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Gláucia Fernandes
1 crítica
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Crítica da 5 temporada
3,0
Enviada em 28 de abril de 2025
Não sei se foi tão ruim quanto a quarta temporada, mas teve um desfecho interessante. You pra mim terminou na terceira temporada. Quarta temporada em diante é ladeira abaixo. O Joe que sempre foi muito esperto, tem algumas atitudes na quinta temporada que o deixa patético.
O Joe mostrou sua verdadeira cara e frieza nas mortes nessa última temporada. spoiler: Mas ainda assim, acho que ele deveria ter conseguido escapar e ter começado uma nova vida, afinal, o último romântico acabou nunca encontrando o amor. Triste pelo fim da série.
Temporada acertada. Enredo diferente, fora da mesmice de sempre: Joe, numa livraria, numa faculdade, numa biblioteca, se apaixonando por uma universitária. Já deu né gente.
A forma como o autor conduz a narrativa, integralmente sob a perspectiva do serial killer, é realmente genial. Ao nos dar acesso aos pensamentos do protagonista, o autor expõe suas vulnerabilidades e o humaniza, o que surpreendentemente nos leva a criar uma conexão com ele, a ponto de, em muitos momentos, torcermos pelo sucesso de Joe. Ao longo das temporadas, acompanhamos uma evolução significativa do personagem. É particularmente interessante a forma como a série aborda o autoódio, especialmente quando Joe encontra alguém com características semelhantes às suas e demonstra desprezo, mesmo diante das motivações e fragilidades dessa pessoa, espelhando as suas próprias. Contudo, na última temporada, minha relação com Joe se transforma. Ele parece confortável com o olhar do público, exibindo sua personalidade sem subterfúgios e declarando gostar de quem é e do que faz.
É uma série legal. Maratonei as 5 temporadas em 7 dias. Mas ao meu ver, ela terminaria perfeitamente bem na 2ª temporada, com ele se casando e sendo pai. Mas em razão da bela atuação da Love, forçando um pouco, mesmo que com um final mais cruéu, na 3 temporada com a Love sendo morta e o Joe fugindo pra viver o resto da vida com uma identidade nova, seria legal também. O problema começa na insistência desse negócio dele sempre achar uma mulher nova e se apaixonando por todo mundo a todo tempo, ficou chato.
Entendo que tudo isso tem raízes de traumas causados na infância do Jon, tanto a parte do bullying quanto a falta de amor e rejeição com qual ele sempre conviveu. Então é justificável ele achar que ama todo mundo a todo tempo. Mas ficou maçante. Ai quando eu estava começando a aceitar a 4 temporada, porque achei interessante o formato de aparecer outro serial killer querendo ser amigo dele, mas quando menos espero, a revelção de que só era ele mesmo sendo esquizofrênico. Me broxou. Quase parei de assistir. Continuei por obrigação.
Enfim. É uma série legal pra se passar o tempo, mas saiba que você vai ficar meio revoltado com algumas situações. KKK
Amei a série até a 4 temporada....achei a 5 temporada muito arrastada, me deu preguiça de assistir, tudo "mais do mesmo", como se eu tivesse visto algo semelhante nas outras temporadas...cansativo.
Poderia ter 2 temporadas a menos. O arco da Love é bom, pq pega o espectador de surpresa, mas depois fica chato. O Joe sempre prende quem quer, escapa de quem quer, vence facilmente policiais e homens mais fortes e preparados. Perde a graça. O final ao menos é justo.
spoiler: Acompanhar a história sob o ponto de vista do próprio sereal killer é com sua constante narração em primeira pessoa é uma sacada brilhante. Essa perspectiva força quase que inconscientemente, uma humanização, uma vez que somos expostos às suas motivações mais íntimas e até às suas vulnerabilidades. É um jogo psicológico que a série domina muito bem. A evolução do protagonista também é um ponto alto. Suas experiências e suas vítimas o moldam, mas nem sempre pra melhor. Um dos arcos que mais me chamaram atenção ocorre da segunda pra terceira temporada, quando Joe se depara com Love Quinn, e a forma que ele perde todo o encanto por ela, justamente por se ver refletir, retratando muito bem o auto ódio. Embora a quarta temporada ter parecido mais fraca ou até mesmo desnecessária, ela introduz elementos interessantes como a dissociação ente sua “versão boa” e “versão ruim, com ele convenientemente esquecendo os crimes e atrocidades que cometeu, e o desfecho da série é sem dúvida excelente, já que oferece a tao esperada punição do personagem. Na temporada final, parece que joe já se sente tão confortável com a audiência que acaba por exibir seu verdadeiro desejo e satisfação de matar. Esse é o ponto de virada definitivo, onde a série nos permite finalmente nos afastar dele quebrando qualquer laço de empatia. A partir daí a gente passa a ver joe como um criminoso repugnante e não apenas como um mero antagonista. Vale muito a pena assistir, uma trama bem fluida e reflexiva. Gostei bastante.
A série foi muito bem construída ao longo de suas temporadas. A consolidação do Joe como serial killer foi feita de forma gradual e inteligente, a ponto de fazer o público se apegar ao vilão. A série soube explorar muito bem a fórmula: “Se o vilão for carismático, apresentar motivos compreensíveis para seus atos e despertar identificação, ele rouba o protagonismo”. A quinta temporada, no entanto, tentou quebrar essa fórmula, apresentando o Joe de forma mais crua: um psicopata misógino e narcisista. A ideia era interessante, mas a execução deixou a desejar. A essa altura, Joe era um assassino experiente, capaz de cometer crimes perfeitos. Porém, o roteiro ignorou essa construção para forçar um final incoerente, onde personagens femininas sobrevivem a situações impossíveis e o protagonista age como se fosse iniciante no crime. Mudaram completamente sua essência em uma única temporada. O final ideal, na minha concepção, teria sido a volta da Love para confrontá-lo. Não havia espaço para um desfecho tão raso e sem lógica como o que foi entregue. You sempre flertou com o absurdo, mas sem perder a conexão com a realidade — algo que foi abandonado na última temporada.
Fiquei esperando a ELLIE aparecer revoltada também poxa. Mostrar como começou a vida dela, como terminou.... ficou a desejar. Não mostrou também como a rica foi salva, ela estava morrendo de tiro e fumaça não de queimaduras.... de resto td show a série te prende
Uma série contemporânea; que retrata a perda da privacidade na era das redes sociais. A trama se desenvolve muito bem e o final não é clichê. Tem alguns furos no roteiro, mas vale a pena.
A série me prendeu pela sua narrativa, mas confesso que a partir do segundo episódio não quis mais assistir, mas persistir e vir que foi uma das piores séries que já assistir, talvez seja porque acredito no amor e ficava torcendo por um final feliz. O que me conforta é que ela poderia ter perdido a vida no vagão de trem e ele a salvou.
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