Gypsy
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4,0
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23 Críticas do usuário

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Stela M.
Stela M.

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Crítica da série
5,0
Enviada em 1 de julho de 2017
Gostei muito pelo fato de apresentar questões íntimas e realistas que quase nunca são tratadas em séries e filmes, como a sexualidade de uma mulher bem sucedida e casada, por exemplo. Ainda não terminei de ver todos os episódios, mas me interessei muito pela trama e a abordagem, estou curiosa para saber quais são os próximos assuntos explorados pela série.
Wanderley G.
Wanderley G.

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Crítica da série
3,0
Enviada em 5 de julho de 2017
spoiler:
Gypsy , do Inglês, cigano em seu sentido pejorativo remete àquele que tem vida incerta e errante. Na série, Jean Holloway age como cigana de suas 2 personalidades. A primeira diz respeito a uma psicóloga bem sucedida, bem casada e mãe. Já a segunda é a fictícia Diane Hart, uma jornalista mal conhecida e bissexual que mora em um apartamento medíocre. Jean se aproveita das complicações na vida de seus pacientes se infiltrando no íntimo de suas vidas como Diane com objetivo de ajudá-los, entretanto, durante o desenrolar lento da trama, fica evidente que a psicoterapeuta está tentando ajudar ninguém senão a si mesma. As cenas de sexo poderiam ter sido melhor exploradas, visto que são dirigidas pelo mesmo diretor de 50 Tons de Cinza, o que causa uma expectativa não alcançada durante a trama. Outro assunto tratado indiretamente na série diz respeito ao modelo de casamento que é vivido hoje. Fica claro bem claro que todos na série se inclinam a serem infiéis, muitas oportunidades são lançadas e o desfecho é sempre o mesmo: separação, muitas mentiras e infelicidade. Tal situação nos faz refletir sobre a possibilidade de um casamento aberto a fim de se evitar tantas mentiras e trapaças. No mais, a trama se desenrola lentamente causando grandes expectativas que muitas vezes não são superadas e seus conflitos mal resolvidos.
Gilson V.
Gilson V.

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Crítica da série
3,5
Enviada em 7 de julho de 2017
O ritmo do desenrolar da trama é propositadamente lento, como na vida real. A psicoterapeuta (Jean) é o eixo em torno do qual orbitam as demais personagens, cada qual com seu drama específico e significativo para a proposta do enredo. Uma mãe superprotetora(Claire) na mesma medida da sua dependência da filha após ter ficado viúva. Uma menina(Dolly) diagnosticada equivocadamente com TDAHimpondo à sociedade sua sexualidade de forma natural e espontânea. Uma dependente química(Alysson) , enganando todos que tentam ajudá-la a deixar o vício desaparece misteriosamente, talvez assassinada ou internada por overdose. Um advogado de sucesso(Michael) , um homem sensato e elegante, esposo dedicado e carinhoso, que percebe que toda sua estabilidade emocional e profissional depende do seu casamento. Uma mulher de 30 anos que vive como adolescente(Sidney) , trabalha como barista e tenta sucesso musical com uma banda composta por outros fracassados, justifica sua vida medíocre inventando estórias sobre seu pai, vivendo relacionamentos complicados e fugindo de compromissos. Uma secretária competente (Alexis) que esconde suas fantasias sexuais e sonha em ser uma escritora. Um traficante supostamente violento (Tom) que se envolve com uma das suas clientes que só se interessa na verdade pelas drogas que ele guarda em casa. Um paciente confuso (Sam) e deprimido com o fim de um relacionamento doentio é manipulado pela sua terapeuta e por sua ex, resolve reatar um namoro tradicional, mas sofre uma recaída. Outra que também tem uma recaída é Larin, amiga de Jean e também terapeuta, trocada por uma mulher mais jovem, resolve se divorciar e torrar o dinheiro que recebeu no divórcio em um apartamento de luxo, mas acaba saindo com seu ex. Outra personagem, aparentemente bem resolvida (mãe da Jean), apresenta mais confiança e controle das situações que envolvem sua filha, porém não consegue lidar com os conflitos de relacionamento entre elas. E por fim, a protagonista, com um passado reincidente de envolvimento pessoal com pacientes e um fantasma que a assombra (Melissa). A dúvida que o último episódio deixa no ar é se dessa vez Jean vai conseguir evitar que tudo venha à tona e destrua sua carreira. Quem de nós já não se viu em pelo menos uma das situações acima? Quantas pessoas conhecemos também podem ser identificadas por comportamentos semelhantes? E isso tudo acontecendo lentamente, diariamente, repetidamente. Com certeza vou assistir a segunda temporada, sem ansiedade ou grandes expectativas, apenas com a mesma curiosidade que sempre tenho
ao observar as interações de comportamento social, suas causas e consequências.
DeboraOnofre L
DeboraOnofre L

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Crítica da série
5,0
Enviada em 17 de março de 2019
Simplesmente maravilhosa....Atores excelente s...Aborda histórias do cotidiano....E nos faz pensar, como nos identificamos um pouco com cada personagem. .. Curiosa para as próximas....
Carla K.
Carla K.

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Crítica da série
3,0
Enviada em 3 de julho de 2017
Proposta interessante. Desperta o interesse pra assistir a série, mas ao decorrer dos episódios vai se tornando lenta, termina o episódio destacando algo e no seguinte não dá andamento à provocação final. No entanto, tentar entender o que personagem principal quer com tantas faces e jogos instiga terminar a temporada. Porém sem grandes resoluções, espera-se que a segunda temporada traga respostas e explore melhor os conflitos que muitas vezes ficam soltos.Fica o grande questionamento: quem é realmente que precisa de ajuda? Quem é o principal paciente? Tirem suas próprias conclusões.
Kety P.
Kety P.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 9 de julho de 2017
É interessante a forma que foi abordada tais questões sobre a vida em si e as relações sociais/amorosas. A procura da personagem Jean pelo sentido, que muitos inconscientemente procuram, é bem fascinante, se assim posso dizer.
Ansiosa para segunda temporada.
Regina M.
Regina M.

1 seguidor 3 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 30 de julho de 2017
Devorei a primeira temporada mas ainda não sei se amo ou odeio a Jean....esperando a segunda temporada ansiosamente...
adriano fratello
adriano fratello

1 seguidor 17 críticas Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
3,0
Enviada em 24 de junho de 2019
Um Drama que gira em torno de uma terapeuta (Jean)- NAOMI WATTS, que se envolve em relações intimas e emocionais com seus pacientes e pessoas ligadas a elas.
Você quer ver como uma terapeuta "rasga" a Ética Profissional, e vive de mentiras e ainda começa a manifestar sua Sexualidade bissexual com a namorada do seu paciente?! então é só assistir GYPSY. uma serie meio parada nos primeiros episódios, mas que depois fica interessante. A Bomba mesmo fica por conta da Netflix que cancelou a serie no final da primeira temporada por pouca audiência. assim ficou sem uma conclusão de roteiro. que pena! pois perdemos a oportunidade de ver a terapeuta Jean se "ferrar" bonitinha.....
Ana G.
Ana G.

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Crítica da série
5,0
Enviada em 1 de julho de 2017
Muito boa a série, quem tem interesse pelo mundo da psicologia acho que vai adorar. Ao mesmo tempo que vc se apega a Jean, vc tem ódio dela.
Francielly Y.
Francielly Y.

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Crítica da série
4,0
Enviada em 4 de julho de 2017
É uma série interessante com temas como sexualidade, identidade, transição de gênero, relações não saudáveis, o ritmo pode parecer um pouco parado, mas as relações começam a ser cada vez mais tóxicas, o que deixa a série com um clima de suspense e você fica achando que a cada momento podem descobrir a segunda vida de Jean. Conta com cenas quentes entre os protagonistas, a trilha sonora é muito boa com versões cover como "please don't let me be misunderstood" e que combinam muito com o ritmo da série uma fotografia instigante, e o final da temporada te deixa com aquele gostinho de "e agora??"
Beatriz N.
Beatriz N.

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Crítica da série
5,0
Enviada em 23 de agosto de 2017
Série maravilhosa!
Aborda temas complexos, sexualidade, relacionamentos, adoro assuntos como esses.
Espero a 2 temporada muito bem elaborada.
Ameiiiii
Loiane E
Loiane E

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Crítica da série
4,0
Enviada em 17 de janeiro de 2019
Achei a série muito plausível no sentido que retrata o desejo humano. A necessidade de fugirmos da vida real, de vivermos um mundo paralelo e que nos liberte, pelo menos por alguns instantes, da pressão da sociedade de termos a família ideal, o trabalho ideal, de sermos pais perfeitos, enfim... A série levanta questões relevantes do cotiadiano e mostra o desejo da personagem de escapar dessa rotina massante. A pergunta é: Qual é a verdadeira personalidade da personagem principal e qual realmente foi a inventada? Acredito que nos inventamos o tempo todo para sermos incluídos no meio. A série, na minha opinião, nos põe a pensar nessa questão. Gostei muito!
Vanessa Serena
Vanessa Serena

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Crítica da série
5,0
Enviada em 14 de novembro de 2019
Achei a série muito boa, o enredo é bom, nos faz querer ver mais, nos deixa curioso e atraído com a trama.
Fiquei muito triste com o cancelamento
Vanilce Peixoto
Vanilce Peixoto

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Crítica da 1 temporada
4,5
Enviada em 28 de março de 2020
Série maravilhosa! Mostra o lado sombrio (por vezes, até perverso) de uma terapeuta q aos olhos da sociedade é uma mulher bem resolvida, porém vive duas personalidade para satisfazer o seu desejo e para conseguir o q quer para seus cliente se envolvendo em suas vidas, sem que eles percebam. Achei mto intensa e bem trabalhada. Vi q mtos criticaram sua lentidão, mas achei q a intensão foi trabalhar de forma intensa casa assunto. Fiquei com mtas expectativas , porém mta decepcionada q não terá a segunda temporada.
Tamiris De Quadros
Tamiris De Quadros

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Crítica da série
4,5
Enviada em 13 de julho de 2020
A série é muito boa, infelizmente cancelaram 2° temporada, gostaria muitíssimo de ver a continuação desse enredo. Sim, demora mesmo para ficar interessante, lá para o 3°/4° ep. Mas depois fica incrível.