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Ricardo L.
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Crítica da 1 temporada
4,0
Enviada em 8 de maio de 2020
1° temporada com boa premissa! Um suspense que prende, com bons diálogos e uma narrativa bem construída, claro que os clichês adolescentes são bem presente e há falhas claras de roteiro. vale a pena seguir com a próxima temporada.
2° temporada que segue com o estilo da anterior, com uma narrativa interessante e diálogos já não interessantes, sendo já um pouco manjada, beirando a chatice, destaque para as boas atuações e ótima trilha sonora.
"Atuação excepcional e trama instigante, mas com preocupações sobre a representação de comportamentos nocivos." "You" acompanha Joe Goldberg (Penn Badgley), um gerente de livraria que se transforma em um stalker obsessivo, utilizando as redes sociais para se aproximar de mulheres que se tornam suas vítimas. Criada por Greg Berlanti e Sera Gamble, "You" é uma série que explora os limites da obsessão e da privacidade na era digital. A atuação de Penn Badgley é amplamente elogiada, oferecendo uma interpretação complexa e multifacetada de Joe. A narrativa, embora envolvente, levanta questões sobre a glorificação de comportamentos tóxicos e a responsabilidade das plataformas digitais na disseminação de conteúdos prejudiciais.
Série bem mediana e cheia de absurdos ao extremo. Evidências e digitais em tudo que é lugar, corpos são carregados e descarregados no meio da cidade sem ninguém ver. Enquanto Beck é chata e não perde uma transa a vista de toda a rua porque não colocou uma cortina, Joe é um cara que tenta romantizar sua obsessão doentia.
Amei a 1° temporada, cheia de suspenses, com um ótimo elenco, os acontecimento paralelos agregando a trama, e o final imprevisível, prende do início ao fim. Mas me decepcionei com a 2° temporada, enredo fraco, personagens desinteressantes, a personagem Candance poderia ter sido melhor aproveitada. Fiquei surpresa de ter uma 3° temporada.
Chocante, surpreende e com toda certeza imprevisível. Bem produzido, ótimos atores, histórias paralelas e cenários que dão uma sensação de que aquilo é real. Recomendo a todos e fica um alerta sobre a exposição na internet.
uma série extremamente tensa (da minha parte). Joe é bem estrategista e psicopata, e ainda tem gente que sente atração por ele (bizarro kkk). uma série bem viciante
Intrigante e cheia de suspenses... É uma história que te prende do inicio ao final, ocorrem muitos fatos imprevisíveis, e isso é um ponto forte. A série só peca em alguns detalhes no roteiro, mas eu acredito valer muito a pena a experiência.
A série é muito bem elaborada, começa muito bem e todas as temporadas são boas, dei 4,5 estrelas pq a polícia dessa série é muito burra. Chega a ser inacreditável algumas cenas.
You ou Você... a série que transformou perseguição criminosa em "amor que dói" e nos fez questionar se a Netflix anda assistindo os próprios roteiros sob efeito de álcool. Vamos falar sobre essa montanha-russa de absurdos, onde Joe Goldberg (Penn Badgley) faz Dexter parecer um monge budista e a lógica vai pro beleléu no primeiro episódio.
Joe conhece Beck, uma aspirante a escritora que, convenhamos, tem a segurança digital de uma porta de vidro temperado. Ele stalkeia ela com a facilidade de quem acha senhas no post-it do computador, e a série tenta nos convencer que isso é "romântico" porque... ele lê livros? Beck, por sua vez, é tão autodestrutiva que quase pede pra ser trancada naquela caixa de vidro. Moraleja: se seu namorado tem um porão cheio de lembranças suas, CORRA. Mas não antes de postar no Stories .
A série tenta equilibrar "olha como as redes sociais são perigosas" com "mas olha como é gostoso perseguir alguém pelo Google". Stephen King elogiou? Deve ser o mesmo Stephen King que acha It uma comédia leve.
Joe muda pra LA, troca de nome como quem troca de cueca e se envolve com Love Quinn, uma chef que faz Morticia Addams parecer equilibrada. Descobrimos que ela é tão psicopata quanto ele (plot twist: ela mata MAIS), e aí a série vira Bonnie & Clyde se fossem influencers de casal tóxico. O bebê Henry nasce, e você se pergunta: "Cadê o Serviço Social?".
Joe reclama de LA ser superficial, mas ele literalmente enterra corpos como se fossem mudas de planta. E ainda arruma tempo pra julgar os outros por não lerem Dostoiévski.
Joe e Love se mudam pra um subúrbio onde todo mundo sorri até morrer (literalmente). A temporada é basicamente: - Love: "Vou esfaquear alguém por ciúmes" - Joe: "Não, amor, vamos conversar... depois eu te mato" O casal faz terapia (???), e o terapeuta não percebe que eles estão descrevendo crimes como "problemas de comunicação". No final, Joe foge pra Europa como se fosse um intercâmbio, não um fugitivo.
Um vizinho antivacina é tratado como pior que os assassinos. Prioridades, né?
Joe vira professor em Londres (porque nada diz "discreto" como um americano com sotaque fingido) e a série entra no modo "quantas identidades roubadas um homem pode ter?". A quinta temporada promete mais do mesmo: Joe persegue, mata, repete. A essa altura, até o algoritmo da Netflix deve estar cansado.
A série devia ter acabado na Temporada 3. Love era a única digna de Joe — ela pelo menos admitia que era psicopata sem fingir ser um "romântico incompreendido".
You é como um acidente de carro: você sabe que é errado ficar olhando, mas não consegue parar. A série brinca com temas sérios (stalker, abuso) como se fossem plot twists de novela das 9, e Penn Badgley carrega o roteiro nas costas com um charme que beira o ilegal.
Dica: Assista como comédia e tenha o número da polícia à mão. Por precaução.
Apesar da série abordar relacionamento abusivo e psicopatia, acabamos criando uma certa empatia pelo protagonista, pois, além de sermos conduzidos pela sua perspectiva das coisas (com exceção do episódio 4 em que é mesclado a perspectiva de Beck também), Joe não é um monstro 24 horas. Na verdade, assim como qualquer ser humano, ele tem qualidades e defeitos e suas qualidades são notáveis. Com o tempo, chega até a ser decepcionante que um homem tão dedicado e romântico como ele, possa ter esse outro lado sombrio. É um tema super relevante, precisamos aprender a tomar cuidado com os “príncipes” que encontramos por aí. A trama é envolvente, temos ótimas atuações, cenas fantásticas, mesclando um pouco de tudo, desde suspense, romance, até mesmo humor.
Uma série contemporânea; que retrata a perda da privacidade na era das redes sociais. A trama se desenvolve muito bem e o final não é clichê. Tem alguns furos no roteiro, mas vale a pena.
As três primeiras temporadas são excelentes, traz a construção do personagem, como ele é. Um psicopata carismático e fragmentado a procura de um amor irreal. Teria sido melhor se tivesse acabado na terceira temporada, porque as próximas são péssimas. Principalmente a ultima temporada, o episódio final que fecha a serie é um lixo, o enredo da ultima temporada é um LIXO, e principalmente a personagem introduzida para acabar com o Joe é um LIXO. Você não compreende mais o personagem, teria sido melhor ter feito uma temporada a menos. O final poderia ter sido razoável de tivessem matado o Joe no incêndio junto da sua esposa, mas parece que eles não queriam o razoável, queriam o horrível mesmo.
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