O Gerente da Noite
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Média
4,3
150 notas

14 Críticas do usuário

5
5 críticas
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4 críticas
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3 críticas
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Yuri
Yuri

72 seguidores 512 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 21 de julho de 2025
A série é excelente. Apesar de ter uma história muito bem elaborada e envolvente, faltou um pouco mais de ação, na minha opinião. Porém, isso não diminui a qualidade da série, que é muito alta. Trata-se de uma série para adultos, sem bobeiras ou momentos infantis; a história é muito bem amarrada. O elenco é bom, com destaque para as ótimas atuações de Tom Hiddleston e Hugh Laurie. Recomendo.
Gabriel M.
Gabriel M.

15 seguidores 1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 4 de março de 2016
Seriados de forma geral costumam ser iniciados com um episódio piloto super empolgante, para que, claro, você possa continuar acompanhando.. porém, The Night Manager, conseguiu ter o segundo episódio muito mais empolgante do que seu piloto.

No fim, tem tudo para ser uma ótima série no estilo "007".

Obs: Finalmente um bom papel pro Tom Hiddleston. <3
AndréL0pes
AndréL0pes

41 seguidores 104 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 11 de março de 2017
Grande desenvolvimento de personagens, o ritmo é propositalmente lento e talvez isso não agrade a todos, o diretor David Farr dedicou todo o episódio piloto a Jonathan Pine (Tom Hiddleston) por exemplo, eu particularmente acho que se fosse diferente não funcionaria, justamente por que o ponto forte da série é o desenvolvimento dos personagens, a figura de Richard Roper (Hugh Laurie, vulgo Doutor House) vai se moldando aos poucos, passando de um criminoso aparentemente calmo e que preserva sua família a um criminoso extremamente desconfiado de tudo e de todos que não está nem ai pro bem estar de sua mulher e de seus amigos mais próximos, sempre que ele está em cena vem o clima sombrio e a sensação de que algo pode acontecer a qualquer momento, a fotografia da série é belíssima e é sempre bom ver um roteiro diferente do que estamos habituados, espionagem de alto nível, com classe e personagens escolhidos a dedo !
Luana O.
Luana O.

764 seguidores 557 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 28 de junho de 2020
Que cenário lindo! A produção é boa, mas a partir do segundo episódio que a série começa a valer a pena. É previsível, mas vale o entretenimento.
Leonardo A
Leonardo A

12 seguidores 187 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,5
Enviada em 24 de janeiro de 2023
Espionagem com Hugh Laurie e Olivia Colman? Tem que conferir! Bem produzido e com alguns clichês que poderiam ser evitados, mas mesmo assim guarda o suspense até o fim.
Jorge Patricio
Jorge Patricio

1 seguidor 7 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 19 de julho de 2021
Muito bom. Tem aquela dose de tensão que faz a gente querer assistir logo ao próximo episódio. A série tem excelentes atores e apenas 6 episódios, sem enrolação.
Maria W.
Maria W.

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 26 de maio de 2016
A série é uma excelente surpresa. Tomadas alucinantes, locações incríveis e roteiro muito bem costurado, sem que nenhuma cena, nenhuma fala seja perdida.
É muito bom ver Hugh Laurie novamente, dessa vez como antagonista. Sua interpretação é minimalista, coerente com o personagem e absolutamente impecável. Tom Middleton faz o herói cheio de contradições e sua atuação está rendendo ótimas críticas. Pena que são apenas 6 episódios.
NerdCall
NerdCall

58 seguidores 454 críticas Seguir usuário

Crítica da 2 temporada
3,5
Enviada em 6 de fevereiro de 2026
A segunda temporada de O Gerente da Noite carrega um peso difícil de ignorar: o retorno de uma série que se tornou referência dentro do catálogo do Prime Video e que, desde sua estreia, foi amplamente elogiada por unir espionagem, drama e um forte envolvimento emocional. No entanto, diferentemente do primeiro ano, esta nova fase surge sem uma obra literária de John le Carré como base, o que muda completamente o ponto de partida da narrativa. Livre do texto original, mas também desamparada por ele, a série passa a depender exclusivamente da escrita de David Farr e é justamente aí que começam a aparecer suas maiores fragilidades.

O que se apresenta ao longo da temporada é uma obra que tenta avançar, mas hesita. Quer ampliar sua escala, mas perde intimidade. Quer se reinventar, mas acaba recorrendo à nostalgia. O resultado é uma temporada competente em termos de entretenimento, porém claramente inferior à primeira, sobretudo quando analisamos sua construção emocional e sua coragem narrativa.

A primeira temporada de O Gerente da Noite se destacou não apenas pelo elenco de peso, mas pela maneira como a adaptação do romance de John le Carré permitia que os personagens respirassem, se desenvolvessem e criassem vínculos reais com o público. Jonathan Pine, Richard Roper e Jed Marshall formavam um triângulo dramático que ia além do jogo de espionagem, sustentado por conflitos morais claros e uma sensação constante de urgência.

Na segunda temporada, David Farr assume o desafio de criar uma história inédita, situada anos após os eventos iniciais. A expectativa era alta, especialmente por se tratar de um retorno após um hiato de quase uma década. No entanto, essa ausência de um texto-base se faz sentir desde os primeiros episódios. A série agora precisa, ao mesmo tempo, contextualizar o salto temporal, introduzir um novo núcleo de personagens, estabelecer uma nova ameaça e justificar sua própria existência narrativa. É uma carga grande demais para um início que acaba se mostrando lento e pouco envolvente.

A mudança de cenário para a Colômbia e a introdução de Teddy Dos Santos, interpretado por Diego Calva, sinalizam uma tentativa clara de ampliar o escopo da série, tornando-a mais global, mais grandiosa e mais alinhada ao thriller de espionagem clássico. Porém, essa expansão vem acompanhada de uma perda significativa daquilo que tornava a série especial: a proximidade emocional.

O maior problema da segunda temporada está na sua estrutura inicial. Os primeiros episódios operam em marcha lenta, não por opção estética, mas por necessidade narrativa. Farr precisa apresentar novos personagens, novas relações e um novo conflito central, mas faz isso de maneira pouco fluida. Ao contrário da primeira temporada, onde a adaptação literária oferecia um caminho mais orgânico para o desenvolvimento, aqui a narrativa parece constantemente se explicar, ao invés de se revelar.

Essa dificuldade se agrava quando observamos o novo elenco. Apesar de competente, ele não possui o mesmo peso dramático do conjunto anterior, que contava com nomes como Hugh Laurie, Olivia Colman e Elizabeth Debicki. A ausência desse nível de impacto é sentida, especialmente porque a série tenta reproduzir uma dinâmica já conhecida: Jonathan Pine se infiltrando em uma organização criminosa, agora liderada por um novo antagonista. A repetição estrutural, somada à falta de envolvimento emocional, torna os primeiros episódios previsíveis e pouco instigantes.

A virada acontece a partir do terceiro episódio. Com a trama finalmente estabelecida, a série começa a encontrar um ritmo mais seguro e passa a explorar melhor seu universo. Há uma clara ampliação de escala: cenas de ação maiores, ambientações mais abertas e um senso de espetáculo que não estava presente na primeira temporada. Em termos de entretenimento, isso funciona. O problema é que essa grandiosidade vem acompanhada de uma perda de intimidade. O conflito deixa de ser pessoal para se tornar mais funcional, e a urgência que antes era emocional agora é apenas narrativa.

A personagem de Camila Morrone surge como uma tentativa de recriar esse elo emocional, mas a construção não se sustenta. Sua relação com Pine carece de profundidade, e a constante alternância de papéis dentro da trama impede que ela se torne um verdadeiro motor dramático. Diferentemente de Jed Marshall na primeira temporada, aqui não há um ponto claro de tensão emocional que faça o espectador se sentir verdadeiramente ameaçado pelo desenrolar da história.

Diego Calva, por sua vez, acaba sendo um caso curioso. Introduzido inicialmente como um antagonista bastante estereotipado, carregando clichês já conhecidos, seu personagem demora a ganhar complexidade. Quando finalmente recebe mais atenção do roteiro, especialmente nos episódios finais, se transforma em um dos grandes destaques da temporada, criando uma dinâmica interessante com Tom Hiddleston.

É justamente nesse momento que a série assume, mesmo que de forma indireta, sua principal contradição: quanto mais ela se afasta da tentativa de ser uma história totalmente nova e passa a se apoiar em retornos e referências da primeira temporada, melhor ela se torna. A nostalgia, que inicialmente parecia um recurso complementar, acaba se revelando o verdadeiro combustível da narrativa. Isso fortalece a série, mas também evidencia a fragilidade do texto original de Farr, que não se sustenta plenamente sem esse apoio.

A partir desses retornos, a temporada ganha foco, abandona a repetição do arco de infiltração e passa a investir em conflitos já estabelecidos, sem precisar reapresentar tudo do zero. O resultado é uma segunda metade mais envolvente, mais segura e dramaticamente mais eficaz. Ainda assim, fica a sensação de que essa deveria ter sido a proposta desde o início. Ao tentar caminhar entre o novo e o familiar, a série perde tempo e desperdiça parte de seus episódios iniciais.

A segunda temporada de O Gerente da Noite é, acima de tudo, uma obra hesitante. Ela entretém, tem momentos fortes e encontra em Tom Hiddleston seu principal motor narrativo, dramático e físico. Diego Calva também se destaca quando o roteiro permite, e a ampliação de escala oferece sequências bem executadas dentro do gênero de espionagem.

No entanto, ao abrir mão da construção emocional, da intimidade e do senso de urgência que definiam a primeira temporada, a série entrega algo mais genérico e menos marcante. A tentativa de ser nova sem romper completamente com o passado resulta em uma narrativa que só encontra seu verdadeiro fôlego quando olha para trás. Competente, mas desigual, essa segunda temporada funciona mais como preparação de terreno para conflitos futuros do que como uma obra plenamente resolvida em si mesma. É uma boa série de espionagem, mas um retorno que fica aquém do impacto e da força emocional que um dia fizeram O Gerente da Noite se destacar.
Igor C.
Igor C.

16 seguidores 409 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,0
Enviada em 4 de fevereiro de 2026
A segunda temporada é claramente mais fraca que a primeira. A trama se torna genérica na questão da perseguição e perde grande parte da tensão e do impacto que existiam antes, muito por conta de um roteiro bastante frágil. A história só volta a ganhar força com o retorno do vilão, que eleva o nível e entrega um último episódio intenso, deixando uma expectativa enorme para a próxima temporada. Resta torcer para que o intervalo entre as temporadas não seja tão longo quanto foi entre a primeira e a segunda.
Wanderley Miranda
Wanderley Miranda

1 seguidor 12 críticas Seguir usuário

Crítica da 2 temporada
0,5
Enviada em 14 de março de 2026
Sem muitas delongas, percebo que a segunda temporada é infinitamente inferior. Uma trama coberta de pontas soltas, com soluções de eventos que beiram ao ridículo. No episódio, sem dar spoiler, cheguei a rir do vilão e do herói de tão boba a cena. Sem falar de personagens que vem e vão sem nenhuma lógica. Pessoas aparecem do nada para salvar o herói e a situação. A ideia da série é boa, no entanto, percebi uma certa preguiça nos roteiristas para trazer um pouco mais de inteligência à trama. A desconexão entre personagens é absurda. Todas as atuações convencem. A fotografia é muito boa.
Alellima
Alellima

15 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 13 de março de 2026
A trama é muito boa, ótimos atores. Não gostei do final da 2ª temporada, deixa brecha para uma 3ª temporada e dá aquela impressão de que o spoiler: mal sempre vence...
guilherme costa
guilherme costa

10 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2026
A 2 temporada maratonei os episódios que magnífico foi essa série. É uma história que te prende do início ao
Danielle Garcia Lopes
Danielle Garcia Lopes

4 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 31 de janeiro de 2026
Série maravilhosa que prende a atenção desde o primeiro episódio. Aguardando o sexto episódio da segunda temporada ansiosamente.
Haroldo R
Haroldo R

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
2,0
Enviada em 10 de fevereiro de 2026
O seriado até que é aceitável, mas não vou mais assistir, caso haja uma 3ª temporada.

Um seriado em que o mal sempre vence, não deveria ser lançado em tempo algum.