Gilmore Girls: Um Ano para Recordar
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Kamila A.
Kamila A.

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Crítica da série
2,5
Enviada em 28 de março de 2017
Um dos seriados mais queridos pelo público no início da década passada, Gilmore Girls está centrado no relacionamento entre uma mãe (Lauren Graham) e sua filha (Alexis Bledel), na pequena cidade de Stars Hollow, no Estado de Connecticut. As duas, além do parentesco, compartilham muitas coisas, como o mesmo nome (Lorelai, apesar da filha preferir ser chamada de Rory), o gosto por café e pela cultura pop e a predisposição para o estabelecimento de conversas intermináveis sobre os mais diversos temas.

Eis que nove anos após a última temporada do programa ir ao ar, o canal de streaming Netflix decide fazer um revival do seriado. Gilmore Girls: Um Ano para Recordar, como o próprio título deixa subentendido, se passa no período de um ano, mais precisamente, por meio das quatro estações (primavera, verão, outono e inverno), em que acompanhamos as transformações pelas quais passaram mãe e filha e todos aqueles que fazem parte de seu círculo.

O interessante é ver que, em Gilmore Girls: Um Ano para Recordar, Lorelai e Rory estão vivenciando uma espécie de crise pessoal – não uma com a outra, e sim com a maneira como a vida delas se encontra. Enquanto Lorelai lida com a morte do pai (Edward Herrmann), com a solidez de seu relacionamento com Luke (Scott Patterson), com o sempre delicado relacionamento com a mãe (Kelly Bishop) e com a administração de sua pousada; Rory vê sua vida profissional e pessoal estagnada, completamente diferente de tudo que ela imaginava que iria ser.

Gilmore Girls: Um Ano para Recordar mantém a essência principal da série, que sempre foi a cumplicidade entre mãe e filha, mesmo diante dos maiores obstáculos; mas peca pela maneira como desenvolve a sua história principal – especialmente na forma como relega os seus coadjuvantes a um papel raso, sem um maior desenrolar de histórias paralelas (a mais rica acaba sendo a mudança pela qual Emily passa após a morte de Richard). Ou seja, o revival funciona mais como uma maneira de matarmos as saudades de personagens que são tão queridos, ficando a sensação de que, talvez, seria melhor se a história tivesse terminado da maneira como vimos no series finale, em 2007. Foi, definitivamente, muito mais poético do que o cliffhanger que encontramos no último episódio deste revival.
Anete Matos Dos Santos
Anete Matos Dos Santos

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
2,0
Enviada em 11 de julho de 2022
Fiquei chocada com o Gilmore Girls : Um ano pata Recordar, literalmente chocada, deveria ter ficado na 7a temporada da série anterior.

Me contem : Onde foi parar a Rory ? Como pode uma pessoa inteligente, obstinada, segura , uma menina que estudou na Yale , sendo destaque sempre , simplesmente retroceder totalmente como pessoa e como profissional , ficou sem brilho e não soube levar o amor , único ponto que resgatou a Rory anterior foi não ter asseito a chave do Logan.

Este série merece um retorno para resgatar a essência da temporada de 2006.
Martacamyla
Martacamyla

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
2,5
Enviada em 13 de novembro de 2022
Houve um desencanto geral para todos que assistem. Também senti mas vejo tb por outro lado. Pessoas que julgamos mais especiais vislumbramos um futuro melhor pra elas...e as mais simples nem esperamos tanto. Houve essa inversão, a série foi verdadeira nisso. As vidas são mais complexas do que finais felizes.... Lorelayne viveu uma infância e adolescência com pais complexos e ela tb não foi perfeita na criação de Rory.... o q é esperado do ser humano....de certa forma causa tristeza, principalmente porque esperávamos mais de Rory....mas até ela é um ser humano falível....Outra coisa que eu não poderia deixar de dizer foram episódios de gordofobia nessa série...na época do verão. Agora o que mais fiquei feliz foi com a mudança de postura da mãe de lorelaine.