The Handmaid's Tale
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orodrigorech
orodrigorech

1 seguidor 5 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 4 de agosto de 2025
As primeiras duas temporadas são bem "arrastadas", precisa fazer um esforço para assistir. Depois disso a série rende muito. Gostei da série, não está entre as melhores que já assisti, mas de fato é muito boa e com um roteiro muito interessante. A série traz vários momentos de muita tensão que me deixaram aflito, o que gostei porque a série consegue transmitir esse tipo de sentimento com maestria.
Taisa A.
Taisa A.

7 seguidores 2 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 10 de janeiro de 2018
Muito boa,assistir tudo em um dia porque comecei a ver e não consegui parar..Ansiosa pela segunda temporada!
emmecarrd
emmecarrd

16 seguidores 43 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 9 de agosto de 2018
Instigante e muito bem produzida! Boas atuações, música, fotografia e enredo. Recomendo. Uma série imperdível.
Vivi Meirelles
Vivi Meirelles

6 seguidores 26 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 18 de agosto de 2018
Comecei a assistir e gostei logo de cara, não apenas por ser uma série que foge totalmente do padrão que estamos cansados de ver na Netflix e sim por expor o quanto o ser humano pode ser podre por dentro e nem notar. Vou continuar assistindo 
Jackson A L
Jackson A L

13.685 seguidores 1.236 críticas Seguir usuário

Crítica da 2 temporada
4,5
Enviada em 29 de setembro de 2021
A série continua muito bem, o primeiro capitulo eu diria que foi até melhor que o último. Elisabeth Moss continua dando show. Nessa temporada, algumas situações são melhores explicadas, alguns personagens sendo mais aprofundados. Continua valendo muito a pena!
Ricardo L.
Ricardo L.

63.222 seguidores 3.205 críticas Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
4,5
Enviada em 8 de janeiro de 2018
Ótima 1° Temporada! Para muitos a melhor série de 2017, eu coloco com uma das melhores. Temos aqui Elizabeth Moss e Joseph Fiennes estrelando esse drama de 1° qualidade, com uma história cheia de reviravoltas e suspense, com atuações fantásticas, principalmente de Moss que lhe rendeu o prêmio máximo, Globo de ouro 2018, merecidamente, pois sua atuação é uma das mais incríveis de 2017. Roteiro é impecável, tem alguns pequenos clichês, mas são praticamente não visto, pelo tamanho e crescimento da série durante os episódios. Uma série que merece muito ser vista e revista.
Adriano Silva
Adriano Silva

1.612 seguidores 478 críticas Seguir usuário

Crítica da 5 temporada
4,5
Enviada em 11 de novembro de 2022
TEM SPOILERS!

The Handmaid's Tale - 5ª Temporada

Eu tenho um imenso orgulho em poder afirmar que "The Handmaid's Tale" está entre as melhores séries que eu já assisti em toda a minha vida. A primeira e a segunda temporada são indiscutivelmente as melhores de toda a série, verdadeiras obras-primas. Já a terceira e a quarta a série cai um pouco de rendimento. Essa quinta temporada ganha novos ares, um novo fôlego, se sobressai em relação às temporadas 3 e 4.

O final da temporada 4, apesar de previsível, foi o grande destaque, a grande revolução, o grande ato de coragem de June Osborne (Elisabeth Moss) em relação ao governo imperialista e totalitário de Gilead. Pois ao assassinar brutalmente o todo poderoso Commander Fred Waterford (Joseph Fiennes) ela despertou a ira, ela despertou a fúria, ela despertou e alimentou o sentimento de vingança de Serena Waterford (Yvonne
Strahovski). E é exatamente dessa premissa que a quinta temporada é iniciada, colocando o desejo de vingança de Serena contra June. Já June, agora no Canadá, vive na esperança de conseguir resgatar sua filha Hannah (Jordana Blake), que ainda está aprisionada sobre o regime de Gilead.

A quinta temporada de "The Handmaid's Tale" é movida pela sede de justiça por parte de June e o desejo de vingança por parte de Serena. E é exatamente dessa forma que iniciamos o primeiro episódio, com a notícia do assassinato de Fred chegando até Serena, e a June completamente descontrolada e fora de si vagando pelas ruas banhada de sangue. Fica muito claro que June ainda se encontra em um visível estado de desequilíbrio emocional, porém, também está muito claro o seu estado contemplativo e orgulhoso pelo a sua vingança em relação ao Comandante Waterford.

O segundo episódio é voltado para o velório do Comandante Waterford sendo transmitido mundialmente pelos canais de TVs. É nesse episódio que Serena é usada como o rosto da "nova revolução" de Gilead ao tentar melhorar sua imagem enquanto a influência de Gilead começa a ganhar força no Canadá. Temos aquela cena impactante da June vendo sua filha Hannah ao lado de Serena. Nesse mesmo episódio temos uma cena surpreendente entre Janine (Madeline Brewer) e Esther (Mckenna Grace). É nesse episódio que Esther me pareceu ser uma espécie de nova Ofred da temporada 1.

Os episódios 7 e 8 são excelentes, os dois melhores episódios de toda a temporada. No sétimo temos uma espécie de redenção, de desconstrução, de descaracterização de Serena, ao dar à luz ao pequeno Noah e ser ajudada no parto por ninguém menos que June. No final do episódio Serena é presa para ser deportada e perde a guarda de seu filho. A cena final onde June a observa é muito forte. Já no oitavo episódio somos impactados pela forma como a Serena ficou submissa, praticamente uma serva (Handmaid), ao voltar para a casa do casal Wheeler que raptou seu filho - qualquer semelhança com uma história envolvendo Ofred e sua filha Nicole não é uma mera coincidência. Ainda temos aquela proposta absurda do Comandante Joseph Lawrence (Bradley Whitford) para June em relação a 'Nova Belem', que obviamente com a ajuda da tia Lydia (Ann Dowd), ele estava buscando uma ascensão ao poder em Gilead.

O trabalho na direção dos 10 episódios foram completamente incríveis: com a própria Elisabeth Moss dirigindo magistralmente os episódios 1, 2 e 10. Já o episódio 9 ficou à cargo do grande Bradley Whitford. Mas sem dúvida o maior destaque da temporada vai para a brasileira Natalia Leite, que dirigiu com extrema excelência os episódios 7 e 8.

Elisabeth Moss sempre foi o grande nome da série, isso é inquestionável, porém, confesso que na última temporada eu fiquei um pouco incomodado com sua personagem, e muito por ela constantemente se portar com aquele ar soberano, inabalável, inatingível, que tirou um pouco da caracterização da personagem. Mas confesso que nessa temporada ela recuperou toda potência e toda excelência demonstrada nas primeiras temporadas da série. Moss traz uma June que ainda se exibe como uma "badass" em algumas cenas, porém, agora somos constantemente confrontados com sua vulnerabilidade, com sua fraqueza, com seus traumas, o que humaniza cada vez mais a personagem e desconstrói todo o seu ímpeto. Elisabeth Moss novamente nos entrega o que sabe fazer de melhor na arte de atuar, ou seja, uma interpretação completamente impecável.

A temporada 2 de Yvonne Strahovski é a sua melhor dentro da série até hoje, porém, nessa temporada temos o ápice da sua personagem. Meu caso com a Serena Waterford é de amor e ódio, às vezes eu a amo e a defendo, às vezes eu a odeio incontestavelmente. Serena sempre foi considerada uma vilã tanto quanto seu marido (ou ainda pior), como acompanhamos nas temporadas 1 e 2. A partir da terceira temporada ela é sempre confrontada, desafiada e até ridicularizada (como aconteceu ao perder o dedo). Exatamente este é o ponto em que às vezes me simpatizo com ela e às vezes a detesto. Mas especificamente nessa temporada ela tem a sua melhor exibição, ela nos convence em várias fases - tanto no início da temporada ao declarar abertamente vingança contra June, quanto do meio para o final da temporada, onde temos sua verdadeira redenção.

Vou confessar que eu senti pena da Serena, senti dó, senti compaixão, principalmente no episódio 7. E eu acho que fui motivado pelos mesmos sentimentos da June, quando ela não conseguiu deixá-la morrer sozinha e abandonada para dar à luz ao próprio filho. Posso estar certo ou errado, mas confesso que na cena final do último episódio eu fiquei extremamente feliz e emocionado, ao constatar que a jornada das duas segue entrelaçada e um arco de redenção pode acontecer na próxima temporada. Yvonne Strahovski dividi todo o protagonismo da temporada com a Elisabeth Moss, e entrega simplesmente a sua melhor atuação na personagem de toda a série.

Madeline Brewer sempre foi uma atriz que amo de paixão na série. Janine é muito meiga, muito fofa, muito solidária, porém sofrida, reprimida, menosprezada, e nessa temporada constatamos exatamente tudo isso. Confesso que eu esperava uma participação maior da sua personagem dentro da temporada, mas se limitou à poucos episódios. Todavia, no último episódio me partiu completamente o coração, ao ser confrontado com aquela cena em que possivelmente iriam matar a Janine - eu fiquei em choque nessa hora. O mesmo vale para a atriz Mckenna Grace, que foi adicionada na série na temporada passada com sua personagem Esther. Esther foi muito mais relevante na temporada passada, se mostrando submissa e ao mesmo tempo bastante letal. Nessa quinta temporada, tanto Janine quanto Esther foram completamente esquecidas desde a cena do hospital.

Ann Dowd também é um grande nome dentro da série com sua icônica Tia Lydia. Tia Lydia é o mesmo caso da Serena, uma personagem que já odiei muito nas temporadas passadas. Especificamente nessa temporada Tia Lydia progride em um possível arco de redenção, por todas as suas atitudes perante a personagem Esther e principalmente a Janine (como vimos no último episódio, para a minha total surpresa). Estou muito curioso com o desenrolar da personagem na próxima temporada.

Max Minghella novamente com seu intrigante Nick Blaine (ou Comandante Blaine). Confesso que o Nick pra mim virou uma incógnita na série desde a segunda temporada, ou pelo menos não consigo compreender seus objetivos e suas reais motivações. Está muito claro que ele almeja cargos cada vez maiores no governo de Gilead, mas eu sempre duvido do seu carácter. Se eu pudesse apostar no final do seu personagem na próxima temporada, eu apostaria que ele vai dar a sua vida em prol do resgate de Hannah, para dessa forma ficar em paz com June, mesmo depois de morto.

Bradley Whitford sempre muito elegante e muito arrojado com seu Comandante Lawrence. O Comandante Lawrence também luta sua própria batalha conforme reflete sobre o regime de Gilead. Outro personagem que eu sempre tive um pé-atrás, principalmente com suas atitudes perante June. Mesmo caso do Nick, pra mim o Comandante Lawrence só age em prol do governo de Gilead. Definitivamente nunca deu para confiar nele.

O.T. Fagbenle finalmente convence em uma temporada completa da série no personagem Luke Bankole. Pois em suas apresentações nas temporadas passadas sempre ficava devendo um algo a mais. Dessa vez ele está muito mais empenhado, aguerrido, tem participações direta em praticamente todos os episódios, principalmente no último, onde temos o ápice de sua atuação no personagem. Já a Samira Wiley nunca mais conseguiu o destaque e a relevância da primeira temporada com a sua personagem Moira. Claramente ela sempre está escanteada na série, e nessa temporada não é diferente, apenas participa de algumas cenas mas sem um grande destaque.

Confesso que eu senti falta da atriz Emily Malek nessa temporada, já que ela anunciou a saída da série em um comunicado divulgado ao portal Deadline. "Depois de pensar muito, eu senti que precisava me afastar de The handmaid's tale neste momento. Serei eternamente grata a Bruce Miller por escrever cenas tão verdadeiras e ressonantes para Emily".

Com relação ao roteiro: eu achei genial e muito bem escrito, finalmente a série voltou aos eixos com um excelente roteiro, visto as derrapadas das temporadas 3 e 4. Além, é claro, as qualidades técnicas da série, que sempre foram excelentes. Novamente temos uma trilha sonora perfeita e muito bem ajustada com o ritmo de cada episódio. Uma fotografia belíssima, sempre nos confrontando com a alegria e a tristeza ali lado a lado. Uma direção de arte muito limpa e perfeitamente fiel com o propósito da série.

A quinta temporada de "The Handmaid's Tale" é excelente, finalmente a série renovou tomando novos ares e um novo rumo. O que definitivamente me agradou bastante, visto que a série vinha em uma queda constante nas duas temporadas anteriores. Dessa vez eu vibrei, me encantei e me emocionei com cada acontecimento de cada episódio, o que me deixou completamente animado e motivado para conferir a sexta temporada, que promete demais, visto ser a última da série - infelizmente!

Será que Serena Waterford merece nosso perdão? Será que ela merece uma segunda chance? Será que somos capazes de passar por cima de tudo que ela fez contra June enquanto era coagida (ou não) pelo seu marido?
Eu acredito na redenção da Serena e em uma possível aliança com a June para acabar com o regime totalitarista e perverso da república de Gilead. Agora se elas vão se tornar amigas além de aliadas, bem...isso só a sexta temporada poderá nos dizer.
[11/11/2022]
Ruan R Rock
Ruan R Rock

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Crítica da série
4,5
Enviada em 8 de janeiro de 2018
A série é espetacular! A atuação da Elisabeth Moss é incrível, a facilidade dela de demonstrar diversas emoções é fabuloso. A história é impactante, quando acaba um episódio vc já quer entrar no próximo. Acabei a primeira temporada e queria muito que a segunda estivesse disponível. Enfim, a série mostra o perigo que é unir religião e Estado. E de pensar que em plena século XXI tem gente com ideias conservadoras querendo retroceder a idade média, provavelmente pessoas que desconhecem a história da religião. Essa série vem pra tentar fazer as pessoas despertarem, principalmente nos Eua, onde o Estado se aproxima cada vez mais da religião (no Brasil não é diferente). A série tbm demonstra a hipocrisia dos fanáticos, e principalmente como as escrituras trata a mulher... há tbm um toque feminista, mostrando a luta das Aia pra se libertarem daquela situação, mas apenas com união elas conseguirão. A cena do último episódio mostra bem isso. Ou seja, só assim a mulher poderá destruir esse patriarquismo milenar.
Kamila A.
Kamila A.

7.933 seguidores 816 críticas Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
4,5
Enviada em 17 de maio de 2018
De acordo com o seu sentido literal, a palavra aia pode possuir diversos significados, como dama de companhia ou ama, mulher cuja responsabilidade está relacionada com a educação e a criação de crianças que pertencem a famílias ricas ou mulher que realiza serviços domésticos para alguém que faz parte da nobreza. Conforme o universo narrativo concebido pela escritora Margaret Atwood, as aias desempenham funções relacionadas ao primeiro e ao segundo conceitos.

Na série O Conto da Aia, nos encontramos num futuro distópico, em que a baixa natalidade foi uma consequência direta da catástrofe ambiental. Com o objetivo de tentar aproximar os Estados Unidos da visão retratada na Bíblia, um grupo de homens promove o que aparenta ser um golpe de estado e instaura a República de Gilead no país. Neste local, as mulheres são proibidas de terem empregos e de se alfabetizar e são relegadas a funções domésticas – como os papéis de esposa, de cozinheiras e de aias.

As aias são aquelas mulheres que são designadas para as casas dos líderes desse movimento – que se autointitulam Comandantes –, onde, após a realização de um ritual, elas são possuídas por esses homens, com o intuito de gerarem filhos que serão criados por esses líderes e suas esposas. A história é centrada justamente numa dessas aias, June Osborne (Elisabeth Moss, vencedora de todos os prêmios possíveis pela atuação na primeira temporada desta série), que foi designada para a casa do Comandante Waterford (Joseph Fiennes) e sua esposa Serena (Yvonne Strahovski).

A primeira temporada de O Conto da Aia enfoca a rotina dessas mulheres que têm a sua dignidade usurpada diariamente por homens que impõem a sua dominação. Apesar disso, estas mulheres possuem suas crenças e seus desejos íntimos e elas tentam resistir o máximo que podem. Ao mesmo tempo, a série consegue desenvolver as personagens secundárias a contento, da mesma maneira em que aborda os relacionamentos mais íntimos que surgem entre eles.

Chama a atenção em O Conto da Aia a realidade que a série nos retrata. A mistura de religião com política, como retratada nos atos cometidos em Gilead, é catastrófica. Algumas situações são muito hipócritas. Precisa-se ter muito estômago para assistir ao que o programa mostra – especialmente se você for mulher. No mais, somente uma lição fica: a de que resistir e lutar são sempre as melhores soluções – ainda mais quando estamos diante de uma ditadura teocrática, que parece que veio da Idade Média, e que nos dá a impressão de ser utópica, mas, quando a gente vê alguns acontecimentos que acontecem atualmente, nos mostram que Gilead é totalmente possível de ocorrer.
Alexandre C.
Alexandre C.

5.232 seguidores 525 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 10 de maio de 2019
Boa série, Elizabeth Moss tem atuação brilhante como protagonista, a história é bem obscura em um futuro caótico, a história é bem legal.
Rayane V.
Rayane V.

9 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 13 de abril de 2019
A história é muito boa. Pensar em uma realidade dessa é assustadora. Gosto das aplicações e de ver como uma máquina interpretação bíblica pode ser desastrosa.
Thiago Raposo
Thiago Raposo

5 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 10 de junho de 2019
É ficção, mas traz críticas a comportados sociais reais, como o fanatismo religioso e o caráter humano em meio a uma possível crise de natalidade. Catártica!
Gabriel dos Anjos
Gabriel dos Anjos

1 seguidor 8 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 9 de novembro de 2020
Série fantástica, sensacional. Aborda questões futuristas, mas atuais, de maneira muito brutal. Apresenta uma realidade louca, mas muito, muito possível de acontecer com a gente num futuro próximo. Personagens incrivelmente bem desenvolvidos, atores incríveis, e uma protagonista de tirar o folego. Único detalhe que vi na série foi na terceira temporada, que na minha visão mais ou menos na metade ela ficou um pouco arrastada, mas tirando isso, série quase perfeita, uma das melhores que assisti.
Orlando P.
Orlando P.

1 seguidor 3 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 13 de junho de 2020
Uma série extremamente cativante. A angústia e a revolta são as linhas de ação. um mundo muito próximo, as pessoas tão parecidas com nossos amigos vizinhos parentes, irmãos e, de repente, subjugados, humilhados e por fim torturados até a morte, certa e impiedosa. estado totalitário, imposição religiosa, cegueira moral e social, castas, hierarquia e ideologias impostas. um mundo com pouca luz, cores neutras e ambientes escuros predominam as cenas densificando a dramaticidade. música incidental emocionante, existe luz no fim do túnel... ?
georgeta S.
georgeta S.

1 crítica Seguir usuário

Crítica da 2 temporada
4,5
Enviada em 1 de junho de 2018
Melhor série 2017/2018 O enredo da série muito boa.Com personagens incríveis!! Simplesmente perfeita
Primeiro episódio - Offred: " Porque que ele não acaba logo com essa porra" Me apaixonei ali kkkkkkk melhor frase 