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Gio Palha
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72 críticas
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Crítica da série
3,0
Enviada em 27 de dezembro de 2020
Todo mundo diz que essa série é maravilhosa e cheia de lições mas infelizmente só consigo ver a personagem principal como uma menininha muito chata. Se um dia eu mudar de ideia, volto aqui e revejo minha crítica
Adorei a primeira temporada, muito cativante e emociante, realmente me prendeu. Entretanto, a partir da segunda temporada, começa a ficar massante, e não dá mais vontade de assistir, só com muita paciência.
E uma boa série mas, não merece a avaliação que está dada, alguns partes da novela não tem quase nada de suspense ou mistério, imagens lindas, atores muito bons também mas é sim uma série mais infantil... Minha avaliação é 3.5+
Numa pequena vila de fazendeiros, fria e de natureza bela, série retrata os problemas que geraram as condições atuais de vida no planeta. Inicia com o problema de crianças órfãs, sem lar, seja pela morte dos pais, mães sem condições de criar os filhos, crianças abandonadas. Uma visão das consequências de gerar filhos sem a devida consciência e responsabilidade. A alegria de Anne ao conseguir ter um lar e uma família. A mentalidade tacanha da vizinhança fofoqueira. A rigidez de professores daquela época. A tendência de mulheres imitarem os homens. E também a complexa questão da encarnação de pessoas com atributos femininos em corpos masculinos e vice-versa. Mas também gestos de sincera amizade e nobreza.
ALERTA SPOILER: Essa série é para você não ter expectativas. O primeiro episódio da série é bom, ele mostra as crueldades que Anne sofria, até ser adotada, e daí ela começa a falar pelos cutuvelos. E também solta sua imaginação, mas aí depois de alguns episódios ela já esta com 16 Anos e para de ser tagarela e também para de soltar sua imaginação e daí parece uma serie espanhol infantil, porque não mostra as crueldades que ela sofreu mais. (Também não quero dizer que me divirto com as crueldades de Anne) Aí tem um episódio onde tem um namoro entre amiga de Anne que é bem rica e namora com garoto que limpava a casa de Anne e a amiga de Anne achava ele bem burro por sinal nas matérias do Colégio e se você pensou que ela escondeu isso você está exatamente errado, ela falou para ele que ele era burro e depois tem a Anne falando com o garoto e isso não importa se você viu esse episódio. Mas a série fala sobre falando que as meninas tem os mesmos direitos porque essa série se baseia num livro de 1908, então já sabe né. Eu acho um cenário lindo, eu acho uma série que você pode considerar o primeiro episódio como um minifilme.
eu gostei da serie e bom mas nao recomendo assistir com crianças pequenas q nao sabem o q e LGPT pois a algumas partes mais voltadas a isso mas tirando essas partes a serie e boa
A série Anne with an E encanta pela sua fotografia deslumbrante e cenários autênticos, que capturam com precisão o ambiente do início do século 20. Embora a história se passe no passado, os temas abordados são surpreendentemente contemporâneos, trazendo à tona questões como racismo, homossexualidade, feminismo, machismo e liberdade de expressão. Cada temporada se diferencia tematicamente: a primeira foca no drama pessoal e na adoção de Anne, enquanto a segunda e a terceira abandonam um pouco esse tom para explorar críticas sociais, o amadurecimento na adolescência e uma dose de humor.
No entanto, alguns pontos do enredo parecem apressados ou mal construídos. Por exemplo:
spoiler: - Casamento de Prissy: No final do episódio, vemos uma amizade inesperadamente profunda entre Prissy e as outras meninas do núcleo principal, embora a série não tenha desenvolvido esse vínculo previamente. Essa conexão é apresentada de maneira abrupta, sem uma construção narrativa consistente.
- Romance entre Anne e Gilbert: A relação entre Anne e Gilbert também soa forçada. Enquanto a série mostra o interesse de Anne por Gilbert, o sentimento do garoto nunca é devidamente sugerido ou explorado. Nos episódios finais, no entanto, Gilbert repentinamente se apaixona por Anne, sem que isso pareça natural ou condizente com o que foi mostrado até então.
No geral, Anne with an E é uma série boa e vale a pena ser assistida, especialmente para quem aprecia narrativas com belas imagens e temas sociais.
A fotografia da série é linda e os conteúdos literários presentes também. Há uma forte presença do feminismo na protagonista, o que cativa e envolve, pois ao mesmo tempo em que temos uma Anne sonhadora, inocente e pueril, temos também uma personagem que reconhece as mazelas sociais, a desigualdade e o machismo da sociedade. É uma série muito rica em diversos aspectos, mas que peca por enrolar em alguns episódios, trazendo um certo ar repetitivo para alguns episódios.
Eu gostei da série, definiria ela com um ditado, "quem vê cara, não vê coração" ou ainda "não julgue um livro pela capa", preconceito e uma praga por mais que se combata, sempre vai existir, aborda temas de uma época que ainda hoje e comum, temas educativos que servem para o crescimento moral e até, porque não espiritual, vale apena assistir.
Sincera opinião a ideia da série é legal, amei o cenário o ano que retrata e ate os personagens, porem começou ficar massante, e ai chegou nos 2 últimos capítulos da 3• temporada e aceleraram tudo, deixaram muita coisa sem final, como a história da Índia. A Anne poderia ter sido mais humilde achei muita arrogância e malcriada em determinadas situações, não combinou com aquela menina sonsa maltratada do orfanato. Varias vezes respondeu mau a Marila e o Matthew. Acho que se perderam ao descrever a Anne mas a ideia da série é boa tive raiva em muitos capítulos mas como disse amei o cenario
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