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Phellype Morissette
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Crítica da 1 temporada
5,0
Enviada em 17 de janeiro de 2021
Uau, oq dizer desse fenômeno ? A ideia de uma série, é praticamente perfeita! Até vale o trocadilho, explorar esse universo mágico, numa obra voltada pra TV, fica em aberto, as possibilidades! Sucesso de filmes dessa franquia, só poderia resultar um belo trabalho em série, independentemente, ser uma história nova, e não continuada, a partir do ideia original, é um presente aos fãs dessa saga, eu simplesmente amei, a cada no personagem e sua nova história contada, colocar uma protagonista mulher foi inteligente é deslumbrante, elenco maravilhoso, e competentes, espero anteciosamente pela próxima temporada.
Que temporada maravilhosa, Star Trek Discovery, é simplesmente um presente aos fãs dessa franquia, agora sendo explorada nesta série, cheia de aventura e emoções, é tão complexo e irreverente ao mesmo tempo... Essa ligação explícita que temos com a Interprise e Discovery é espetacular, trazendo Spock para a série é simplesmente encantador! Essa nova temática do "Anjo Vermelho" foi bem elaborada, aliás volta nos permitir, em acreditar na fé, por mais remota que seja, ainda mais num cenário extremamente científico e desconhecido! Agora e só esperar pra ver a 3°Temporada, para ver oq mais essa série pode nós surpreender aos fãs.
Não entendo o porquê de tantas críticas negativas... No meu modo de ver as coisas, a série é bastante emblemática, e deve agradar até os fãs mais exigentes, pois vemos a sua essência, e qualquer coisa relacionado ao universo "Star Trek" já é garantia de qualidade e extraordinário! Enfim, nessa temporada, vemos muitas mudanças, e como esperado muitas relevâncias, a trama segue com a sua jornada ao "desconhecido", os personagens mantém a sua veracidade e vigor, sentirei falta de alguns desfalques... A Representatividade continua em grande estilo, mesmo não agradando a todos, mas é fundamental e preciso a sua visibilidade! Como uma série "Sci-fi", Star Trek Discovery é autêntica e única da sua maneira de ser... Vale ressaltar, que tivemos mais episódios emocionantes nessa temporada, e isso deve ser levado em consideração! Não basta ver como uma atração qualquer e sim sentir o espetáculo com todas as emoções possíveis, parabéns à Netflix pela excelente produção e trabalho, que venham mais temporadas exploradas.
"Reinvenção bem-sucedida da franquia, equilíbrio entre tradição e inovação, mesmo com momentos de irregularidade no desenvolvimento da trama." Star Trek: Discovery renova o legado da franquia com uma abordagem moderna e narrativa contínua, centrada na oficial Michael Burnham, interpretada por Sonequa Martin-Green. A série se destaca por explorar dilemas éticos e emocionais em um universo de diversidade e inclusão, enquanto mergulha em conflitos interestelares e mistérios cósmicos. Visualmente deslumbrante, com efeitos especiais de alto nível e design de produção impecável, Discovery expande a mitologia de Star Trek sem perder os valores clássicos de exploração, ciência e humanidade. Apesar de algumas críticas sobre mudanças no tom e no ritmo em determinadas temporadas, a série conquista pela ousadia narrativa e pela complexidade emocional de seus personagens.
Discovery é obra prima de como fazer tudo errado, roteiros desconexos, sem valorização de personagens, nada cativante. Fotografia escura, com um ar adolescente rebelde. Diálogos tediosos e inúteis Não respeita nada do que é star Trek.
Esta série é qualquer coisa, menos Star Trek. Desde o figurino exagerado (que raio aconteceu com os Klingons?), até invencionismos mais próximos de Harry Potter do que da ficção científica normal em ST spoiler: (ex: vulcanos se comunicando espiritualmente, naves se movendo com sabe-lá-o-que-é-isso de esporos como meio de locomoção, etc) , além de péssimas atuações, péssimo roteiro e de um maniqueísmo e SJW-bullshit inexistentes na franquia, nada tem a ver com o universo ST. Os efeitos especiais são bem feitos, mas tentam maquiar a completa falta de conteúdo e de coerência com o que é o universo ST. Roddenberry deve estar se mexendo no caixão. Quem está tendo o primeiro contato com ST através desta série, está tendo uma ideia completamente errada do que é este universo. Assista TOS, TNG e DS9, e conhecerá a verdadeira beleza e complexidade de Star Trek.
Um show de horrores. Tantas ideias boas desperdiçadas em rasos capítulos de enredo pobre e diálogos maçantes. Poucos atores se esforçam. Parece Que a coisa toda serve apenas de pano de fundo para exaltar a diversidade de certas minorias.
A segunda temporada está mais intrigante. Cada vez mais próximo a serie clássica, só que mais moderna. Ainda precisaria remover alguns absurdo e se colocar o pé no chão voltado para física. Mas como entretenimento está progredindo muito bem. Há.. o Spock de "Ethan Peck" está excelente! Altura de Leonard Nimoy. Acho que Zacchary não terá mais o efeito.
Eu gostei da primeira e 2ª, esta 3ª foi fraca, a melhor cena que eu achei foi o diálogo do almirante com Osayra, personagem que tinha grande potencial mas foi mal aproveitada. O resto um desastre: aqueima ser causada por um berro, os dados da esfera ficaram praticamente esquecido na temporada inteira. Pra quê tanto sacrifício por nada.
A série não apresenta absolutamente nada da essência de Star Trek. Jamais a Federação usaria uma forma de vida como escrava a fim de atingir seus objetivos, como usam o animal que se parece com um tardígrado. Jamais um capitão da frota agiria como o Lorca age, mandando como se ele fosse o rei soberano da nave. Isso não é Star Trek e nunca será. Não há filosofia, não há essência, não há resolução de problemas de forma inteligente. Minha opinião para a série ser de sucesso: primeiro, é um absurdo a história se passar no século 23, 10 anos antes do Kirk. Não há lógica, a tecnologia usada na série é absurdamente alta, acredito que a história deveria se passar no século 25 ou 26 pra cima. Segundo: fã de verdade, que conhece a série profundamente, que assistiu a série original, a Nova Geração, Deep Space 9, Voyager e Enterprise (que é exatamente o meu caso) não aguenta mais essa história de batalha com os Klingons, queremos ver o que se passa depois da história da Voyager (que é a mais velha na linha do tempo), sugestão: poderiam ter desenvolvido uma guerra com os Cardassianos por exemplo, ou com outra espécie qualquer do Quadrante Delta, Beta ou Gama. Enfim, isso é o que penso da nova série. A linha do tempo foi completamente alterada, os personagens não seguem a filosofia/essência da série e tudo o mais que disse em cima. Paciência, infelizmente não possuem a capacidade de produzir algo de qualidade intelectual, só visual.
Sensacional, do inicio ao fim. Vale a pena acompanhar, pois mostra a pureza e o desequilíbrio de uma nação frente ao perigo, sem contar a reação espontânea da especialista Burnham em várias ocasiões. Resumidamente: Fantástico!!!
A série começou um pouco distante da essência de Star Trek, com uma premissa "clifhanger", focada nas sequências de ação, com batalhas estelares e intrigas espaciais. Mas lá pelo terceiro episódio, depois que o arco inicial cumpriu sua função na trama, ela vira Star Trek de raiz. Tudo que Roddenberry idealizou está ali: diversidade, curiosidade, destemor dos capitães para enfrentar o desconhecido, medo dos cadetes do mesmo, conflitos entre personagens, e dentro deles mesmos, propondo incessante interrogação... Até mesmo o sacarsmo e o mundo idílico sombrio de DS9 estão ali. Só derrapa em alguns aspectos visuais. O visual das naves parece copiar as dos filmes atuais, mas é preciso sempre lembrar que. série é datada, e aparentemente está na cronologia "canônica", e não na linha alternativa desenvolvida por J.J. Abrahams, até porque se passa anteriormente aos eventos que rompem com o "cânon" de ST. A única falha real me parece o visual dos Klingons, que parecem uma mistura de remanos de ST:Insurrection com múmias egípcias. No mais, o DNA de Jornada nas Estrelas está bem ali.
A série é ótima para quem busca lindos efeitos especiais de Hollywood! Mas se você é fã de Star Trek, nem pense em assistir isso... Com vários erros grosseiros e um elenco pobre, a série mostra acontecimentos anteriores ao Kirk, mas exibe uma tecnologia muito superior. Pra mim, os principais pontos negativos são, primeiramente, a protagonista principal da série, interpretada por uma atriz amadora, que vive de boca aberta e parece ter sido contratada em alguma favela do Rio de Janeiro. Ela não combina com o papel assumido. Outra questão muito incômoda é a demonstração constante de afeto homossexual. Não era de se esperar, vindo de uma série original da Netflix, mas as coisas ficaram bem ruins com spoiler: a cena do beijo gay. Não esperava isso numa série com fantasia espacial. A Netflix consegue encaixar o homossexualismo em todas as suas obras. Impressionante.
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