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-Série finalizada em 11 de Janeiro de 2016
-Nota 7/10
Drama familiar produzido sob os cuidados do Netflix,mostra a força que o serviço vem tendo nas suas produções originais.
O mais engraçado é que "Bloodline" pode passar despercebido pelos usuários do produto.Acho que não deveria acontecer dessa forma.Mesmo tendo uma história bem conhecida nesses casos familiares,a série oferece o que tem de melhor do elenco da trama.São pouquíssimos rostos,alguns bem conhecidos,como é o caso da experiente Sissy Spacek (mesmo aparecendo bem pouco),e Sam Shepard (aparecendo bem mais pouco ainda).
A grande atração fica por conta dos quatro irmãos da história.Interpretados por Kyle Chandler,Linda Cardellini,Norbet Leo Butz e Ben Mendelsohn.Podemos esperar um grande trabalho desses últimos citados.Principalmente de Ben,que vive Danny.Um personagem misterioso e que nos deixa com uma pulga atrás da orelha.Se comporta de uma maneira estranha em praticamente toda série,nos passando a ideia que ele mesmo seja o grande responsável por alguns fatos importantes ocorridos na família.O final da história desse personagem é fundamental a toda história.Merece uma atenção a mais em relação aos outros.
Em relação ao roteiro,essa primeira temporada se sai bem.Mesmo tendo alguns deslizes visíveis no decorrer,não impede o progresso.Nisso,podemos ver que aquela família que parecia ser a melhor possível,não é tão perfeita assim.É importante saber que os primeiros episódios são bem lentos.É importante saber ainda mais que isso não interfere em nada,e que estiver com o pensamento de desistir da série,fica a dica que não é uma boa ideia.
"Bloodline" merece uma chance.
-Nota 7/10
Drama familiar produzido sob os cuidados do Netflix,mostra a força que o serviço vem tendo nas suas produções originais.
O mais engraçado é que "Bloodline" pode passar despercebido pelos usuários do produto.Acho que não deveria acontecer dessa forma.Mesmo tendo uma história bem conhecida nesses casos familiares,a série oferece o que tem de melhor do elenco da trama.São pouquíssimos rostos,alguns bem conhecidos,como é o caso da experiente Sissy Spacek (mesmo aparecendo bem pouco),e Sam Shepard (aparecendo bem mais pouco ainda).
A grande atração fica por conta dos quatro irmãos da história.Interpretados por Kyle Chandler,Linda Cardellini,Norbet Leo Butz e Ben Mendelsohn.Podemos esperar um grande trabalho desses últimos citados.Principalmente de Ben,que vive Danny.Um personagem misterioso e que nos deixa com uma pulga atrás da orelha.Se comporta de uma maneira estranha em praticamente toda série,nos passando a ideia que ele mesmo seja o grande responsável por alguns fatos importantes ocorridos na família.O final da história desse personagem é fundamental a toda história.Merece uma atenção a mais em relação aos outros.
Em relação ao roteiro,essa primeira temporada se sai bem.Mesmo tendo alguns deslizes visíveis no decorrer,não impede o progresso.Nisso,podemos ver que aquela família que parecia ser a melhor possível,não é tão perfeita assim.É importante saber que os primeiros episódios são bem lentos.É importante saber ainda mais que isso não interfere em nada,e que estiver com o pensamento de desistir da série,fica a dica que não é uma boa ideia.
"Bloodline" merece uma chance.
Bloodline em sua segunda temporada novamente resolve optar pela ambição, querendo se tornar o mais grandiloquente possível, surpreendendo o público com reviravoltas chocantes.
O problema de Bloodline foi, então, não saber abrir mão de certos elementos. Assim, a família Rayburn acaba, nesta segunda temporada da série original da Netflix, se prendendo a uma nostalgia desnecessária.
Ao invés de fluir, a série faz o inverso, tentando voltar atrás, inflando a narrativa com adições desnecessárias de personagens e conveniências que promovem o retorno do melhor personagem da primeira temporada.
Com isso perde sua estabilidade, com sua ambição lhe dando, na realidade, uma limitação com a qual será necessário lidar cautelosamente.
A crítica da segunda temporada, com spoilers:
O problema de Bloodline foi, então, não saber abrir mão de certos elementos. Assim, a família Rayburn acaba, nesta segunda temporada da série original da Netflix, se prendendo a uma nostalgia desnecessária.
Ao invés de fluir, a série faz o inverso, tentando voltar atrás, inflando a narrativa com adições desnecessárias de personagens e conveniências que promovem o retorno do melhor personagem da primeira temporada.
Com isso perde sua estabilidade, com sua ambição lhe dando, na realidade, uma limitação com a qual será necessário lidar cautelosamente.
A crítica da segunda temporada, com spoilers:
Série magnífica, obrigado Netflix por produzir algo tão genial. Um drama familiar muito bem costurado, elenco com atuações inacreditáveis e roteiro que prende o telespectador a já assistir o próximo episódio.
A melhor série que assisti após a primeira temporada de Dallas, enredo bem elaborado uma série de fatos bem conectados
ótimos atores expectativa e tensão em todos os capítulos
ótimos atores expectativa e tensão em todos os capítulos
Seriado imperdível, com atuações marcantes de diversos personagens, principalmente o ovelha negra da família.