um festival de clichês que acabam sendo bem utilizados nesta obra oriunda do velho continente. Não que isso seja um fenômeno narrativo, longe disso, mas é capaz de entreter de forma casual e as vezes até charmosa.
Como nem tudo são flores, LA CASA DE PAPEL possui um amontoado de situações que beiram o improvável e, dependendo de quem assiste, o inaceitável; são diversas situações que foram roteirizadas e pronto, não precisa de sentido ou coerência, desde que venha para entreter. É um conceito frívolo perto da fama que a série atingiu, mas pelo bem ou pelo mal, diverte.
Aquele que poderia ser considerado um plano infalível e brilhantemente arquitetado, tanto pela Netflix quanto pelo estúdio espanhol Vancouver Media, mostra-se mais divertido do que coerente. A série funciona para quem pouco espera de algo sensato, mas admite entretenimento simplificado e casualmente envolvente.
Continuação do 2º assalto. Uma parte mais mediana da série, mesmo tendo uma grande perda de uma personagem do elenco. Continua boa, com as tretas, os romances e conflitos, mas espera-se um pouco mais. Talvez já esteja na hora de finalizar.
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