A série é razoável. História com um propósito interessante na primeira temporada, porém, a história da série se perdeu na segunda temporada com muita ficção e muitas fantasias. spoiler: A primeira temporada realmente é ótima, pois fala sobre espiritualidade com pouca ficção, muito drama e suspense. Já na segunda temporada quiseram inventar muito, então a mesma ficou muito fantasiosa, com uma mistura de terror, drama e suspense, teve uma queda brusca por tanto querer inventar e um episódio ridículo pelo menos para mim, é o episódio 4 da segunda temporada senão me engano, chamado: SYZYGY, uma vergonha a OA conversar mentalmente com um polvo, isso é totalmente sem noção e uma coisa nada a ver com a série, esse é um dos pontos negativos, e claro, tem vários outros pontos negativos na série e sem explicação. Na minha opinião é um desrespeito com nós que assistimos, uma série ser cancelada, sem pelo menos ter um final adequado, deixa muito a desejar, vários pontos a serem resolvidos e muitos furos deixados na série. Recomendo apenas a primeira temporada à pessoa que for assistir.
Era uma série muito boa, deixou uma história muito boa para a terceira temporada, uma pena que a Netflix cancelou. A série teve alguns erros, poderia ter terminado a primeira temporada com menos perguntas e mais respostas, a segunda mesma coisa. Realmente é uma pena, quem sabe um dia volta.
The OA cria toda uma mitologia sobre vida após a morte e outras dimensões. É uma série estranha e louca (não tem como definir melhor), mas tem suas qualidades e faz você ter vontade de assistir os outros episódios e uma possível nova temporada. Pode não ser a melhor série da Netflix do ano, mas ela é boa.
Argumento peculiar fundado em EQM (Experiência de Quase Morte). Desde o início o clima de mistério se estabelece. Vai num crescente adensamento --- passa por Sci-Fi, misticismo, drama psicológico, suspense, culminando no chamamento do espectador à sua própria interpretação. Vi todos episódios numa noite, isto é, gera muita curiosidade. Boa série.
Uma série de suspense psicológico dramático cujo tema central de experiências de quase morte com o misticismo de anjos na Terra. Produzido por Brad Pitt, a série é eclética nos seus personagens centrais, tentando agregar todos os gêneros, mas dialoga diretamente com o público jovem. Brit Marling é a criadora da série e infelizmente também protagoniza. Isso torna sua personagem menos carismática é quase robótica comparando com os personagens de apoio como o de Emory Cohen, Patrick Gibson, Phyllis Smith, Brandon Perea. Aliás, são esses personagens que conseguem manter a qualidade de interpretação dos episódios, principalmente nas sequencias mais dramáticas. O gancho do fim da temporada é uma simples curiosidade sobre o que vai acontecer com os personagens centrais, mesmo assim, os dramas tão reais dessas personagens em busca de sua redenção já gera uma vontade de continuar vendo mais dessa trama, que até o momento ainda não ativou a segunda temporada.
A segunda temporada cria um emaranhado complexo na série, há que se ficar muito ligado para entender todos os movimentos. O final é um pouco nebuloso e relativamente frustrante.
Quem gosta de filmes e séries que desencadeiam discussões logo após a exibição de seus últimos minutos tem que conferir The O.A. Se os calorosos debates online são um termômetro, a série da Netflix cai naquela categoria polarizada de 'ame-a ou odeie-a'. O razoável seria se posicionar em algum lugar entre estes dois extremos, mas um fato indiscutível é que é injusto julgá-la somente através da leitura de resumos ou críticas. Ver dois, três episódios e depois pegar um atalho é, no mínimo, um desrespeito à obra e seus criadores.
Se já assistiu todos os oito episódios da primeira temporada de The O.A.(ou se gosta de controvérsias, vá assistir e depois volte aqui) leia a resenha original repleta de SPOILERS em:
Tudo muito bom até o último episódio... Melou tudo. A atriz principal é bizarra, o que é totalmente adequado. Não dá um destino aos amigos dela, deixa tudo meio no ar
Uma série muito boa que aborda a vida após a morte é uma maneira diferente e que parte alguns estudos que eu tive sobre outras dimensões e que são com outras pessoas do passado. Pena pena que a Netflix cancelou para terceira temporada
A melhor definição que eu vi sobre The OA é que é uma série "bem louca". O melhor lado da série tá na fotografia contemplativa e na atmosfera que ela cria, além do carisma da Brit Marling. Os primeiros episódios são bem legais, instigantes, tensos. Mas cai muito no decorrer e só recupera o fôlego no final. A narrativa é muito lenta. Além da espiritualidade em conflito com a ciência, a série também tem um conceito moralista. É uma boa série, mas tem uma proposta bem restrita, então não vai conseguir agradar todo mundo.
Não é uma série de ação e seu ritmo pode parecer lento para alguns. Trata-se de uma história cativante e surreal contada aos poucos pela protagonista. O primeiro episódio é bem lento, melhora no segundo e engrena de vez a partir do terceiro. Se você curte histórias sobre EQM e vida após a morte, vale muito a pena.
Uma produção de Brad Pitt, claro que não iria decepcionar. Eu realmente gostei muito, uma história totalmente diferente, gostei muito das atuações dos atores até desconhecidos. Muito boa, recomendo. Já estou fazendo minhas teorias, rs.
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