Ash vs Evil Dead
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Felipe Zzz
Felipe Zzz

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Crítica da série
5,0
Enviada em 23 de janeiro de 2026
É um crime gravíssimo não ter a 4° temporada dessa série, ela é incrível do início ao fim. spoiler:
Ramon Pacífico
Ramon Pacífico

2 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 20 de janeiro de 2025
Isso é bom demais!!! Uma série pra se divertir e curtir a trilha sonora recheada do bom e velho rock and roll落
Diogo Maues
Diogo Maues

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 10 de setembro de 2024
Eu achei incrível a temporada!!! Sou fã do Ash desde os primeiros filmes e quando soube da série , não consegui me aguentar assitir tudo!!! Por que acabou? Por que não continuaram ? Eu estou louco para saber mais sobre a história. E o mundo do Ash vs evil dead!
WhatBizzare
WhatBizzare

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Crítica da série
3,5
Enviada em 4 de abril de 2024
Título: A Morte Alucinante

Eu Assisti "Ash Vs Evil Dead". Uma série que homenageia o legado da minha trilogia preferida: Uma Noite Alucinante. A série explora muito mais a ação do que o Terror originário do Primeiro filme, não sendo necessariamente um problema, a série escolhe em desenvolver o personagem mais icônica de Sam Raimi, Ash Williams, Ash Williams entra em conflitos internos e externos muito mais aprofundados, problemas internos envolvendo a sua mente, como todos consideram ele um louco, há momentos como o episódio "Delusion" sendo o melhor capítulo de toda série, elaborando a fraqueza de Ash Williams, sua fraqueza são seus traumas de guerra, e com essa fraqueza faz ele ser super protetor. Os novos personagens foram ótimas adições, como Pablo e Kelly, Ruby, agregam muito a história e são personagens bastante interessantes e bem desenvolvidos, até mesmo a filha de Ash Williams, tendo participação curta, mesmo assim é carismática imitando o jeito de seu Pai. O primeiro episódio é incrível "El Jefe", com a direção de Sam Raimi arrasando, e trás até uma expectativa falsa da série, Sam Raimi introduz suspense e até mesmo terror em sua direção ao primeiro episódio, mas isso não rola em toda a série, a direção em certos capítulos são incríveis, como em "DUI" que a closes lindos, e que de mostra identidade. O Worldbuilding desenvolvido é muito bem feito, mas sinto que nessa série não utilizam todo o potencial de Ash, e chega a ser inconsistente, na temporada anterior o Ash vence um Demônio poderoso que se Teletransporta, mas na próxima temporada ele sente dificuldade ao ganhar de uma velha podre. O final não atendeu as minhas expectativas, me incomoda de Ash não voltar com a sua mão de motosserra, o final Aberto é genial, fazendo referência ao Evil Dead 4 aonde Sam Raimi não conseguiu realizar. Ash Williams não está no seu real potencial, sem o Terror/Thiller me incomoda, a ação é sensacional, mas a presença do "Mal está vindo" em meio a ação não funciona, o Mal funciona ao meio do terror, e não a ação que acompanha a série, me incomoda também as frases de efeito, um personagem ao calibre de ASH WILLIAMS tendo 30 episódio a série só ter uma frase realmente icônica, que é no episódio 1 me sentir triste,  a série tem um imenso potencial, mas ela se perde um pouco querendo se focar na ação.

"Ei vovó, espero que você tenha tomado suas vitaminas hoje, porque vamos dançar!"

Nota: 7,5
Adriano Silva
Adriano Silva

1.613 seguidores 478 críticas Seguir usuário

Crítica da 3 temporada
4,0
Enviada em 4 de junho de 2023
TEM SPOILERS!

Ash vs Evil Dead (3ª Temporada) 2018

Agora que terminei a terceira temporada posso afirmar com 100% de certeza que a série "Ash vs Evil Dead" é muito boa e foi uma ideia genial desse eterno trio (Bruce Campbell, Rob Tapert e Sam Raimi).

Se na segunda temporada eu constatei um certo sinal de desgaste, pelo fato de toda temporada ser praticamente igual a primeira e ainda terminar os eventos novamente na lendária cabana na floresta. Dessa vez somos completamente surpreendidos, como uma temporada excelente, que soube se reinventar, inovar, começar a tomar um rumo diferente, trazer novos elementos e ainda usar o mesmo universo mas com uma história diferente e um final apoteótico.

A temporada mantém o mesmo ritmo das anteriores, sendo bastante fluida, dinâmica, voraz, novamente apostando pesado na violência explícita, na sanguinolência extrema, ou seja, entregando um gore maravilhoso pra ninguém botar defeito.

Dessa vez a temporada se inicia com um Ash (Campbell) sendo glorificado como o salvador da humanidade em Elk Grove, exatamente pelos eventos da segunda temporada. E nesse quesito a série novamente acerta muito bem na comédia trash de terror, no terrir, no humor negro, nessa mistura de horror e comédia ultrajante que todos adoramos dessa franquia. Novamente temos a figura de um Ash cada vez mais tiozão, sempre trajado no seu politicamente incorreto, com suas frases de efeitos, com seu humor ácido, com suas tiradas cômicas, com seu timing cômico e seus bordões clássicos. Ash Williams é aquele personagem que sempre amamos ao longo de todos esses anos, aquele velho amigo que conhecemos há mais de 30 anos, aquele canastrão que é pervertido, é incorreto mas adorado no horror.

O primeiro episódio é excelente, facilmente o melhor episódio de toda a série ao longo dos 30 episódios.
Já na abertura somos surpreendidos pelo comercial daquela exótica casa de ferramentas (Ashy Slashy's), com o Ash falando que sempre usou a motosserra para cortar os demônios mas que agora ele usa para cortar os preços - cena impagável! Quem vende brinquedos sexuais em uma loja de ferramentas? Ainda temos aquela cena na escola com os instrumentos musicais atacando o Ash, que faz uma clara referência ao "Evil Dead 3". Sem falar que ainda somos confrontados com a Kelly (Dana DeLorenzo) com seu novo amigo Dalton (Lindsay Farris), que é um integrante dos Cavaleiros da Suméria, e a surpresa para o Ash e para nós de uma filha.

Um ponto interessante nessa temporada é o fato da série tentar humanizar a figura do Ash ao confrontá-lo com o peso da paternidade. Soa até engraçado imaginar o Ash sendo pai, tendo que conviver com uma filha adolescente (que é bem descontrolada por sinal) nas costas. E é exatamente isso que temos aqui senhoras e senhores, sim, um Ash Williams pai! Essa foi a maior surpresa do primeiro episódio e de toda a temporada, a integração da Brandy (Arielle Carver-O’Neill) como a filha do Ash (onde sua mãe é logo morta pelos deadites). E fica interessante acompanhar o desenvolvimento daquela possível ligação de pai e filha, daquela possível família que já começou toda errada, onde o próprio Ash terá que se adaptar à nova vida de ser pai e lutar contra os demônios kandarianos. E por incrível que pareça ao final temos um Ash menos egoísta, menos arrogante, mais família, mais protetor e sendo aquela figura de pai herói.

O segundo episódio tem uma abertura incrivelmente bizarra, que é aquele parto do bebê demônio explodindo a barriga da Ruby (Lucy Lawless). Uma cena com uma sanguinolência insana e um gore extremo, sem falar que os efeitos nessa parte ficaram incríveis. É nesse episódio onde começa as primeiras abordagens sobre os "The Dark Ones" (os Cavaleiros das Trevas), que são conhecidos como os possíveis escritores do "Necronomicon" (o livro dos mortos) e que estão em busca dele.

A terceira temporada se sobressai exatamente por trazer um roteiro mais completo, com elementos mais exploráveis, com novas ideias funcionais, sem ficar somente na sempre dependência do "Necronomicon". Ou seja, temos abordagens sobre o conceito da paternidade, os Cavaleiros da Suméria, que são uma ordem templária secreta criada há milhares de anos para ajudar no combate do mal, e os "The Dark Ones" (que se parecem com os dementadores do "Harry Potter").

O nono episódio nos mostra mais a respeito dos "The Dark Ones", o que confronta diretamente com a finalmente morte da Ruby (que já estava mais do que na hora). Além daquela cena da Brandy enfrentando seu celular demônio na garagem, onde temos uma cena com um gore digno de uma verdadeira filha do Ash Williams.

O décimo episódio segue a excelência da temporada, ao nos mostrar o embate final com o gigantesco demônio "Kandar" (o destruidor) no meio da cidade de Elk Grove (Califórnia). E aqui temos um ponto muito interessante, que é o direcionamento da luta final para a cidade e não para a famigerada cabana na floresta - ponto muito positivo! Interessante mostrar a propagação mundial dos ataques, ou seja, Ash realmente condenou todo a humanidade. A luta contra o "Kandar" é muito boa, pois até o exército estava atacando e não somente o Ash. Mas fato é que somente o Ash tem o verdadeiro poder para destruir todos os demônios kandarianos.

A terceira temporada está repleta de cenas clássicas, emblemáticas e como nunca pode faltar, as famosas cenas hilárias também estão presentes. Nada como a cena bizarra no laboratório de espermas, onde o Ash encara aquele demônio ao som da clássica Take On Me, do A-ha. Mais uma cena completamente sem escrúpulos ao desafiar o Ash com uma luta contra o bebê demônio enfiado dentro de um corpo sem cabeça. Incrível como estas cenas já são clássicas dentro do universo "Evil Dead" e como elas são marcas registradas da franquia. Por outro lado também temos os momentos fofos como a cena em que o Ash entrega para a Brandy o icônico amuleto.

O elenco sempre foi um ponto positivo na série e nessa temporada não seria diferente:
Bruce Campbell sempre excelente, com um personagem completamente imortalizado e eternizado na cultura pop, e que vai deixar saudades do seu icônico Ash Williams. O próprio Bruce Campbell deixou um depoimento emocionado nas redes sociais dizendo que o Ash foi o personagem de toda a sua vida.
Ray Santiago e Dana DeLorenzo como sempre estão impecáveis. Incrível como nas três temporadas o Pablo e a Kelly estiveram excelentes e sendo muito bem interpretados.
Lucy Lawless traz uma personagem que nunca me desceu e nunca me convenceu durante toda a série. A Ruby foi uma personagem totalmente controversa, que ora soava como uma ameaça ora soava como nada. Uma antagonista perdida, uma vilã fajuta, que sempre tentava impor os seus objetivos mas falhava miseravelmente.
Já a Arielle Carver-O’Neill esteve bem como a filha perdida do Ash. Inicialmente eu devo confessar que dava raiva da Brandy, e muito por ela se portar como aquela patricinha mimada, aquela garotinha inocente, indefesa, perdida, controlável, mas ao final ela ganhou a minha empatia e se mostrou uma boa adição da temporada.

Esta terceira temporada também se destaca nas partes técnicas:
Temos uma excelente trilha sonora, onde combinava perfeitamente como cada acontecimento dos episódios (principalmente no décimo).
A fotografia se destaca notavelmente, eu diria que é a melhor fotografia de toda a série.
Os efeitos especiais sempre foram marcas registradas da franquia (desde os primórdios), e aqui eles estão impecáveis.
Ponto positivo também para a direção de cada episódio.
E mais uma vez temos episódios curtos (que não ultrapassam meia hora), que já se tornou marca da série.

Agora falando da parte final da temporada:
Ao final do décimo episódio, após o Ash derrotar o "Kandar", ele acorda em uma espécie de futuro distópico. Possivelmente um futuro onde tudo do passado foi destruído e só restou o Ash (como uma espécie de androide) e uma garota misteriosa que também tem uma aparência de metade humana e metade robô. Claramente este final soava como uma possível continuação em uma quarta temporada futurista. Sem falar naquele veículo todo equipado no maior estilo de um "Mad Max" futurista.
E ainda sobre o final da temporada: ficamos sem saber o que de fato aconteceu com a Brandy, o Pablo e a Kelly. E mais triste ainda, nunca saberemos!

Infelizmente após a terceira temporada a série "Ash vs Evil Dead" foi cancelada devido ao baixo número de audiência (para a minha tristeza e de todos os fãs de "Evil Dead"). Bruce Campbell chegou a afirmar que isso aconteceu pelo fato de ninguém conhecer a Starz (plataforma que produziu a série) na época que ela estava sendo exibida. Porém, em julho de 2022, Campbell confirmou que uma animação estava em processo de desenvolvimento.

"Ash vs Evil Dead" termina com uma temporada com um alto nível de excelência. Pois confesso que ao final da segunda temporada eu achava que os motivos para o cancelamento da série estariam nessa terceira temporada, e agora eu constatei que não estavam. Pois a temporada é muito boa, entrega tudo que promete, além de manter toda a essência do universo "Evil Dead" e ainda se reinventar tomando novos rumos para a série que infelizmente não acontecerá mais. Realmente a série foi cancelada onde deveria começar (ou continuar), pois com esse final de temporada abriria o leque para várias possibilidades de exploração dentro de uma temática futurista, que sempre foi o sonho da franquia e principalmente do Sam Raimi.

O que fica é um enorme sentimento de tristeza misturado com nostalgia, pois a franquia "Evil Dead" é sem dúvida uma das minhas franquias de terror preferida de todos os tempos. O que nos resta é guardar na memória a figura do eterno Ash Williams lutando contra os lendários deadites. Pois de fato ficamos órfãos do nosso anti-herói canastrão, da comédia trash de terror, do gore extremo, do icônico "Necronomicon", do lendário Delta, da clássica boomstick e da famigerada motosserra. Uma pena! [03/06/2023]
Adriano Silva
Adriano Silva

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Crítica da 2 temporada
3,5
Enviada em 25 de maio de 2023
Ash vs Evil Dead (2ª Temporada)

A segunda temporada de "Ash vs Evil Dead" mantém exatamente o mesmo ritmo da primeira, mantém a mesma essência de todo o universo "Evil Dead" e consegue novamente navegar naquela proposta de comédia trash de terror. Dessa vez temos uma intensificação no cômico, naquele humor mórbido, no trash e principalmente no gore.

É interessante que a série nunca abandona a sua origem, justamente por sempre abusar e intensificar a violência explícita, a sanguinolência extrema e sempre mergulhar no Terrir. Porém, aqui temos um ponto bem curioso, que é o fato do nosso Ash estar de volta a Jacksonville e junto com esse retorno retornar todas as suas lembranças do passado; como o fato da aparição do seu pai (Brock Williams, que é interpretado por Lee Majors), que diga-se de passagem, foi uma surpresa. Além, é claro, entre várias surpresas e várias descobertas sobre o Ash que vamos acompanhando com o passar dos episódios.

Bruce Campbell novamente é a alma da série e de todo o universo "Evil Dead". Temos aqui um Ash cada vez mais velho, onde seu timing cômico e suas tiradas cômicas estão cada vez mais afiadas. Podemos notar aquele Ash tiozão com um senso de humor apuradíssimo, sendo aquele velho canastrão de sempre, onde ele nos proporciona cenas completamente impagáveis (Como na cena do morto no necrotério). Por outro lado a série nunca abandona aquelas famosas cutucadas no politicamente correto, onde temos o próprio Ash se trajando daquele humor politicamente incorreto, e é incrível como isso funciona aqui, mesmo que sendo encarado de forma mais branda, mais suave, que é justamente o intuito dessa alocação mais humorística da série (como já havia sido nos filmes).

A série continua acertando com perfeição no dinamismo, na fluidez, com um ritmo bastante envolvente, onde a diversão e o entretenimento é 100% garantido. E muito dessa diversão se passa justamente pela fator nostálgico, que é toda essência oitentista que a série continua nos proporcionando ao longo das histórias de cada episódio. Por falar em episódios, a temporada continua com a mesma dinâmica de episódios curtos, indo direto ao ponto (por mais que alguns até pareçam como uma encheção de linguiça), com aquele mesmo formato de episódios que não ultrapassam a meia hora, onde eu particularmente considero como um acerto. O saudosismo também pesa quando passamos a falar sobre as qualidades técnicas da temporada, que vão desde a maravilhosa e empolgante trilha sonora, até os cenários mais clássicos do universo "Evil Dead", que é justamente a icônica cabana na floresta.

O roteiro dessa segunda temporada segue entre acertos e erros!
Considero um acerto a história dessa temporada nos revelar mais informações sobre aquele passado oculto e sombrio do Ash, como o fato daquela lenda que se criou em sua cidade natal com o famoso "Ashy Slashy". Isso traz mais corpo para a história que está sendo contada, gera um engajamento maior. O mesmo vale para a introdução do principal vilão da temporada, que já difere da primeira temporada justamente por não manter a figura de antagonista (vilanesca) somente sobre a Ruby (Lucy Lawless). O vilão da vez é o temível (ou talvez não) Baal (Joel Tobeck). Que é uma criatura que se veste de peles humanas, que por sinal todo o efeito que utilizaram nas troca de peles foi fantástico.

Outro ponto muito interessante da temporada é toda referência que se mantém sobre a mitologia do universo "Evil Dead".
Ao longo da temporada temos algumas menções e referências sobre a trilogia original, como no caso da própria cabana e o "Necronomicon", mas ainda vai além, com algumas citações ao "Evil Dead 3", e a aparição daquele demônio de pescoço longo, que faz uma referência direta ao "Evil Dead 2" (se bem me lembro). Não posso esquecer de citar aquela cena no nono episódio, onde temos o clássico ataque dos galhos da árvore na Ruby e na Kelly (Dana DeLorenzo). Os 10 episódios se dividem entre referências, menções e homenagens à toda franquia, e aos famosos episódios de preenchimento da história, que nada mais é do que os famosos "encheção de linguiça".

Eu entendo toda referência e toda representação do universo "Evil Dead" que a segunda temporada traz pra série, inclusive até me surpreendendo no quesito viagem no tempo, onde confesso que não era uma coisa que eu estava esperando na série. E digo que funcionou direitinho como uma inovação da temporada, já que na trilogia original temos abordagens sobre este contexto, e aqui eu fui surpreendido por aquele inusitado encontro entre a Ruby atual e a Ruby dos anos 80, assim como aquele "resgate dos mortos" do Pablo (Ray Santiago). Mas devo reiterar exatamente no quesito inovação na série, que sinceramente eu não vejo muitos caminhos disponíveis para ser explorado fora desse contexto de cabana na floresta. Pois é legal, é nostálgico, é clássico, mas a impressão que dá é de que a história não avança e anda em círculos terminado sempre no mesmo lugar, que é justamente na cabana.

O elenco de apoio continua extremamente cativante!
Ray Santiago e Dana DeLorenzo continuam ótimos, formidáveis, com uma bela química entre eles e principalmente com o Bruce Campbell.
Lucy Lawless tem uma participação maior na temporada, conseguindo transcender aquela figura de vilã fajuta que ela carrega desde a primeira temporada.
Michelle Hurd foi uma boa integração na temporada com sua personagem Linda.
Lee Majors está perfeito sendo a figura do pai do Ash, onde o próprio traz um senso humorístico na medida certa e sendo bem pontual.
Joel Tobeck está mediano como o vilão da temporada, pois achei um apresentação muito caricata e muito canastrona. Mas ok, até que funcionou na medida do possível.

O episódio dez fecha com aquela aparição da Ruby anos 80 no fundo da festa do Ash. Ou seja, o famoso gancho para a terceira temporada. O mesmo vale para a cena pós-crédito (sim, temos uma), onde mostra uma garota achando o "Necronomicon" jogado na floresta.

Por fim, a segunda temporada de "Ash vs Evil Dead" continua boa, e muito por manter grande parte dos elementos da primeira e ainda intensificar alguns. Também continua funcionando perfeitamente em seu objetivo de divertir e entreter. Porém, aqui eu já vejo um pequeno sinal de desgaste, que poderá se intensificar ainda mais na terceira temporada, que por sinal estou bastante curioso pra conferir para poder entender melhor os reais motivos do cancelamento da série. [23/05/2023]
Adriano Silva
Adriano Silva

1.613 seguidores 478 críticas Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
4,0
Enviada em 13 de maio de 2023
Ash vs Evil Dead (1ª Temporada)

"Ash vs Evil Dead" é uma série criada e desenvolvida pelo diretor Sam Raimi, juntamente de Ivan Raimi (seu irmão) e Tom Spezialy (roteirista da série "Desperate Housewives"). A telessérie foi lançada em 2015 e é ambientada no mesmo universo criado por Raimi em sua trilogia clássica de filmes na série "Evil Dead". Bruce Campbell retoma seu papel como "Ash" Ashley Williams e a história é desenvolvida como uma sequência da trilogia original.

O universo "Evil Dead" se iniciou lá em 1981, quando o clássico "The Evil Dead" revelava ao mundo cinematográfico o jovem diretor Sam Raimi, que passou a ser conhecido como um dos grandes nomes da história do cinema de terror, o verdadeiro mestre do horror. "The Evil Dead" é considerado como um dos maiores filmes de terror independente da década de 1980 e de todos os tempos. Um dos filmes mais inovadores e audaciosos do terror trash e do gore dos anos 80. Já "Evil Dead II" (1987) era pra ser uma continuação, mas acabou sendo uma refilmagem, um remake, um reboot que serve como continuação da história original. Sem falar que "Evil Dead II" começa a tomar o caminho do "Terrir", funcionando mais como uma comédia de terror, uma comédia trash em um filme de terror. Esse caminho foi intensificado em "Evil Dead III: Army of Darkness" (1992), que além do terror e suspense, o longa é completamente mergulhado no comédia trash pastelona, no terror lúdico e fantasioso.

Após o excelente remake de "Evil Dead" (2013), a ideia do desenvolvimento de uma série foi ganhando cada vez mais forma, até que em 31 de outubro de 2015 tivemos o lançamento pela Starz (um canal de televisão premium americano) da primeira temporada de "Ash vs Evil Dead".

A série se passa trinta anos após os acontecimentos de "Evil Dead II". Ash, obviamente, está mais velho e aposentado das suas incansáveis caças aos demônios. Ele realmente largou a vida de caça aos monstros e nem quer se lembrar do seu tempo em "Evil Dead". Porém, suas lembranças do passado nunca o abandonou, como a convivência sem uma das mãos (que foi perdida em "Evil Dead II"). O fato é que depois de 30 anos, Ash precisa largar a sua aposentadoria dos demônios e retomar sua jornada de única esperança da humanidade para combater o mal, além de enfrentar seus próprios traumas do passado que estava adormecido.

"Ash vs Evil Dead" foi criada com a proposta exata de uma comédia de terror, uma comédia trash de terror. E nesse quesito a série funciona perfeitamente ao mesclar elementos entre o humor negro, o fantasioso, o lúdico, o Terrir, mas sempre mergulhado no terror trash, na violência explícita, na sanguinolência e com um gore extremo.

Uma coisa é certa, a série é divertidíssima, é leve, é gostosa, é dinâmica, é fluida, você se diverte o tempo todo ao longo dos 10 episódios, dando boas gargalhadas. Temos aqui aquele famoso comfort movie, que realmente anima o seu dia (ou noite) a bordo de uma trama que é uma verdadeira viagem no tempo de volta ao anos 80, pois realmente esta série nos traz toda a essência oitentista, que vai desde cenários, histórias, trilhas sonoras, um verdadeiro deleite audiovisual. A série também funciona por trazer elementos clássicos como o icônico "Necronomicon - O Livro dos Mortos", a câmera correndo para simular os demônios se aproximando, a famigerada cabana, aquela trilha sonora clássica, entre outros elementos que constituem a grandeza desse universo criado por Sam Raimi.

Um dos principais pontos que deixa a série divertidíssima é sem dúvida o elenco, que é bastante sólido, principalmente o Ash de Bruce Campbell. É incrível como o Bruce não perdeu o timing cômico do personagem, aquela pegada da comédia, do senso de humor, dos seus bordões, das suas piadas (que é sua marca registrada), aquele consagrado canastrão caricato, o nosso famoso e inesquecível anti-herói desengonçado. A série nos proporciona uma verdadeira nostalgia e uma viagem ao saudosismo ao reviver o clássico Ash com a mão-motosserra e a espingarda de cano serrado, onde todos os fãs do universo "Evil Dead" vão comemorar como um gol (e eu estou incluído).

Ash sempre agiu sozinho, sempre caçou os demônios sozinho, aquele famoso lobo solidário (ops, solitário - rsrsrs!). Porém, dessa vez ele tem um time, dessa vez ele encontrou pessoas para o ajudarem nessa jornada sangrenta e macabra. Obviamente estou me referindo aos carismáticos Pablo e Kelly (que são interpretados pelos ótimos Ray Santiago e Dana DeLorenzo). Ray Santiago ("Interrogation") funciona perfeitamente ao dar vida para o sonhador Pablo, ele nos convence e nos ganha exatamente pela sua forma extrovertida de atuar no personagem. O mesmo vale para a Dana DeLorenzo ("Friendsgiving"), que também atuou de forma carismática e extrovertida, conseguindo uma boa química com todo o elenco. Na verdade o trio conseguiu desenvolver uma ótima química entre eles, o que contou diretamente para ganhar a nossa simpatia e passarmos a torcer por eles.
Completando o elenco ainda tivemos a Jill Marie Jones ("Girlfriends"), que deu vida para Amanda. Uma personagem mais contida inicialmente, porém logo após ela integrar o grupo do Ash ela passa a ter um certo destaque na série. E Lucy Lawless ("Xena: A Princesa Guerreira"), que deu vida para Ruby. Uma personagem que foi vista como uma antagonista, que tinha seus próprios objetivos (bem questionáveis, eu diria) em relação ao Ash e o próprio ""Necronomicon".

Em questões técnicas a série é muito boa!
Podemos destacar principalmente os efeitos e as maquiagens, que realmente estão em um nível bem condizente com toda a estrutura de orçamento da produção. A cinematografia é muito boa. A direção de arte é bastante fiel em relação a produção da época, principalmente quando temos os episódios que são voltados para a famigerada cabana macabra, cujo cenários estão dentro do conceito da trama. Sem falar na ótima trilha sonora (que já destaquei) e na direção impecável de cada episódio.

A primeira temporada de "Ash vs Evil Dead" foi aclamada pela crítica. O agregador de resenhas Rotten Tomatoes deu à temporada uma classificação de 98% "Certified Fresh" com base em 51 resenhas, com uma classificação média de 8,1/10. O consenso crítico do site diz: "Fiel aos filmes que o geraram, "Ash vs Evil Dead" é uma ressurreição sangrenta, hilária e audaciosa da amada franquia de terror de Sam Raimi"; com base em 25 críticos, indicando "críticas geralmente favoráveis".

No entanto, "Ash vs Evil Dead" tem uma primeira temporada muito boa (acima da média, eu diria), pelo simples fato da série saber o que de fato quer e não tentar ser mais do que pode, mais do que deve, que é justamente divertir, entreter, com uma forma descompromissada, usando uma mistura de elementos que vai desde o terror, a comédia, o trash, o gore, mas sem apelar e mantendo toda essência oitentista conquistada e adquirida do icônico e clássico universo de "Evil Dead". [11/05/2023]
Malu Prezotti
Malu Prezotti

2 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 26 de janeiro de 2023
Trinta anos depois de suas caças a monstros e demônios, Ash está de volta evitando qualquer tipo de responsabilidades. Contudo, uma praga chega para ameaçar a humanidade e Ash é forçado a voltar a enfrentar seus demônios.
Vitor Araujo
Vitor Araujo

3.872 seguidores 618 críticas Seguir usuário

Crítica da 3 temporada
3,5
Enviada em 20 de setembro de 2020
Temporada grandiosa. Os Deadites voltam com tudo como sempre. Engraçada, nojenta, visceral e muita ação. A descoberta de uma filha muda tudo para Ash Williams e a batalha final contra o Mal. Bem legal, porém cancelada.
Rodrigo o que?
Rodrigo o que?

117 seguidores 211 críticas Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
4,5
Enviada em 28 de junho de 2020
Perfeição do começo ao fim
Uma belíssima mistura de terror e comédia com claro bastante GORE e SANGUE
Vitor Araujo
Vitor Araujo

3.872 seguidores 618 críticas Seguir usuário

Crítica da 2 temporada
4,0
Enviada em 6 de junho de 2020
Continuação de história de Ash Williams e seus amigos na luta contra os demônios. Um novo demônio surge e a briga fica mais desafiadora. Engraçada, nojenta ao extremo, muita ação e eletrizante. Muito legal de se assistir, não tem como ficar chata. A parte do necrotério, eww.
Vitor Araujo
Vitor Araujo

3.872 seguidores 618 críticas Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
4,0
Enviada em 2 de fevereiro de 2020
Mistura de terror com comédia, seguindo mesmo estilo dos filmes dos anos 80. Ash precisa acabar com os temíveis demônios com a ajuda de seus amigos. Muito bom.
Elisa S
Elisa S

3 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 16 de dezembro de 2019
Adorei! Pura nostalgia! Uma série bem anos 80 com muita ação como nos filmes que a antecederam. Uma pena que que cancelaram.
Rafael F
Rafael F

5 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 15 de maio de 2019
muiiitooo bom, dei muita risada com o ash!huahuahu
Vale muito apena assistir todas as temporadas só a terceira q achei q ficou mais parada mas ta ótima tbm,terminei faz pouco tempo e agora vou pegar os filmes para fazer maratona.
Luciano K.
Luciano K.

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Crítica da série
5,0
Enviada em 24 de março de 2019
Muito legal, mais 10 temporadas please. Terror e comédia juntos. Não dá para parar de rir. Recomendo!