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Adriano Côrtes Santos
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Crítica da série
4,5
Enviada em 29 de janeiro de 2025
"Good Omens" é uma série adaptada do livro de Neil Gaiman e Terry Pratchett, que mistura humor, fantasia e crítica social. A trama segue a improvável parceria entre o anjo Aziraphale (Michael Sheen) e o demônio Crowley (David Tennant), que tentam impedir o apocalipse. As atuações de Sheen e Tennant são excepcionais, com uma química cativante entre os dois. A produção é de alta qualidade, com efeitos visuais que complementam a narrativa, e a direção equilibra ação com introspecção de forma eficaz. Embora com desenvolvimento limitado de personagens secundários, a série mantém sua essência, oferecendo uma adaptação fiel e envolvente. "Good Omens" é uma adaptação brilhante que combina humor, fantasia e performances excepcionais, oferecendo uma experiência televisiva memorável.
Uma das séries mais legais disponível na Amazon Prime Vídeo é BELAS MALDIÇÕES (GOOD OMENS) , que até o momento teve duas temporadas. A primeira temporada da série foi lançada em 2019 . Já a segunda temporada somente foi lançada em 2023, após a pandemia do coronavírus Os personagens principais da série são o Anjo Aziraphale, interpretado por Michael Sheen, e o demônio Crowley , interpretado por David Tennant. Apesar da teórica rivalidade que deveria existir entre os dois, eles estão na Terra há seis mil anos e são amigos . A primeira temporada da série envolve o fim do mundo, o Armagedom , que está prestes a acontecer. Apegados demais à vida na Terra, Aziraphale e Crowley formam uma aliança para impedir que isso aconteça, mesmo contrariando seus superiores no céu e no inferno. A série mostra o céu e o inferno de maneira bastante curiosa, semelhantes a grandes empresas como as que existem na Terra, onde predominam muita burocracia, muita inveja e muita luta pelo poder. O anjo Gabriel, por exemplo, muito bem interpretado pelo ator Jon Hamm, é o “chefão” no céu, sendo muito arrogante e sempre usando roupas caras. A temporada “brinca” com o clássico de terror A PROFECIA, de 1976, filme dirigido por Richard Donner e estrelado por Gregory Peck . Logo no primeiro episódio há uma trama do inferno para substituir o filho recém nascido de um embaixador americano pelo bebê que é o Anticristo. A encarregadas para fazer essa troca são freiras satanistas que trabalham num hospital mas, uma das freiras , muito atrapalhada, faz tudo errado e o bebê Anticristo acaba sendo entregue a um casal de classe média da Inglaterra. O erro somente será descoberto onze anos depois. Depois de muita correria e confusões, contando com a ajuda de alguns humanos, Aziraphale e Crowley conseguem impedir o fim do mundo . Se eles não tivessem sucesso, não haveria uma segunda temporada, que é igualmente divertida. Na segunda temporada da série, os eternos amigos procuram ajudar o Anjo Gabriel, que perdeu a memória e está sendo implacavelmente “caçado” pelo pessoal do céu e do inferno. Eles escondem Gabriel na biblioteca cujo dono é Aziraphale, enquanto investigam o que está acontecendo. Sou muito fã do ator David Tennant, o intérprete do demônio Crowley . Nascido na Escócia em 1971, atualmente ele está com 52 anos de idade . Muito alto e muito magro , ele é um ator viciado em trabalho, muito ativo principalmente em produções para a TV . Desde criança, o sonho de Tennant era interpretar o personagem clássico Dr. Who . Ele realizou esse sonho a partir de 2005, ao ser escolhido para estrelar a série DR. WHO, que está em produção até hoje. Tennat também é muito ativo em sua vida pessoal . Ele já é pai de cinco filhos e está casado com a atriz Geogia Tennant desde 2011.
Muito bom, muito bom plot, cenas, trilha sonora, atores maravilhosos que interpretam os personagens perfeitamente bem e o neil fez um ótimo trabalho dirigindo essa série, necessitamos uma terceira temporada.
Adorei a Série, claro tem algumas partes que não são tão boas em efeito visual e sentido, mas tem um grande potencial, pena que a série acabou e eu estou chorando por que um anjo e um demônio não ficaram juntos. spoiler:
Uma série incrivelmente bem produzida, as atuações e empatia entre os atores principais são incríveis. Humor muito bem dosado e inteligente. O que mais me chamou atenção na série, além da história coesa, é a produção de figurino, cenário fotografia, em qualquer dos momentos, mesmo em cenas de segundos, você consegue ver a riqueza de detalhes. Amazon deu um passo muito grande e espero que continuem assim.
Uma série bem original, com uma visão entre o bem e o mal, que por algumas vezes trocam de lugar, numa mistura de sentimentos! Roteiro é óbvio, mas inteligente, com boas pitadas de comédia. São seis episódios de muito boa qualidade.
Fato: O apocalipse está próximo! Diante de tal certeza, o anjo Aziraphale (Michael Sheen) e o demônio Crowley (David Tennant), amigos de longa data, decidem unir forças para descobrir o anticristo e, assim, evitar que os planos do capiroto se realizem de forma efetiva.
Produção bancada com grande entusiasmo pelo canal de streaming Amazon Prime, a série GOOD OMENS carrega consigo a notável qualidade narrativa do já conhecido escritor Neil Gaiman. Ainda que tenha como tema principal elementos bem estruturados do cristianismo, a maneira como a história desenvolve suas ideias é muito divertida e carregada com humor ácido a cada diálogo envolvendo a dupla de protagonistas.
Falando do elenco, Michael Sheen e David Tennant demonstram um carisma impressionante ao incorporarem seus personagens que, mesmo supostamente tão diferentes, possuem um nível de entrosamento que extrapola quaisquer problemas de cunho conceitual. Eles se ajudam em prol do que consideram a perpetuação da boa vida, ou seja, convívio com os humanos. E tudo bem ajustado com outros personagens capazes de conquistar tanto a empatia quanto a repulsa do expectador, dependendo apenas da percepção de cada um.
Há que se falar também da maneira com que Gaiman traduz a burocracia existente na realidade de qualquer ser, pois mesmo para tratar de assuntos, digamos, espirituais, nada flui sem interferências que dependem de terceiros, muitas vezes com base em espera, espera e mais um pouco de espera. A sensação de atualidade, oscilando entre o prudente e o inconsequente, também é marca registrada do seriado, pois são comuns as situações nas quais o bom senso se vale para resolver assuntos, muitas vezes, complicados e que requerem certos sacrifícios.
Nos quesitos visuais, GOOD OMENS também é um deleite, além dos figurinos muito bem casados com cada personagem e a época em que estão, as sutilezas saltam aos olhos quando se mescla com a fotografia impecável e os efeitos visuais na medida... além de uma música de abertura absurdamente grudenta. Vale cada segundo dos excelentes seis episódios!
Ótima fotografia e efeitos especiais. Um ótimo elenco, sintonia perfeita entre David Tennant e Michael Sheen, que estão extraordinários. As mensagens subjetivas e alguns questionamentos bíblicos, fazem nos refletir sobre a definição de bem e mau.
Cara, eu nunca na minha vida me arrependi tanto de assistir uma desgraça de seriado desse.. é tão imbecil que prende a atenção da pessoa pra poder chegar até o final pra se arrepender mais ainda dessa porcaria.
História, personagens, trilha, quase tudo foi perfeito na série. Crowley é digno de troféu, assim como Aziraphale. Direção mais ou menos, em algumas cenas dando vontade de adiantar pra passar logo e pular para as partes mais interessantes. Uma comédia excelente!!!! Do começo ao fim, o humor britânico dando show.
Os dois personagens principais são muito bem construídos, os efeitos especiais são incríveis e a história é coesa. Os acontecimentos paralelos não são os mais emocionantes mas isso não prejudica a serie
Série hipócrita da minha parte se falace que não gostei da Série. Esse foi um dos principais motivos que me levaram a escolher assinar o Amazon prime, e não me arrependo. É um conceito totalmente diferente do bem e do mal. Algo, que admito já ter escutado a respeito de outras produções da atualidade. Mas o que me chamou a atenção além do roteiro que é intrigante e faz viagens no tempo entre o passado e o presente, é a excelente trilha sonora que parece ter sido escolhida a dedo. Tendo de Fletwood até Queen. Além de sons orquestrados e produzidos especialmente para a série. A fotografia e os cenários ajudaram bastante a ambientar a série e a abertura é uma verdadeira obra de arte. Misturando técnicas de surrealismo com animação.
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