Anne with an E
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Luana O.
Luana O.

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Crítica da 1 temporada
4,5
Enviada em 17 de maio de 2021
Assisti essa série depois de muita insistência da minha filha. Esperava uma historinha juvenil, mas me surpreendeu positivamente. Uma série densa, com textos humanos (paralelos com a atualidade), linda estória e fotografia. Me apaixonei pela Anne, apesar de no começo acha-la muita chata. É muito amor envolvido, impossível não torcer por ela. Rumo a segunda temporada
Benedicto Ismael C. Dutra
Benedicto Ismael C. Dutra

92 seguidores 145 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,0
Enviada em 3 de novembro de 2022
Numa pequena vila de fazendeiros, fria e de natureza bela, série retrata os problemas que geraram as condições atuais de vida no planeta. Inicia com o problema de crianças órfãs, sem lar, seja pela morte dos pais, mães sem condições de criar os filhos, crianças abandonadas. Uma visão das consequências de gerar filhos sem a devida consciência e responsabilidade. A alegria de Anne ao conseguir ter um lar e uma família. A mentalidade tacanha da vizinhança fofoqueira. A rigidez de professores daquela época. A tendência de mulheres imitarem os homens. E também a complexa questão da encarnação de pessoas com atributos femininos em corpos masculinos e vice-versa. Mas também gestos de sincera amizade e nobreza.
Leandro M.
Leandro M.

49 seguidores 79 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 11 de julho de 2018
A série é simplesmente linda. Trata de diversos temas que ainda são complexos hoje em dia, como adoção, racismo, homofobia, feminismo, bullying, familias diferentes, etc. Mas a série se passa no fim do século XIX no Canadá (o que é raro de ver na TV). Os temas são tratados de forma suave e prazeirosa, todos os atores são muito bons, com destaque especial para o trio de protagonistas, que nos fazem nos emocionar a cada capítulo, principalmente com a transformação que a linda menina feia (que é linda, apesar de se achar feia, coisa da adolescência) acarreta na vida dos calados irmãos, que transmitem um amor e respeito um pelo outro, que faz inveja a casais tradicionais. Ou seja, impecável...
Dennys R
Dennys R

45 seguidores 198 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 3 de março de 2020
Eu nunca assisto a séries que foram canceladas, porque é simplesmente muito frustrante saber que a história não terá um final digno, mas com Anne eu abri uma exceção e não me arrependo. É uma história maravilhosa, com muito potencial e com tanto para contar ainda, que não quero acreditar que teremos apenas três temporadas.
Lucas
Lucas

36 seguidores 187 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 15 de outubro de 2022
Essa serie começa muito bem! ela cativante interessante é diferente das outras series que eu já assisti mas depois de um tempo fica lento e repetitivo parei na terceira temporada perdi o interesse não sei o porque mas eu estava gostando muito mas depois perdi o animo.
Jameson M
Jameson M

24 seguidores 8 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 31 de julho de 2020
Simplismente encantado! Esse é o sentimento após concluir mais uma temporada da "pequena", doce, estranha e adorável Anne Shirley Cuthbert. Uma história onde Idade não define maturidade; e onde pessoas enxergam o que querem, independente da verdade! Nessa temporada isso fica bastante claro. Com uma temática bastante reflexiva e acertiva onde o que fica são perguntas de: e se fosse... E se pensássemos... E se todos fossemos... Todos precisam conhecer os encantos da Anne. RECOMENDO, e que venha a última temporada 李
Thay
Thay

22 seguidores 125 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 25 de setembro de 2022
Umas das séries mais lindas e memorável que eu já assisti na vida.
Contemporânea porém atual, abordando vários assuntos atuais importantes.
Uma fotografia impecável e com atores de ótimo potencial.
Uma pena a série ser cancelada.
Bruno d
Bruno d

19 seguidores 41 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 8 de abril de 2019
Uma ótima série, com vários temas essenciais abordados e que nos fazem refletir. Confesso que inicialmente a Anne me irritava, fala muito e está sempre "de bem com a vida", estilo "Poliana" do SBT. Mas isso é o de menos, porque acaba sendo a essência da série e da personagem. Primeira temporada muito linda, boas atuações e cenas incríveis. Segunda temporada com um ritmo mais acelerado, mais emoção e ação. Ambas as temporadas de fácil compreensão, válidas para adultos e crianças. Enfim, vale apena assistir e no fim criamos um outro olhar do mundo.
Rosiane T.
Rosiane T.

16 seguidores 1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 20 de maio de 2017
Encontrei essa série por acaso e estou surpresa. Com uma fotografia deslumbrante, cada personagem é retratado com uma transparência encantadora. Vale muito a pena pois a série tem.muito o que agregar na observação do comportamento humano.
Bruno P.
Bruno P.

16 seguidores 9 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 8 de março de 2019
Se vc está procurando um série leve e muito bem desenvolvida, a escolha é essa, além de trazer um bem estar. Assista, vale a pena!
Anderson C.
Anderson C.

15 seguidores 56 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 26 de junho de 2019
Uma série espetacular! Mostra a simplicidade de uma menina sonhadora do campo, que vai transformando a vida das pessoas que cruzam o seu caminho, enxerga a vida com muito amor e um eterno sonho! Super recomendo, não é um série que tem ação, sangue e terror, mas uma história que prende sua atenção de uma forma muito sutil.
Rochelle O.
Rochelle O.

14 seguidores 1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 8 de março de 2019
A série é maravilhosa. Essa ruivinha trata de assuntos tão importantes
com uma delicadeza e uma leveza
que eu nunca vi em outra série. É de se assistir cada episódio em meio à sorrisos e lágrimas.
Thiago L
Thiago L

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Crítica da 1 temporada
5,0
Enviada em 14 de agosto de 2017
Que Série Linda e Apaixonante, Anne é cativante, emocionante ela toca o coração de quem está assistindo.
Denise S.
Denise S.

13 seguidores 107 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 9 de junho de 2020
Anne é fantástica!
É o tipo de série que aquece o coração, você ri, chora, vibra, se emociona.
É um drama muito bem feito ( para quem gosta de séries de drama como eu) vale muito muito a pena mesmo.
Nao tem como não se apaixonar pela personagem Anne.
anônimo
Um visitante
Crítica da série
4,5
Enviada em 23 de abril de 2025
Anne with an E é uma série de televisão canadense que ressignifica o clássico literário Anne of Green Gables (1908), de Lucy Maud Montgomery, ao abordar temas contemporâneos com sensibilidade e profundidade. Criada por Moira Walley-Beckett, vencedora do Emmy, a série não apenas adapta a obra original, mas a expande, inserindo discussões sobre identidade, trauma, desigualdade social e representatividade. Apesar de seu cancelamento precoce após três temporadas — decisão que gerou revolta entre os fãs —, a produção se destaca por sua narrativa poética, desenvolvimento de personagens complexos e crítica social sutil, consolidando-se como uma das melhores adaptações da história de Anne Shirley.

Diferentemente de outras adaptações mais fiéis ao tom nostálgico e idílico do livro, Anne with an E opta por uma abordagem realista e sombria, explorando as cicatrizes emocionais da protagonista. Anne (Amybeth McNulty) não é apenas uma sonhadora excêntrica, mas uma sobrevivente de abusos e negligência, cujo otimismo é uma conquista diária. A série humaniza sua jornada, mostrando como o trauma a molda, sem jamais reduzir sua personalidade vibrante. Essa escolha narrativa enriquece a história, tornando-a mais relevante para um público moderno, que enxerga em Anne uma figura resiliente e inspiradora.

Além disso, a série expande o universo de Avonlea ao introduzir personagens e conflitos ausentes no material original, como a família Barry, que enfrenta preconceito racial, e Cole (Cory Grüter-Andrew), um jovem artista gay que luta para ser aceito. Essas adições não são meramente inclusivas; elas ampliam o escopo da narrativa, discutindo opressão e diversidade em uma sociedade rígida do século XIX. A amizade entre Anne e Cole, por exemplo, é uma das relações mais comoventes da série, simbolizando a solidariedade entre marginalizados.

Visualmente, Anne with an E é uma obra-prima. A direção de Niki Caro no episódio piloto estabelece um tom cinematográfico, com planos abertos que capturam a beleza rural da Ilha do Príncipe Eduardo, contrastando com a claustrofobia dos flashbacks de Anne. A fotografia utiliza cores quentes para representar a esperança e tons frios para momentos de dor, reforçando a dualidade emocional da protagonista.

Quanto ao elenco, Amybeth McNulty entrega uma performance cativante, equilibrando a vulnerabilidade e a força de Anne com nuances impressionantes para uma atriz tão jovem. Geraldine James (Marilla) e . Thomson (Matthew) também brilham, mostrando a transformação de dois adultos rígidos em figuras paternas amorosas. Lucas Jade Zumann, como Gilbert Blythe, destaca-se por trazer um protagonismo masculino sensível, longe dos arquétipos tradicionais.

O fim abrupto da série após a terceira temporada deixou narrativas inacabadas, como o aprofundamento do romance entre Anne e Gilbert e a exploração da identidade indígena de Ka’kwet (a subtrama sobre as escolas residenciais canadenses foi particularmente poderosa, mas truncada). A revolta dos fãs — com campanhas como #RenewAnneWithAnE e abaixo-assinados — reflete o impacto emocional da obra, que falava sobre pertencimento em um mundo excludente.

Alguns críticos argumentam que o cancelamento se deveu a divergências criativas ou baixo retorno financeiro, mas a Netflix nunca esclareceu oficialmente os motivos. Independentemente disso, o legado de Anne with an E persiste: uma série que ousou ser política sem perder a ternura, provando que histórias "infantis" podem (e devem) abordar temas difíceis.

Anne with an E é mais que uma adaptação; é uma reinvenção necessária, que combina o lirismo do original com uma crítica social urgente. Seu cancelamento foi uma perda para a televisão, mas sua mensagem sobre resistência e empatia permanece. Em um cenário midiático repleto de produções superficiais, a série se destacou por sua coragem em mostrar que mesmo em um mundo cruel, a imaginação e a compaixão podem ser atos revolucionários. Por isso, merecia não apenas mais temporadas, mas também um reconhecimento maior como uma das melhores séries dramáticas de sua geração.