Gypsy
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Média
4,0
186 notas

23 Críticas do usuário

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LÍGIA D.
LÍGIA D.

18 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 4 de fevereiro de 2024
Gostei, mas com ressalvas. Egoista, sem limites, egocêntrica manipuladora. Estranho e interessante. Atuações impecáveis de um excelente elenco, e é principalmente por este motivo que vale a pena ir até o fim.
Cristina Rega
Cristina Rega

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 28 de julho de 2023
Gypsy é uma das melhores e surpreendentes séries que eu já vi. Alguém tinha que vir mostrar o obscuro e manipulador mundo dos psicanalistas. Gypsy é uma série que passaríamos a madrugada discutindo. É boa demais! UMA pena que nem a Netflix tá preparada prá essa conversa.
Niele Assunção
Niele Assunção

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 12 de dezembro de 2020
Nunca vi tratar tão bem de temas tão difíceis, e de forma simples sem ser vulgar, homossexualismo, traições, cotidiano, curiosidades. Muito boa. O final um pouco a desejar, gostaria que desse continuidade.
Tamiris De Quadros
Tamiris De Quadros

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 13 de julho de 2020
A série é muito boa, infelizmente cancelaram 2° temporada, gostaria muitíssimo de ver a continuação desse enredo. Sim, demora mesmo para ficar interessante, lá para o 3°/4° ep. Mas depois fica incrível.
Vanilce Peixoto
Vanilce Peixoto

1 crítica Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
4,5
Enviada em 28 de março de 2020
Série maravilhosa! Mostra o lado sombrio (por vezes, até perverso) de uma terapeuta q aos olhos da sociedade é uma mulher bem resolvida, porém vive duas personalidade para satisfazer o seu desejo e para conseguir o q quer para seus cliente se envolvendo em suas vidas, sem que eles percebam. Achei mto intensa e bem trabalhada. Vi q mtos criticaram sua lentidão, mas achei q a intensão foi trabalhar de forma intensa casa assunto. Fiquei com mtas expectativas , porém mta decepcionada q não terá a segunda temporada.
Leandra Cortes
Leandra Cortes

1 crítica Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
5,0
Enviada em 10 de janeiro de 2020
É frustrante saber que uma série maravilhosa como essa foi cancelada
Intrigante, enredo que nos prende e da o gosto de quero mais.
Uma das melhores séries que já vi.
Netflix tinha que rever essa decisão absurda.
Vanessa Serena
Vanessa Serena

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 14 de novembro de 2019
Achei a série muito boa, o enredo é bom, nos faz querer ver mais, nos deixa curioso e atraído com a trama.
Fiquei muito triste com o cancelamento
adriano fratello
adriano fratello

1 seguidor 17 críticas Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
3,0
Enviada em 24 de junho de 2019
Um Drama que gira em torno de uma terapeuta (Jean)- NAOMI WATTS, que se envolve em relações intimas e emocionais com seus pacientes e pessoas ligadas a elas.
Você quer ver como uma terapeuta "rasga" a Ética Profissional, e vive de mentiras e ainda começa a manifestar sua Sexualidade bissexual com a namorada do seu paciente?! então é só assistir GYPSY. uma serie meio parada nos primeiros episódios, mas que depois fica interessante. A Bomba mesmo fica por conta da Netflix que cancelou a serie no final da primeira temporada por pouca audiência. assim ficou sem uma conclusão de roteiro. que pena! pois perdemos a oportunidade de ver a terapeuta Jean se "ferrar" bonitinha.....
Ana Maria P
Ana Maria P

1 crítica Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
5,0
Enviada em 21 de maio de 2019
Assisti a serie de uma vez. No começo achei meio parada , mas com o passar da trama, vai ficando intrigante, excelente serie, aborda temas variados principalmente sobre sexualidade, de uma forma real e sutil. Pena não ter a segunda temporada, pois os temas são atuais e prende a atenção. Sem contar com um elenco maravilhoso e a brilhante interpretação]da Naomi Watts, que dispensa comentarios. Tenho certeza que quem assistiu em algum momento se identificou
com alguma situação da serie. Vale assitir.
DeboraOnofre L
DeboraOnofre L

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 17 de março de 2019
Simplesmente maravilhosa....Atores excelente s...Aborda histórias do cotidiano....E nos faz pensar, como nos identificamos um pouco com cada personagem. .. Curiosa para as próximas....
Loiane E
Loiane E

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 17 de janeiro de 2019
Achei a série muito plausível no sentido que retrata o desejo humano. A necessidade de fugirmos da vida real, de vivermos um mundo paralelo e que nos liberte, pelo menos por alguns instantes, da pressão da sociedade de termos a família ideal, o trabalho ideal, de sermos pais perfeitos, enfim... A série levanta questões relevantes do cotiadiano e mostra o desejo da personagem de escapar dessa rotina massante. A pergunta é: Qual é a verdadeira personalidade da personagem principal e qual realmente foi a inventada? Acredito que nos inventamos o tempo todo para sermos incluídos no meio. A série, na minha opinião, nos põe a pensar nessa questão. Gostei muito!
Beatriz N.
Beatriz N.

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 23 de agosto de 2017
Série maravilhosa!
Aborda temas complexos, sexualidade, relacionamentos, adoro assuntos como esses.
Espero a 2 temporada muito bem elaborada.
Ameiiiii
Regina M.
Regina M.

1 seguidor 3 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 30 de julho de 2017
Devorei a primeira temporada mas ainda não sei se amo ou odeio a Jean....esperando a segunda temporada ansiosamente...
Kety P.
Kety P.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 9 de julho de 2017
É interessante a forma que foi abordada tais questões sobre a vida em si e as relações sociais/amorosas. A procura da personagem Jean pelo sentido, que muitos inconscientemente procuram, é bem fascinante, se assim posso dizer.
Ansiosa para segunda temporada.
Gilson V.
Gilson V.

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
3,5
Enviada em 7 de julho de 2017
O ritmo do desenrolar da trama é propositadamente lento, como na vida real. A psicoterapeuta (Jean) é o eixo em torno do qual orbitam as demais personagens, cada qual com seu drama específico e significativo para a proposta do enredo. Uma mãe superprotetora(Claire) na mesma medida da sua dependência da filha após ter ficado viúva. Uma menina(Dolly) diagnosticada equivocadamente com TDAHimpondo à sociedade sua sexualidade de forma natural e espontânea. Uma dependente química(Alysson) , enganando todos que tentam ajudá-la a deixar o vício desaparece misteriosamente, talvez assassinada ou internada por overdose. Um advogado de sucesso(Michael) , um homem sensato e elegante, esposo dedicado e carinhoso, que percebe que toda sua estabilidade emocional e profissional depende do seu casamento. Uma mulher de 30 anos que vive como adolescente(Sidney) , trabalha como barista e tenta sucesso musical com uma banda composta por outros fracassados, justifica sua vida medíocre inventando estórias sobre seu pai, vivendo relacionamentos complicados e fugindo de compromissos. Uma secretária competente (Alexis) que esconde suas fantasias sexuais e sonha em ser uma escritora. Um traficante supostamente violento (Tom) que se envolve com uma das suas clientes que só se interessa na verdade pelas drogas que ele guarda em casa. Um paciente confuso (Sam) e deprimido com o fim de um relacionamento doentio é manipulado pela sua terapeuta e por sua ex, resolve reatar um namoro tradicional, mas sofre uma recaída. Outra que também tem uma recaída é Larin, amiga de Jean e também terapeuta, trocada por uma mulher mais jovem, resolve se divorciar e torrar o dinheiro que recebeu no divórcio em um apartamento de luxo, mas acaba saindo com seu ex. Outra personagem, aparentemente bem resolvida (mãe da Jean), apresenta mais confiança e controle das situações que envolvem sua filha, porém não consegue lidar com os conflitos de relacionamento entre elas. E por fim, a protagonista, com um passado reincidente de envolvimento pessoal com pacientes e um fantasma que a assombra (Melissa). A dúvida que o último episódio deixa no ar é se dessa vez Jean vai conseguir evitar que tudo venha à tona e destrua sua carreira. Quem de nós já não se viu em pelo menos uma das situações acima? Quantas pessoas conhecemos também podem ser identificadas por comportamentos semelhantes? E isso tudo acontecendo lentamente, diariamente, repetidamente. Com certeza vou assistir a segunda temporada, sem ansiedade ou grandes expectativas, apenas com a mesma curiosidade que sempre tenho
ao observar as interações de comportamento social, suas causas e consequências.