Altered Carbon
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Média
4,4
660 notas

49 Críticas do usuário

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cinetenisverde
cinetenisverde

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Crítica da série
3,5
Enviada em 4 de março de 2018
Esta é uma série que lida com algumas questões já abordadas em trabalhos clássicos, como Blade Runner, Ghost in the Shell, etc. E por isso mesmo faz questão de homenageá-las em seu design. Dessa forma, é curioso ver como a megalópole é retratada como um misto entre esses dois trabalhos citados.

Mas não se trata de uma cópia de nenhum deles. Antes disso é uma revisita a uma distopia como aquelas, que une elementos em comum para fazer uma série ligeiramente bem humorada em seu tom irônico.
Ricardo M.
Ricardo M.

13.444 seguidores 697 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2018
Não há com contestar a competência da Netflix com obras originais, sejam elas animações, filmes ou séries, talvez esse último o tipo de produção que mais chama atenção. Muito dessa positividade recai sobre a autenticidade de suas produções que, vide regra, mantém a criatividade a cargo de seus produtores quase sem restrições.

ALTERED CARBON é uma nova empreitada da empresa com pompa de grande produção e repleta de pontos destacáveis. A ficção que mostra uma sociedade capaz de armazenar a memória das pessoas em dispositivos móveis chamados de cartuchos para reposição em novos corpos, denominados "capas", abre brechas filosóficas extremamente interessantes. A começar pela capacidade de controle existencial, que extrapola o campo do físico, deixando dispositivos tecnológicos ditarem quando e como as pessoas poderão prosseguir em vida.

E não só disso a série impressiona, mas há que citar a abordagem política, racial, financeira e todo o tipo de contextualização em que a humanidade mostra-se incapaz de evoluir, não levando a sua falência social, mas mostrando como os aspectos monetários ditam as regras em qualquer circunstância temporal, até nas escolhas de seus corpos.

Tecnicamente, como é de se esperar, ALTERED CARBON salta aos olhos, desde sua fotografia belíssima digna de superprodução, realçando cada ambiente com planos e iluminação que visam pontuar e destacar a cena com maestria. Efeitos visuais, coreografias de luta, nudez e violência extrema ajudam a moldar aquela realidade distópica com abordagens quase sensoriais.

Protagonizado pelo excelente Joel Kinnaman, cujo personagem Takeshi Kovacs é uma amálgama nítida entre as circunstâncias atemporais destacadas no ótimo enredo, sinal de que os 10 episódios compõe uma narrativa que não só entretém pela humor moderado e competente, mas também pela ação bem elaborada e discussões interessantes para quem tem uma boa bagagem política e social.
Matheus H.
Matheus H.

35 seguidores 12 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2018
O universo criado é muito interessante e rico porém a história contada é bem aquém do que poderia e do meio pro final fica mto mais uma porradaria ciberpunk do que qualquer outra coisa
Igor C
Igor C

24 seguidores 32 críticas Seguir usuário

Crítica da 2 temporada
2,0
Enviada em 5 de abril de 2020
Que queda drástica que a série deu em relação a primeira, perdeu toda a química e roteiro fantástico que tinha. Decepcionante.
Maria B.
Maria B.

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Crítica da série
4,5
Enviada em 27 de março de 2018
gostei muito da serie , maratonei e estou ansiosa para a continuação , achei muito original e passa longe dos clichês repetitivos , a motivação dos episódios finais não condizem com a proposta inicial na minha opinião , fora isso foi tudo excelente
xaotix
xaotix

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Crítica da série
1,5
Enviada em 17 de fevereiro de 2018
Altered Carbon: mais uma daquelas séries com uma idéia promissora e com possibilidades brilhantes. Sendo mal executada e colocando o foco naquilo que o público desse tipo de série nem tem interesse: a ação desenfreada. Fiquei fascinado pelos 3 primeiros episódios. A partir dali, a coisa mudou de Interestelar pra duro de matar. Insisti até o fim e me sinto decepcionado. 
anônimo
Um visitante
Crítica da série
2,5
Enviada em 1 de julho de 2023
Série de ficção científica cyberpunk que combina elementos de investigação, ação e filosofia em um futuro distópico onde a consciência humana pode ser transferida para diferentes corpos, conhecidos como "capas". Ela apresenta um enredo intrigante e algumas reviravoltas, explorando temas como a mortalidade, a natureza da identidade e as consequências da tecnologia avançada.

Dito isso, um dos pontos fortes da obra é sua fotografia, que proporciona uma atmosfera visualmente deslumbrante, permitindo ao espectador uma imersão mais profunda nesse universo futurístico. Além disso, o ambiente retratado é repleto de neon, tecnologia e apresenta uma sociedade estratificada, no qual, os ricos têm a capacidade de transferir suas consciências para novos corpos e viver por séculos, enquanto os menos privilegiados enfrentam uma luta constante pela sobrevivência. Essa dinâmica traz boas reflexões sobre a ganância humana e seu impacto em uma sociedade composta por "imortais".

A primeira temporada de "Altered Carbon" se destaca por sua abordagem mais focada em investigação e filosófica, porém, infelizmente não aproveita o potencial da sua história, ao seguir clichês previsíveis e negligenciando pontos relevantes da trama. Nesse sentido, observamos o protagonista Takeshi Kovacs, que é um ex-soldado contratado por um milionário para investigar sua própria morte, um crime que ocorre em um mundo onde tais eventos acontecem tanto no mundo físico quanto no virtual. A série explora, superficialmente, questões éticas e existenciais, questionando o que realmente define uma pessoa e até que ponto a tecnologia pode desafiar a noção de identidade.

Por outro lado, a segunda temporada adota um tom mais voltado para a ação, incorporando elementos filosóficos de forma mais sutis. A ênfase dá espaço para um enredo que explora um mais a origem do personagem e os cartuchos da imortalidade, além de apresentar sequências de lutas e confrontos intensos. Essa mudança de tom pode agradar aos fãs de ação, mas pode deixar aqueles que apreciaram a abordagem mais cerebral da primeira temporada um pouco decepcionados, apesar ainda contenha reflexões sobre a humanidade, política e a existência.

No geral, "Altered Carbon" é uma série mediana que contém muitos aspectos positivos, como sua atmosfera envolvente e suas reflexões filosóficas, mas a execução não atinge seu potencial, em que alguns episódios podem parecer arrastados e há momentos em que a trama se perde um pouco. No entanto, para os fãs do gênero cyberpunk e para aqueles que gostam de ficção científica, ela ainda pode oferecer uma experiência interessante e visualmente boa.
Hananias O.
Hananias O.

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Crítica da série
5,0
Enviada em 8 de fevereiro de 2018
uma ótima série, sem rodeios, e fornece uma gama de possibilidades muito grande nesse universo! muito muito boa, realmente! assistam!
Pequim P
Pequim P

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Crítica da série
4,0
Enviada em 24 de maio de 2018
A série começa sendo pouco atrativa porém algumas reviravoltas acontecem e em especial o vínculo familiar do protagonista torna esta série muito boa, os efeitos são ótimos.
Gostei muito
Lisiane M.
Lisiane M.

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Crítica da série
4,0
Enviada em 4 de fevereiro de 2018
Estou no 5 episódio e gostando desta série. Na real eu adoro muito ficção científica e temas futuristas e de projeção em problemas sociais misturado com pode da tecnologia e religião!! É tudo que está serie tem além da fotografia que lembra muito Blade Runner. Mas também acho que alguns pontos podem melhorar além da atuação dos atores.
Raul Schmitz
Raul Schmitz

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Crítica da série
5,0
Enviada em 7 de novembro de 2019
Essa série é simplesmente uma das melhores de ficção científica da atualidade, a história é muito boa, você entra na vida do personagem principal, e a cada episódio você quer mais e mais.
Geraldo  P.
Geraldo P.

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Crítica da série
4,0
Enviada em 17 de fevereiro de 2018
Mais uma ótima série da Netflix. Nos primeiros 6 episódios ficamos um pouco perdidos mas o 7o. Episódio (o melhor da série) liga quase todas as pontas soltas. Vale conferir.
Daniel Soares
Daniel Soares

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Crítica da série
4,0
Enviada em 21 de dezembro de 2020
Gostei da série, uma premissa muito interessante e bem construída cheia de mistérios e ação, tem uns exageros ou outros (oque é comum em produções de ação) e alguns momentos meio entediantes mas nada que comprometa a série. Merecia ser melhor divulgada.
Rafael S.
Rafael S.

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Crítica da série
4,0
Enviada em 4 de junho de 2018
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Tainá M.
Tainá M.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
2,0
Enviada em 3 de fevereiro de 2018
Sinceramente, eu não achei a série tão boa assim quanto estavam prometendo. Ela não é ruim, mas está bem longe de ser muito boa. Vou pontuar as coisas que me incomodaram. Primeiramente achei o roteiro bem confuso, principalmente no começo. A prerrogativa da série é super interessante, afinal ela se baseia num futuro bem distante na qual os humanos dominam a imortalidade. Porém os primeiros episódios foram construídos de uma forma que a narrativa mais atrapalha do que auxilia quem está assistindo. A série tem vários núcleos paralelos que em si servem pra amarrar a narrativa principal, mas a forma como o roteiro pontua essas narrativas é bem desconexa e dificulta a compreensão geral. Outro pronto que me incomodou bastante é que senti falta de um maior aprofundamento sobre as questões filosóficas,religiosas, sociais e políticas sobre a imortalidade. A série mostra no começo certo impacto social e a população contra os cartuchos, mas nada que faça realmente a gente questionar os efeitos disso na vida humana. Também trata com muita rapidez sobre a troca de corpos, sem sequer pontuar as contradições e inquietações que um ser humano pode sofrer durante o processo de adaptação em um novo corpo. Na verdade esse processo nem existe na série. Isso pode até não ser o elemento principal da série mas não teria nem como não ser abordado. Isso nos leva a uma outra questão: Tak. Acredito que o grande elo de questionamento desse futuro distópico seja o Tak, mas, quando ele é interpretado pelo Joel Kinnaman a série simplesmente perde a essência. O Tak do Kinnaman parece mais a reencarnação do Robocop, que por ironia ele também interpretou no cinema a pouco tempo atrás. Ele é como um robô, sem expressão, sem vida e duro. Ele não é um mal ator, mas também não é um ótimo ator. Em contraponto o Will Yun Lee, que interpreta o Takeshi do passado, é carregado de emoção e isso prende muito mais a atenção do expectador na série. Acreditei na dor do Takeshi através dele, somente. Alias, o ponto da narrativa que mostra o Tak virando um emissário e o questionamento sobre a imortalidade apresentado através da Quell é muito bom (outra ótima atriz). A interpretação da Martha Higareda como Kristin cresce ao longo dos episódios e eu me vi torcendo por ela também, assim como as outras personagens (a família Elliot, Poe). Fotografia boa, direção de arte muito boa, a ambientação da série foi muito bem feita. Acredito que se talvez na próxima temporada eles voltassem a utilizar a capa asiática do Takeshi, interpretada pelo Will Yun Lee, a série ganhasse um pouquinho mais de vida e mais empatia dos espectadores pelo personagem principal. spoiler: O Kinnaman nem precisa ser descartado, ele pode voltar a ser capa do Ryker como o próprio final deixa a entender, mas como personagem principal não dá.