3%
Críticas dos usuários
Críticas da imprensa
Média
4,0
1177 notas

105 Críticas do usuário

5
29 críticas
4
24 críticas
3
18 críticas
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10 críticas
1
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cinetenisverde
cinetenisverde

29.471 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,0
Enviada em 17 de janeiro de 2017
Mais uma série Netflix advinda de um experimento de produtores brasileiros. Cheguei a ver o piloto experimental no YouTube. Parecia promissor, ainda que precisasse de polimento no formato novelístico e superficial. Hoje, com a primeira temporada já produzida em nível Netflix, é possível afirmar que ele ainda precisa de polimento, pois possui os mesmos defeitos ignorados pela gangue de roteiristas.

Há uma boa história em 3%, no entanto. Futuro distópico, humanidade (ou aquela parte da humanidade) é dividida em duas castas. Uma, por um motivo qualquer, é de pessoas com riqueza de recursos. A outra é a ralé, que vive em casebres que lembram as gigantescas favelas brasileiras. Os moradores da parte menos nobre possuem uma chance na vida de migrarem para a parte rica, desde que passem por um conjunto de testes idealizado pela… adivinha? parte rica. Alguns não estão satisfeitos com isso e montaram uma milícia revolucionária. Outros possuem uma história emocionante que você irá acompanhar em flashbacks em cada novo episódio.
Jackson A L
Jackson A L

13.703 seguidores 1.242 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 28 de novembro de 2016
A série só não é melhor classificada, porque é brasileira, aposto que se fosse americana iria estar muito melhor conceituada. Pessoal é preconceituoso com relação a cinema brasileiro. Mudou muito de alguns anos para cá sim. É lógico que ainda tem muita porcaria, assim como tem muito lixo sendo criado em hollywood. Obvio que ficaram muitas lacunas na trama e outras coisas não bem resolvidas, mas a ideia central achei muito boa e muito bem explorada essa desigualdade social. Acredito que na sequência da série a desenvoltura e o desenrolar vá ficando cada vez melhor. Se pudesse trocar uma peça no elenco, seria o ator João Miguel (ezequiel), para mim não convenceu... e os destaques deixaria para Michel Gomes (fernando) e Vaneza Oliveira (joana).
Jackson A L
Jackson A L

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Crítica da 3 temporada
3,0
Enviada em 2 de julho de 2019
A terceira temporada é relativamente inferior em relação as antecessoras, e que depois de personagem chatos como Ezequiel e Fernando, é a vez da Glória tornar-se insuportável. Achei bem produzida a cena do deserto, e a Vaneza Oliveira (Joana) com certeza é a melhor em cena.
Jackson A L
Jackson A L

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Crítica da 4 temporada
3,0
Enviada em 22 de agosto de 2020
A terceira temporada já não tinha sido tão boa, essa também não foi um espetáculo, mas gostei que pelo menos terminaram a série sem cancelar. Glória continuou insuportável, como previsto, Vaneza Oliveira (Joana) cresceu bastante durante a série e terminou muito bem, assim como Bianca Comparato. Gostei de ver alguns personagens da primeira temporada novamente. Só achei que forçaram o final, deveria ter pelo menos mais um capítulo para esclarecer melhor. Mas como eu disse logo na primeira temporada, a série só não tem uma classificação melhor porque é brasileira, a primeira temporada achei excelente.
anônimo
Um visitante
Crítica da série
2,0
Enviada em 16 de dezembro de 2016
Não é por ser uma produção brasileira que eu vou falar mal.Mas é ruim mesmo.
O que todos já sabem,mas é sempre bom frisar,essa série tem, de pior as atuações.São performances fora do normal.Algo que não necessita para tal ocasião.Você consegue ver o elenco forçar em quase todas as cenas.O roteiro é a segunda pior coisa.Que repete toda hora um palavrão (digno de produção nacional) sem nenhuma necessidade.

Bianca Comparato é a grande estrela da série.Ela tem a melhor personagem,tem as melhores cenas,se apresenta de forma excepcional.Está um degrau acima de qualquer outro (a) do elenco.
A direção de arte é pobre,figurino nem se fala,e não há um episódio sequer que fique na lembrança positivamente.
anônimo
Um visitante
Crítica da série
5,0
Enviada em 22 de dezembro de 2016
3% é uma ótima série, sendo a primeira brasileira a ter o formato americano. Ela é original no conceito do Processo e nas tecnologias existentes, e desenvolve os personagens muito bem, nos surpreendendo com seus arcos.

Leiam a minha resenha completa no link abaixo:
Danny Sincerona
Danny Sincerona

44 seguidores 193 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 17 de julho de 2021
Eu simplesmente amei o contexto dessa série, a história por trás dela é realmente incrível e mexe com a gente.
Essa é mais uma história distopia que poderia muito bem ser verdade, mostra como o ser humano pode ser horrível e mesquinho, mas como ele também pode querer mudar e transformar o mundo em um lugar melhor.
Aqui temos perda e dor, mas também temos a alegria de ver pessoas que tem tão pouco, sendo tão felizes.
Eu acho que poderia ter um spin-off da série alguns anos depois, para sabermos se o plano realmente deu certo e se os seres humanos tomaram juízo.
Fiquei com uma duvida com essa série, a população do mundo inteiro, só habita uma parte do planeta? Ficou uma coisa um pouco estranha que somente um pais tenha sobrevivido ao fim dos tempos e que só eles tenham o Mar Alto.
Enfim, série espetacular que realmente vale a pena ver.
Caroline C.
Caroline C.

34 seguidores 67 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 9 de novembro de 2018
A princípio não dei muito crédito por ser uma série brasileira, mas eis aqui a prova que temos que valorizar as produções nacionais também, pois estão ficando cada vez melhores e ganhando mais espaço. Muitas tecnologias inexistentes no mundo real são reproduzidas na tela, tornando a história ainda mais interessante! uita coisa acontece na história e é necessário que você preste muita atenção, para que alguns detalhes não passem despercebidos! A trama é bem envolvente e tem aquele “Q” de suspense que todo mundo gosta!

https://jovemedivertida.com/2017/04/19/3/
Fernanda A.
Fernanda A.

20 seguidores 17 críticas Seguir usuário

Crítica da série
2,5
Enviada em 3 de agosto de 2018
Assisti a primeira temporada e amei, super diferente e entendi que série brasileira não tem a mesma produção que americanas etc. Mas ok. Estava ansiosa para segunda temporada.
Chegou a segunda temporada e nem acabei de assistir. Personagens novos e com atuação horrivel que te desanima.
Dandara R.
Dandara R.

16 seguidores 1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
2,5
Enviada em 22 de dezembro de 2016
a proposta dá série é ótima. Porém deixa a desejar em alguns aspectos como roteiro e construção das personagens
Luciano C.
Luciano C.

13 seguidores 16 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,5
Enviada em 5 de fevereiro de 2017
Primeira série brasileira original Netflix, comecei a assistir por ser brasileira e já fui com uma visão crítica fuziladora, mas, apesar de um elenco desconhecido e alguns atores visivelmente despreparados prende a atenção pelas mensagens e os questionamentos interpessoais. E, acreditem, o último episódio da primeira temporada deixa um gosto de ..."quero saber o quem vem depois". Vale!
Michaela L.
Michaela L.

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Crítica da série
4,0
Enviada em 28 de janeiro de 2017
Pra uma estreia brasileira, está excelente! Sim, as roupas são horriveis, e as falas são bem sem graça. Os "principais" são os de pior atuação, coloco aqui um destaque para a atriz da Joana e do Rafael, que, com certeza, são os melhores. Já quero a segunda temporada!
drigosr
drigosr

7 seguidores 17 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,0
Enviada em 29 de novembro de 2016
O "Jogos Vorazes" brasileiro: essa é a impressão inicial que você vai ter ao conhecer a série brasileira 3% da Netflix. Pensar que essa é uma cópia genérica de um filme de sucesso americano, misturado ao nosso eterno "complexo de vira-lata" fará com que você, provavelmente, nem se interesse em assistir esse seriado, mas se conseguir ver além disso, vai encontrar algo mais surpreendente do que poderia imaginar.

3% não é magnífico e/ou grandioso como outras grandes séries da Netflix, tal qual House of Cards por exemplo, e talvez o motivo mais óbvio seja seu fraco orçamento (estimado em torno de R$ 10 milhões). Ao se apresentar uma série sobre distopia e mundo em colapso, você espera ver alta tecnologia em contraste com devastação e pobreza, mas em 3% tudo é visualmente brega e sem graça. Os "ricos" passeiam por salas brancas e iluminadas e usam roupas estranhas de cores claras com um corte lateral na manga. Já os pobres andam sujos com roupas escuras e rasgadas. Mais clichê impossível.

Ironicamente, a série se torna única justamente por essas limitações de orçamento. Quando não há dinheiro para inventar nada impressionante visualmente, você precisa ser criativo e mostrar que é na narrativa que se conquista o público, e isso a série conseguiu muito bem. Os episódios não tem muitos momentos impressionantes ou possui cenas de ação complexas como outras séries por aí, mas os atores demonstram muito esforço para brilharem com o que tem em mãos. Os destaques na atuação vão para a dupla de protagonistas Michele (Bianca Comparato) e Fernando (Michel Gomes), para o supervisor do Processo Ezequiel (João Miguel) e para uma das participantes Joana (Vaneza Oliveira - que tem ótimas cenas, por sinal). As demais atuações são rasas e fracas mas ainda há alguns momentos de exceção como o episódio 04 centrado em Marco (Rafael Lozano) e 05, centrado em Aline (Mel Froncowiak) - ambos tem bons momentos e boas atuações.

3% falha em não ser mais ousado e mais original em estilo. Ele cai no esperado e o contraste entre o MarAlto e o resto do mundo é o contraste entre o branco e o preto. A série porém nos ganha com simples mas boas histórias dos personagens, contadas em flashbacks e por interessantes cenas nas provas que eles são obrigados a passar (eu gostei muito da cena em que eles precisam bancar o detetive e descobrir o que aconteceu com a moça que estava jantando com a família).

Não é a série que você vai querer que todo mundo veja mas se tirar o preconceito contra produções brasileiras que há em você e se submeter a assistir aos 08 episódios disponíveis, 3% pode te trazer algumas boas horas de diversão descompromissada. E que venha a segunda temporada!
Emanuel S.
Emanuel S.

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Crítica da 1 temporada
5,0
Enviada em 15 de dezembro de 2016
Muito bem produzida. Tema bastante "polêmico". Aborda algumas coisas de metodologia científica e relembra alguns casos também.
Vitor I.
Vitor I.

7 seguidores 3 críticas Seguir usuário

Crítica da série
0,5
Enviada em 26 de abril de 2017
Digna de pena de tão ruim... Que atuações péssimas... Não consegui nem ver o terceiro episódio, parei pelo segundo de tão ruim que estava.