The Handmaid's Tale
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4,7
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Ricardo L.
Ricardo L.

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Crítica da 1 temporada
4,5
Enviada em 8 de janeiro de 2018
Ótima 1° Temporada! Para muitos a melhor série de 2017, eu coloco com uma das melhores. Temos aqui Elizabeth Moss e Joseph Fiennes estrelando esse drama de 1° qualidade, com uma história cheia de reviravoltas e suspense, com atuações fantásticas, principalmente de Moss que lhe rendeu o prêmio máximo, Globo de ouro 2018, merecidamente, pois sua atuação é uma das mais incríveis de 2017. Roteiro é impecável, tem alguns pequenos clichês, mas são praticamente não visto, pelo tamanho e crescimento da série durante os episódios. Uma série que merece muito ser vista e revista.
Ricardo L.
Ricardo L.

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Crítica da 2 temporada
5,0
Enviada em 16 de abril de 2020
Excelente! segue bem a pegada da antecessora! atuações impecáveis e uma direção de arte de 1°! Grande temporada!!
Ricardo L.
Ricardo L.

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Crítica da 3 temporada
5,0
Enviada em 16 de abril de 2020
Fecha bem essa série com uma pegada diferente e ao mesmo forte e para os corações mais fracos, pesado mesmo, uma das grandes séries dessa década.
cinetenisverde
cinetenisverde

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Crítica da 1 temporada
3,5
Enviada em 15 de abril de 2018
Esta série da Hulu pode ser vista como uma mini-aula de história e sociologia “a céus abertos”. Começamos vendo uma família fugindo na floresta. Um pai, uma mãe e uma garota. Eles fogem das forças inexoráveis de um Estado autoritário (isso na prática, se você já assistiu filmes suficientes, quer dizer que a família acaba ali). São momentos fortes que sintetizam o significado do totalitarismo na vida das pessoas, quando o coletivo vale mais do que a própria unidade básica da sociedade: a família.

Corte na cena com avanço rápido no tempo. Estamos com a mesma mãe de família, June, mas ela se veste com panos que remetem a uma época medieval, embora cercada dos mesmos seguranças uniformizados, camburões e rádios-patrulha. Ela é agora membro de uma unidade maior que sequestra o livre-arbítrio dos participantes dessa nova sociedade, onde a função das mulheres é a função que toda mulher carregou por centenas de milhares de anos e que havia apenas se libertado há algumas décadas: parir crianças.
Jackson A L
Jackson A L

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Crítica da 1 temporada
5,0
Enviada em 20 de agosto de 2021
Série impecável. Ao mesmo tempo em que é provocativa, é também necessária. Há muita realidade nessa ficção, até mesmo nos dias de hoje. Elisabeth Moss excelente nesse papel, pois consegue transmitir todos os sentimentos vividos por June/Offred.
Jackson A L
Jackson A L

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Crítica da 3 temporada
3,0
Enviada em 15 de novembro de 2021
Depois de duas temporadas excelentes, a terceira começa a dar sinais de desgaste e características visíveis de "cozimento" da série. Comecei a gostar dos últimos capítulos, mas confesso que gostaria que já estivesse sendo encaminhada para o final.
Jackson A L
Jackson A L

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Crítica da 5 temporada
3,0
Enviada em 5 de outubro de 2023
Continuo assistindo, mas o que era ótimo ficou na primeira e segunda temporada. Algumas cenas e acontecimentos foram muito idiotas. Esther e Emily simplesmente foram esquecidas. Janine e Tia Lydia acredito que terão grande destaque nessa última temporada. Luke é um cara chato, só arrasta a série. Ator do personagem de Lawrence, o faz com maestria, bem como já citadas atrizes de Janine e Lydia, além, lógico, da própria Elisabeth Moss.
Jackson A L
Jackson A L

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Crítica da série
5,0
Enviada em 20 de agosto de 2021
Série impecável. Ao mesmo tempo em que é provocativa, é também necessária. Há muita realidade nessa ficção, até mesmo nos dias de hoje. Elisabeth Moss excelente nesse papel, pois consegue transmitir todos os sentimentos vividos por June/Offred.
Jackson A L
Jackson A L

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Crítica da 2 temporada
4,5
Enviada em 29 de setembro de 2021
A série continua muito bem, o primeiro capitulo eu diria que foi até melhor que o último. Elisabeth Moss continua dando show. Nessa temporada, algumas situações são melhores explicadas, alguns personagens sendo mais aprofundados. Continua valendo muito a pena!
Jackson A L
Jackson A L

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Crítica da 4 temporada
3,5
Enviada em 15 de fevereiro de 2022
A série deu uma boa arrastada no andamento dessa temporada. Ainda assim, continuou instigantes, pois tem personagens interessantes. Vamos para a 5° temporada. "prisbí"
Jackson A L
Jackson A L

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Crítica da 6 temporada
3,0
Enviada em 18 de junho de 2025
Finalmente série terminada. Depois de ter um início fantástico, sobretudo as duas primeiras temporadas, Luke e Moira deixavam a série chata demais. Algumas coisas nessa última temporada não fizeram sentido algum, enquanto outras somente sem explicações. Joseph Lawrence foi um baita personagem.
Kamila A.
Kamila A.

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Crítica da 2 temporada
3,0
Enviada em 10 de dezembro de 2018
Ao contrário do que foi visto na primeira temporada de O Conto da Aia, a qual era baseada no livro homônimo escrito por Margaret Atwood, a segunda temporada da série, na realidade, deixa o livro de lado e passa a ter como inspiração os roteiros originais escritos pela sua equipe de roteiristas, liderada pelo criador do programa, Bruce Miller.

Talvez, isso explique um pouco a queda de rendimento quando comparamos as duas temporadas. Se a primeira tinha um material muito rico a explorar; a segunda esbarra na pressão de se manter o alto nível visto no ano inicial da série. Se antes, tínhamos o enfoque na figura das aias e no estabelecimento dos fundamentos que compunham a República de Gilead; agora, a preocupação maior é pensar o futuro de Gilead e seus habitantes.

Nesse sentido, o olhar pra frente vem por meio de diversas perspectivas. Primeiro, a de Offred (Elisabeth Moss), que está grávida e pensativa sobre o futuro que seu bebê (e também sua filha Hannah, uma vez que a criança está cada vez mais em seus pensamentos) terão. Segundo, a dos comandantes, que intensificam as relações exteriores entre Gilead e os países vizinhos, uma vez que precisam das transações com estes mercados. Terceiro, a das aias, das domésticas Marthas, dos guardiães, dos olhos, das esposas, enfim, daqueles que compõem os diversos papeis vistos em Gilead e que sonham e vislumbram sempre com a possibilidade de liberdade.

Apesar deste viés interessante, a sensação que temos é a de que, nos seis primeiros episódios desta temporada, a trama fica muito presa no universo particular e complicado das relações de June/Offred, só se expandindo – e melhorando – a partir do sétimo episódio, quando o particular e o geral começam a se fundir mais. O season finale, mesmo com o incômodo sentimento de déjà vu, acaba de forma satisfatória, indicando que caminhos promissores estão por vir, no que diz respeito ao desenvolvimento desta trama.
Kamila A.
Kamila A.

7.938 seguidores 816 críticas Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
4,5
Enviada em 17 de maio de 2018
De acordo com o seu sentido literal, a palavra aia pode possuir diversos significados, como dama de companhia ou ama, mulher cuja responsabilidade está relacionada com a educação e a criação de crianças que pertencem a famílias ricas ou mulher que realiza serviços domésticos para alguém que faz parte da nobreza. Conforme o universo narrativo concebido pela escritora Margaret Atwood, as aias desempenham funções relacionadas ao primeiro e ao segundo conceitos.

Na série O Conto da Aia, nos encontramos num futuro distópico, em que a baixa natalidade foi uma consequência direta da catástrofe ambiental. Com o objetivo de tentar aproximar os Estados Unidos da visão retratada na Bíblia, um grupo de homens promove o que aparenta ser um golpe de estado e instaura a República de Gilead no país. Neste local, as mulheres são proibidas de terem empregos e de se alfabetizar e são relegadas a funções domésticas – como os papéis de esposa, de cozinheiras e de aias.

As aias são aquelas mulheres que são designadas para as casas dos líderes desse movimento – que se autointitulam Comandantes –, onde, após a realização de um ritual, elas são possuídas por esses homens, com o intuito de gerarem filhos que serão criados por esses líderes e suas esposas. A história é centrada justamente numa dessas aias, June Osborne (Elisabeth Moss, vencedora de todos os prêmios possíveis pela atuação na primeira temporada desta série), que foi designada para a casa do Comandante Waterford (Joseph Fiennes) e sua esposa Serena (Yvonne Strahovski).

A primeira temporada de O Conto da Aia enfoca a rotina dessas mulheres que têm a sua dignidade usurpada diariamente por homens que impõem a sua dominação. Apesar disso, estas mulheres possuem suas crenças e seus desejos íntimos e elas tentam resistir o máximo que podem. Ao mesmo tempo, a série consegue desenvolver as personagens secundárias a contento, da mesma maneira em que aborda os relacionamentos mais íntimos que surgem entre eles.

Chama a atenção em O Conto da Aia a realidade que a série nos retrata. A mistura de religião com política, como retratada nos atos cometidos em Gilead, é catastrófica. Algumas situações são muito hipócritas. Precisa-se ter muito estômago para assistir ao que o programa mostra – especialmente se você for mulher. No mais, somente uma lição fica: a de que resistir e lutar são sempre as melhores soluções – ainda mais quando estamos diante de uma ditadura teocrática, que parece que veio da Idade Média, e que nos dá a impressão de ser utópica, mas, quando a gente vê alguns acontecimentos que acontecem atualmente, nos mostram que Gilead é totalmente possível de ocorrer.
Alexandre C.
Alexandre C.

5.235 seguidores 525 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 10 de maio de 2019
Boa série, Elizabeth Moss tem atuação brilhante como protagonista, a história é bem obscura em um futuro caótico, a história é bem legal.
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 478 críticas Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
5,0
Enviada em 21 de junho de 2019
THE HANDMAID'S TALE - O Conto da Aia (season 1

The Handmaid's Tale é uma produção da MGM com parceria da HULU (um serviço de streaming), sendo lançada em 26 de abril de 2017. A série foi criada por Bruce Miller, baseado no romance homônimo de 1985 da escritora canadense Margaret Atwood sobre a distopia de "Gileade".

A história se passa em um futuro distópico onde os Estados Unidos se transformaram na República de Gileade, sendo dominada por uma facção católica, cujo governo impõe um regime totalitarista, onde as leis são baseadas no antigo testamento. Dentro desse universo as mulheres estão quase todas inférteis, por causa da poluição e das doenças sexualmente transmissíveis. As poucas mulheres férteis que restaram são aprisionadas em um regime e passam a serem denominadas por "AIA" (uma mulher cuja sua única função é procriar). Nesse contexto está Offred (Elisabeth Moss), que é entregue ao Comandante para ser a nova Aia (Handmaid) da casa.

The Handmaid's Tale é a coisa mais magnífica e esplendorosa que eu já assisti na vida, também é a coisa mais triste, repugnante e odiosa que eu já vi na vida. Uma série forte, pesada, incômoda, doentia, que nos causa repulsa e nos confronta diretamente com temas atuais, como o caso da colocação da mulher na sociedade, se tornando uma série muito importante e que precisa ser vista por todos atualmente. Somos apresentados para uma sociedade completamente machista, em que as mulheres são usadas apenas como meios de reprodução, como o tema de uma celebração. Inclusive, as roupas das Aias – como o chapéu de longas abas e a roupa vermelha que cobre o corpo inteiramente – é um dos símbolos de repressão dessa sociedade distópica representada na trama.

A série mostra um governo em guerra que quer impor uma teonomia cristã com o intuito de restaurar a paz, se baseando inteiramente na Bíblia (com várias citações a passagem Bíblica de Jacó com sua esposa que não podia engravidar, e sua irmã). Uma sociedade dominada por líderes sedentos pelo poder, ditando regras sobre um governo militarizado, hierárquico e fanático, cuja as mulheres são brutalmente subjugadas, onde não possuem o seu direito do livre-arbítrio, como trabalhar, possuir suas propriedades, controlar o seu dinheiro e até mesmo ler. Uma interpretação do mais alto escalão do machismo e do extremismo, onde as mulheres são impostas às casa dos líderes de governo unicamente para servi-los, sendo submetidas a espantosos "estupros ritualizados" com a intenção de gerar um bebê para seu mestre e consequentemente para as suas esposas inférteis (uma das cenas de maior perversidade humana que eu já vi). Outro ponto que me deixou completamente incomodado, o fato das mulheres não poderem usar os seus próprios nomes, sendo obrigadas a usarem codinomes que representavam os seus atuais Comandantes ("patronímico"), como um símbolo da posição sagrada delas. É uma coisa completamente absurda e doentia, eram como se quisessem apagar todo passado das mulheres, como no caso da June (nome original da Offred), que tinha uma vida com seu esposo e sua filha antes de tudo isso acontecer.

The Handmaid's Tale é uma pérola, uma obra de arte, uma obra-prima das séries, com um roteiro absurdamente inteligente e bem feito, uma narrativa da Elisabeth Moss primorosa e muito objetiva, e um enredo que aguça e desperta a curiosidade e a compaixão de qualquer ser humano que se importe com o próximo. É difícil achar a perfeição, mas esta série é 100% perfeita (eu não achei um erro), tudo é feito com a maior qualidade possível, com o maior cuidado possível, com o maior amor pelo espectador - é genial! Os episódios são todos (sem exceções) impecáveis, formidáveis, onde todos se completavam com uma harmonia e uma coesão invejável. Destaco os episódios 1 e 2, onde a série já começa com um soco no estômago, nos mostrando os acontecimentos posteriores fazendo ligações com o presente e consequentemente com o futuro, tudo muito bem apresentado. Assim como o episódio 6, quando Offred tenta sair da submissão que lhe foi imposta fazendo revelações para a Embaixadora Mexicana. O episódio 7 também merece um destaque, quando a série tem uma pequena mudança de tom (nos surpreendendo novamente), mostrando acontecimentos cruciais antes de Gilead sobre a visão da própria June, do Luke (O. T. Fagbenle) e do Nick (Max Minghella).

Elisabeth Moss é a alma, o coração de toda série, é impossível não se apaixonar por esta mulher em The Handmaid's Tale. Elisabeth entrega a sua melhor atuação da carreira, um absurdo de entrega à personagem, uma apresentação impecável, perfeita, sem nenhum exagero. A série nos pega exatamente pela atuação da Elisabeth Moss como Offred, é incrível a ligação que ela cria conosco durante toda série, é como se ela fosse da nossa família, como se fosse alguém próximo que amamos muito. Passamos a se preocupar com ela e a torcer por ela desde o primeiro episódio até o fechamento do décimo, criamos uma empatia por ela, como se indiretamente fôssemos parte da sua história, simpatizamos por ela como se pudéssemos ajudá-la de alguma forma. Elisabeth Moss atua com a alma e o coração, nos entrega um nível altíssimo de dramaticidade, agonia, submissão, sempre com um olhar desesperador pedido por socorro, uma interpretação estupidamente "perfeita", sem um erro. Elisabeth Moss foi dignamente reconhecida e coroada com inúmeros prêmios por The Handmaid's Tale, como o Emmy de Melhor Série Dramática, o Critics' Choice Awards e o Golden Globe como Melhor Atriz em Série Dramática (nunca as premiações foram tão justas).

O elenco de The Handmaid's Tale é outra perfeição dentro da série! Todos (desde a protagonista até o mais simples dos coadjuvantes) estão perfeitos, estão formidáveis, entregam apresentações espantosamente incríveis e bem performadas.
Como Joseph Fiennes, que fez o Comandante Fred Waterford, um oficial do governo de alto escalão e o mestre de Offred. Peça importantíssima dentro da trama, que tem ligações direta com toda a trajetória de Offred. Joseph está magistral na pele de um governante muito importante, sua atuação condiz com toda perfeição que ele entrega em cena. Yvonne Strahovski, como Serena Joy Waterford, esposa de Fred. Yvonne atua como uma figura que se passa por submissa perante seu marido, mas esconde seu lado mais letal e cruel, principalmente sobre o seu maior desejo da vida, ser mãe. Atuação magnânima, primorosa, completamente perfeita. Ann Dowd como tia Lydia, instrutora e guardiã brutal das Handmaids. Ann é uma das figuras mais odiosa de Gileade, aquela carrasca brutal, uma carcereira perversa, violenta, tempestuosa, agressiva, sem um pingo de compaixão em seu coração de pedra. Mais uma atuação monstruosa desse elenco estupendo de The Handmaid's Tale, mais uma interpretação pra ser aplaudida de pé em completo êxtase. Ann Dowd foi indicada na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante em Televisão no Globo de Ouro em 2017.

Completando com Max Minghella como Nick Blaine, motorista do Comandante Waterford e um ex-vagabundo de Michigan que desenvolve sentimentos por Offred. Um personagem com um começo mais morno, mas com o passar dos episódios ganha uma grande relevância e tem uma crescente absurda dentro da série - ótima atuação de Max Minghella. Samira Wiley como Moira, a melhor amiga de June desde a faculdade. Ela também começa como uma Aia, mas com o passar do tempo e a ajuda de June ela se liberta e passa a trabalha em um dos numerosos castigos não oficiais de Gileade como um "Jezebel" chamado Ruby. Samira Wiley também nos impressiona pela sua entrega e sua atuação, outra que arranca os nossos mais sinceros aplausos.
Ainda temos Alexis Bledel como Emily/Ofglen, uma parceira de compras de Offred, mais tarde sendo duramente castigada por ser considerada como uma "traidora de gênero" (um termo usado em Gileade em referência à homossexualidade) - ótima apresentação. Madeline Brewer como Janine/Ofwarren, a serva mais problemática, que é submetida a uma severa punição por mau comportamento, se destacando notavelmente na série, principalmente nos últimos episódios e mais precisamente no nono e no décimo - outra atriz que eu simpatizei bastante ao longo da série, passei a torcer por ela. E pra finalizar, O. T. Fagbenle como Luke Bankole, marido de June antes de Gileade e pai de sua filha Hannah. Um personagem que ganha uma importância e uma notoriedade dentro da série, principalmente ao chegar nos últimos episódios, o que me deixa com grandes expectativas sobre seu personagem na próxima temporada.

Além, é claro, das qualidades técnicas, que é outro ponto que engrandece ainda mais a série. Como a fotografia, que é feita de forma impecável, funcionando de forma genial em todos os episódios (aquele tom vermelho das vestimentas das Aias eram sempre confrontados em cenas). A direção de arte, a montagem e a cenografia da série, tudo minunciosamente bem detalhado e bem caprichado - vemos o amor pelo trabalho aplicado em cada detalhe dessas técnicas. E como jamais poderia faltar, a trilha sonora, se destacando como o verdadeiro coração da série, impondo ritmos e toques que jamais sairão das nossas lembranças. A série introduz vários ritmos e estilos musicais ao longo e aos términos de cada episódio, o que engrandece ainda mais a qualidade da trilha sonora da série - como o término do segundo episódio ao som de Simple Minds - Don't You (Forget About Me) de 1985, e até uma cena nesse mesmo episódio que a Janine canta Three Little Birds do Bob Marley - sensacional!

A primeira temporada de The Handmaid's Tale venceu 8 Emmys, 3 Critics' Choice Awards, 1 Screen Actors Guild Awards e 2 Golden Globe Awards - se tornando a "MELHOR SÉRIE" de 2017. E eu considero esta primeira temporada de The Handmaid's Tale como a melhor série que eu já assisti em toda a minha vida! [20/06/2019]