Altered Carbon
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anônimo
Um visitante
Crítica da série
2,5
Enviada em 1 de julho de 2023
Série de ficção científica cyberpunk que combina elementos de investigação, ação e filosofia em um futuro distópico onde a consciência humana pode ser transferida para diferentes corpos, conhecidos como "capas". Ela apresenta um enredo intrigante e algumas reviravoltas, explorando temas como a mortalidade, a natureza da identidade e as consequências da tecnologia avançada.

Dito isso, um dos pontos fortes da obra é sua fotografia, que proporciona uma atmosfera visualmente deslumbrante, permitindo ao espectador uma imersão mais profunda nesse universo futurístico. Além disso, o ambiente retratado é repleto de neon, tecnologia e apresenta uma sociedade estratificada, no qual, os ricos têm a capacidade de transferir suas consciências para novos corpos e viver por séculos, enquanto os menos privilegiados enfrentam uma luta constante pela sobrevivência. Essa dinâmica traz boas reflexões sobre a ganância humana e seu impacto em uma sociedade composta por "imortais".

A primeira temporada de "Altered Carbon" se destaca por sua abordagem mais focada em investigação e filosófica, porém, infelizmente não aproveita o potencial da sua história, ao seguir clichês previsíveis e negligenciando pontos relevantes da trama. Nesse sentido, observamos o protagonista Takeshi Kovacs, que é um ex-soldado contratado por um milionário para investigar sua própria morte, um crime que ocorre em um mundo onde tais eventos acontecem tanto no mundo físico quanto no virtual. A série explora, superficialmente, questões éticas e existenciais, questionando o que realmente define uma pessoa e até que ponto a tecnologia pode desafiar a noção de identidade.

Por outro lado, a segunda temporada adota um tom mais voltado para a ação, incorporando elementos filosóficos de forma mais sutis. A ênfase dá espaço para um enredo que explora um mais a origem do personagem e os cartuchos da imortalidade, além de apresentar sequências de lutas e confrontos intensos. Essa mudança de tom pode agradar aos fãs de ação, mas pode deixar aqueles que apreciaram a abordagem mais cerebral da primeira temporada um pouco decepcionados, apesar ainda contenha reflexões sobre a humanidade, política e a existência.

No geral, "Altered Carbon" é uma série mediana que contém muitos aspectos positivos, como sua atmosfera envolvente e suas reflexões filosóficas, mas a execução não atinge seu potencial, em que alguns episódios podem parecer arrastados e há momentos em que a trama se perde um pouco. No entanto, para os fãs do gênero cyberpunk e para aqueles que gostam de ficção científica, ela ainda pode oferecer uma experiência interessante e visualmente boa.
Igor C
Igor C

24 seguidores 32 críticas Seguir usuário

Crítica da 2 temporada
2,0
Enviada em 5 de abril de 2020
Que queda drástica que a série deu em relação a primeira, perdeu toda a química e roteiro fantástico que tinha. Decepcionante.
Rogerio Damasceno
Rogerio Damasceno

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Crítica da série
2,5
Enviada em 8 de julho de 2025
Regular! Por pouco não achei ruim!

Colocaram num "liquidificador" filmes policiais da década de 1940, de aventura da década de 1980 com seus galãs que apanham muito e depois vencem aos 45 min do segundo tempo, filmes estilo Star Wars, muito de Matrix, Séries de Mundos Distopicos, ... bateram tudo no liquidificador e acabou saindo o roteiro de Altered Carbon. Dá para observar que o roteirista se perdeu um pouco e estendeu a série em 2 temporadas, surgindo, do nada, uma "super arma" que destruiria a humanidade. Sem sentido a temporada. Eles poderiam estender um pouco maus a primeira temporada e dar um final satisfatório.
Tainá M.
Tainá M.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
2,0
Enviada em 3 de fevereiro de 2018
Sinceramente, eu não achei a série tão boa assim quanto estavam prometendo. Ela não é ruim, mas está bem longe de ser muito boa. Vou pontuar as coisas que me incomodaram. Primeiramente achei o roteiro bem confuso, principalmente no começo. A prerrogativa da série é super interessante, afinal ela se baseia num futuro bem distante na qual os humanos dominam a imortalidade. Porém os primeiros episódios foram construídos de uma forma que a narrativa mais atrapalha do que auxilia quem está assistindo. A série tem vários núcleos paralelos que em si servem pra amarrar a narrativa principal, mas a forma como o roteiro pontua essas narrativas é bem desconexa e dificulta a compreensão geral. Outro pronto que me incomodou bastante é que senti falta de um maior aprofundamento sobre as questões filosóficas,religiosas, sociais e políticas sobre a imortalidade. A série mostra no começo certo impacto social e a população contra os cartuchos, mas nada que faça realmente a gente questionar os efeitos disso na vida humana. Também trata com muita rapidez sobre a troca de corpos, sem sequer pontuar as contradições e inquietações que um ser humano pode sofrer durante o processo de adaptação em um novo corpo. Na verdade esse processo nem existe na série. Isso pode até não ser o elemento principal da série mas não teria nem como não ser abordado. Isso nos leva a uma outra questão: Tak. Acredito que o grande elo de questionamento desse futuro distópico seja o Tak, mas, quando ele é interpretado pelo Joel Kinnaman a série simplesmente perde a essência. O Tak do Kinnaman parece mais a reencarnação do Robocop, que por ironia ele também interpretou no cinema a pouco tempo atrás. Ele é como um robô, sem expressão, sem vida e duro. Ele não é um mal ator, mas também não é um ótimo ator. Em contraponto o Will Yun Lee, que interpreta o Takeshi do passado, é carregado de emoção e isso prende muito mais a atenção do expectador na série. Acreditei na dor do Takeshi através dele, somente. Alias, o ponto da narrativa que mostra o Tak virando um emissário e o questionamento sobre a imortalidade apresentado através da Quell é muito bom (outra ótima atriz). A interpretação da Martha Higareda como Kristin cresce ao longo dos episódios e eu me vi torcendo por ela também, assim como as outras personagens (a família Elliot, Poe). Fotografia boa, direção de arte muito boa, a ambientação da série foi muito bem feita. Acredito que se talvez na próxima temporada eles voltassem a utilizar a capa asiática do Takeshi, interpretada pelo Will Yun Lee, a série ganhasse um pouquinho mais de vida e mais empatia dos espectadores pelo personagem principal. spoiler: O Kinnaman nem precisa ser descartado, ele pode voltar a ser capa do Ryker como o próprio final deixa a entender, mas como personagem principal não dá.
Matheus R.
Matheus R.

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Crítica da série
2,0
Enviada em 13 de fevereiro de 2018
Quando vi o trailer, fiquei extremamente ansioso e feliz, pois hoje temos pouco material Cyberpunk nas telas. Logo lembrei de Blade Runner e outras obras que nos traz várias reflexões e momentos de contemplação

Porem, quando assisti Altered Carbon tive uma enorme decepção. Série fraca e superficial, com cenas de ação cansativas. A ideias da série é boa, mas infelizmente foi mal trabalhada. Uma pena...