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Crítica da série
4,0
Enviada em 6 de setembro de 2024
Uma série que traz uma perspectiva fresca e envolvente sobre a infância do personagem Sheldon Cooper, onde a trama é tecida com um equilíbrio delicado entre comédia e drama, explora as complexidades de crescer sendo um prodígio em uma família tradicional do Texas. A narrativa se destaca não apenas pela originalidade, mas também pela habilidade em manter o público engajado através das nuances e desafios enfrentados por Sheldon, desde o ambiente escolar até as dinâmicas familiares.
Percebemos que o aspecto emocional é um de seus pontos fortes da obra, com momentos que oscilam entre a leveza e a seriedade. Isso permite uma conexão mais profunda com os personagens, especialmente com Sheldon, cuja jornada de amadurecimento é retratada com uma sensibilidade que evoca empatia e as vezes irritação, mas não apenas com ele, pois observamos o amadurecimento de todos os personagens. A trilha sonora acompanha habilmente essas variações, pontuando cenas com músicas que complementam a atmosfera, seja elevando momentos de conquista ou sublinhando as dificuldades.
Dito isso, além de Sheldon, a série brilha por sua galeria de personagens secundários, que são fundamentais para a trama e a evolução do protagonista. Mary, a mãe devotada, por exemplo, oferece um contraponto à mente racional de Sheldon, enquanto George, o pai, apresenta uma figura de resiliência e simplicidade frente aos desafios da vida. Missy, por sua vez, proporciona um olhar diverso sobre a infância, contrastando e complementando as peculiaridades de Sheldon com sua esperteza e leveza. Meemaw adiciona uma camada de sabedoria e um toque de rebeldia, enriquecendo ainda mais o cenário familiar. Cada um desses personagens contribui para um ambiente que molda, desafia e nutre Sheldon, destacando a complexidade de suas interações e o impacto significativo que têm na vida uns dos outros.
O humor, com um toque sutil, não apenas alivia a tensão, mas também serve como uma ferramenta para abordar temas complexos de maneira acessível. Isso é feito com um respeito notável pelas peculiaridades de cada personagem, especialmente Sheldon, cujas interações sociais muitas vezes geram situações engraçadas sem desviar do respeito à sua personalidade única. Por fim, a obra se destaca por sua capacidade de combinar humor, emoção e uma narrativa envolvente.
Eu chorei, com o final, George morre, e é algo tão, mas tão duro, para Sheldon, e ele passa da sua forma, A Mãe, dele; Marry, ela tenta achar conforto em batizar os filhos, achando que vão ser salvo, não pode ser por obrigação, mas ela ignorou essa parte, kkkk, a Vovó é a melhor, sempre uma figura, sempre com as melhores piadas, meu episódio favorito, é o da 2⁰ temporada 16, e é tão legal, terminei está série em 3 semanas, mas, consegui, foi tão legal!
Uma série onde os atores foram muito bem escolhidos (principalmente o Iain Armitage, que interpreta o Sheldon novo) e os roteiristas também, porque a obra consegue equilibrar cenas de humor com momentos tensos, tristes ou emocionantes. Foi muito legal assistir a série, eu maratonei de tào viciada que fiquei, ela simplesmente te prende! É incrível ver como os personagens vão evoluindo e amadurecendo ao longo da obra, peincipalmente as crianças. Young Sheldon faz tu entender mais coisas que aparecem em TBBT e, obviamente, ter uma outra visão do Sheldon, o porquê ele faz certas coisas, de onde surgiu "Bazinga", etc. Recomendo muito!! 9/10
Como gostar de uma série na qual o personagem principal é o menos interessante da série? Não consegui criar uma empatia ou afeição pelo Sheldon, qualquer momento que ele não estava na cena era a melhor parte O humor da série é estupidamente fraca, a história dos personagens coadjuvantes são muito melhores que dó principal! E se prepare para ACABAR com a imagem vc que tem do Sheldon pq se vc ama ele em TBBT, vc vai odiar ele nessa série! Agora vou simplesmente fingir que nunca assistir isso na minha vida, e voltar para TBBT
A série Young Sheldon é uma excelente opção para quem busca uma comédia leve e cativante. O programa se destaca por sua capacidade de expandir o universo de The Big Bang Theory, mas com uma abordagem única e cheia de personalidade. O protagonista, Sheldon Cooper, é retratado de forma sensível e engraçada, mostrando seu amadurecimento e as dificuldades de ser uma criança superdotada em um ambiente que nem sempre o compreende. A série consegue equilibrar o humor com momentos tocantes, explorando as dinâmicas familiares e os desafios de Sheldon na escola e na vida. Além disso, a família de Sheldon é um dos pontos fortes da produção. A mãe, Mary, é uma figura de apoio incondicional, enquanto o pai, George, e os irmãos, Missy e Georgie, oferecem um contraponto realista e cômico às excentricidades do gênio mirim. A narrativa é bem construída, com episódios que exploram temas universais como amizade, família e a busca por pertencimento. Em resumo, Young Sheldon é uma série que se sustenta por si só, sem precisar do conhecimento prévio de The Big Bang Theory. É uma comédia inteligente e emotiva que, de forma leve e divertida, nos faz refletir sobre as complexidades da vida e as relações humanas.
Todos os personagens são maravilhosos, divertidos, coerentes, sagazes. Nada sobra e nada falta. O final da última temporada é pra assistir preparado para se debulhar em lágrimas. É lindo ver o consolo q o Sheldon oferece à mãe ao se batizar. Consolo esse q a Missy, mesmo sendo muito sagaz na interpretação das emoções humanas, não conseguiu dar. A evolução do Geroge Jr tbm é bonita de ser. Ao final da última temporada ele parece um homem, apesar dos 18/19 anos.
Uma merda ele fica falando mal de Deus mas tem conhecimento do que fica dizendo, só não acredito e por causa disso fica humilhando e menosprezando o Cristianismo
O ator jovem não NADA A VER com o Sheldon adulto. Sem carisma, parado e entediante. Personagens pouco fieis aos descritos na série TBBT. Simplesmente horrível!
Sério para assistir com a família, tem alguns temas delicados e que podem não agradar a todos, mas assisti todas as temporadas com meu filho de 9 anos, sem constrangimento, mas tive que explicar algumas piadas para ele, foi divertido, kkk.
Série maravilhosa! Perfeita para maratonar em um feriadão chuvoso. Muito bem escrita e elaborada, divertida, comovente, enfim: emocionante. É basicamente cômica, porém ocorrem vários momentos dramáticos capazes de levar o espectador às lágrimas. Os personagens tem alma e rola uma química perfeita nas suas interações, graças à uma excelente direção. A série prende desde o primeiro episódio, mesmo para quem nunca viu "The Big-Bang Theory". Uma das melhores séries que vi naquela plataforma.
A série em si é muito boa, mostra uma realidade totalmente diferente de bbt. Nos da personagens vivos e cheios de criatividade. Principalmente a vovó. spoiler: O final foi uma obra-prima. Eu particularmente me identifiquei muito com a reação dos sheldon a morte do pai. Onde o "pai, eu te amo." Me pesou demais. Meu pai faleceu de ataque cardíaco igual o George, e ver que o sheldon teve a mesma reação que eu me pesou.[/spoiler] Série perfeita
Amei a seria, comecei meio desinteressada, mas foi me conquistando a cada episodio. Cada personagem com sua peculiaridade, mas o Sheldon, foi o destaque, o que me prendeu, por suas tiradas, e maneiras de dizer que todos podemos passar por situações dificies, mesmo sendo um garoto nota mil.... o final foi precisoso, fechou de uma maneira simples, e tocante...
A série é interessam, com uma ótima escolha para o Sheldon versão criança. Espero que com o passar das temporadas a mesma não se torne repetitiva. Mas para fãs de big bang theory vale a pena conferir.
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