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Yuri
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Crítica da série
2,0
Enviada em 14 de abril de 2025
O programa (série) Vai que Cola teve seus momentos engraçados nas primeiras temporadas, com personagens que conseguiam envolver o público. Os melhores atores eram Paulo Gustavo (Valdomiro e, como alguns outros personagens, também ao longo de outros episódios), Emiliano (Maicól), Tatá (Eloísa), Silvio (Lacraia) e Majella (Ferdinando), “O famoso zelador”, que no fim das contas não fazia nada como zelador da pensão e não gostava de ser chamado assim. Porém, ao passar dos episódios e das temporadas, o programa (série) ficou fraco e foi perdendo a graça por querer forçar muito nas mesmas piadas de sempre. O próprio Ferdinando teve seu ápice na série, porém, por tanto querer fazer as mesmas piadas sempre, perdeu demais a graça e ficou bobo. A série tinha que ter no máximo de 3 a 4 temporadas. Mas enjoou, por sempre querer forçar as mesmas piadas e ficar na mesma história sem graça. E concordo realmente com as demais críticas, para muitos foi bem bobo por querer imitar os programas Sai de Baixo e Toma Lá da Cá. E também por quererem ridicularizar o Méier, foi bem errado. O Méier não é assim. Tinham que ter nomeado um bairro fictício e não falar de um bairro específico. Em geral, o programa teve seus momentos bons, mas por não saber a hora de parar, perdeu totalmente a graça.
Muito boa produção, estilo SAI DE BAIXO e TOMA LÁ DE CÁ. O elenco bem divertido e entrosado muito bom assistir no dia a dia e se desestressar vale a pena.
Horrível. Sofridamente assistir um episódio para avaliar. Horrível, terrível. péssimo. Péssimo. Péssimo. E para completar 100 caracteres obrigatórios... péssimo novamente.
Os filmes brasileiros estão no auge ultimamente. Belas comédias, belos dramas e até em ação e aventura estamos tendo bons resultados. Porém, o Brasil nunca deu tanta importancia para as séries. Temos boas seris brasileiras, mas com aquele sentimento de que só esta la para cumprir horario. Vai que Cola veio para mudar essa ideia. Uma boa comédia, com otimos atores e um roteiro que não deixa a desejar. Sem dizer que o cenario giratorio é genial
Hoje (2025) o "Vai que (não) cola" é um programa de humor sem humor, com bons atores sem um bom texto e uma direção que deixa a desejar. A única coisa boa é a produção, mas isso mostra que nada segura uma história ruim, mal contada.
Se o humor televisivo está em crise devido a nova geração de artistas que desaprendeu a fazer humor (Pânico e Cia.) o "Vai que cola" se explica.
Até o humor previsível e com claques (risadas gravadas) da Praça é nossa e da Escolinha do professor Raimundo é melhor que essa série que, pasmem, ganhou um longa-metragem nos cinemas (!). Aliás, se reprisassem a Escolinha de madrugada seria muito melhor...
Elenco ótimo. Roteiro com um humor intelectual MUITO engraçado. A série é com certeza a maior produção de comédia nacional, sem dúvida agradou o Brasil todo(podemos ver pela audiência) e se continuar nesse caminho e continuar com a criatividade dos escritores tem tudo para ser renovada por anos e anos
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