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Ricardo L.
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Crítica da 1 temporada
4,0
Enviada em 21 de agosto de 2017
Muito boa série! Diferente do mesmo define essa obra, seres de obra diferentes em formatos bacana de se ver, entretenimento puro. No inicio estava meio parado e isso foi um ponto negativo, mas seu crescimento foi meteórico, com cenas de horror e ação de tirar o fôlego, já estou ansioso para ver a 2° Temporada.
A melhor Temporada da série! Não é a melhor do ano, mas é muito boa, inteligente e saudosista. personagens marcantes da literatura. elenco está muito bem e fecha bem essa aventura.
A 2° temporada consegue ser melhor que a 1°. Penny Dreadful é atraente e inteligente, história bem feita, enfatizando o elenco ótimo e nessa temporada temos muito boas atuações, principalmente da linda Eva Green, Josh Hartnett e Timothy Dalton que estavam esquecidos no mercado cinematográfico. vale muito a pena finalizar esse série com a 3° temporada, que por sinal, promete muito.
-Primeira temporada finalizada em 25 de Janeiro de 2016 -Nota 8/10
"Penny Dreadful" foi uma grande surpresa para mim.Esperava sim muita coisa dessa série,mas não da forma tão rápida.Logo no primeiro episódio,conhecemos todos os personagens que irão permanecer até o final.Devo frisar aqui Vanessa,vivida pela excelente Eva Green.E Ethan,vivido por Josh Hartnett.É claro,que é sempre um prazer ver Timothy Dalton interpretando um belo trabalho como esse. A série tem poucos defeitos,nada que não possa ser preenchido por uma ótima história.Devo destacar também a fotografia,que traz o século antigo,e se une com um figurino impecável.
A ambientação e fotografia são perfeitas, não deixa a desejar em nada. Eva Green dispensa comentários, ela "carrega" a série com maestria. Contudo, as vezes os diálogos poderiam ser mais objetivos. Ainda não finalizei a série, mas vou dar continuidade, com certeza.
Comparada por muitos à Liga Extraordinária, a série produzida por ninguém menos que Sam Mendes estreia com status de novo sucesso da Showtime (HBO no Brasil). Penny Dreadful conta com um elenco de peso e encabeçado pela intrigante Eva Green - intrigante por conta da misteriosa personagem Vanessa Ives. O elenco é muito bem distribuído pelas ruas de Londres na época da Rainha Vitória, e o cenário é estupendo, nos leva realmente as ruas da capital inglesa. A fotografia escura e o clima de melancolia na fala das personagens revela segredos durante os bem distribuidos 8 episódios. As personagens estam interligadas pela busca de Mina, filha de Malcolm, que está perdida num mundo entre os vivos e os mortos. A busca patrocinada pelo Sr. Malcolm se desenrola de forma lenta durante os episódios, porém cada episódio nos mostra um personagem. As histórias desses personagens são brilhantes e a forma como são contadas fazem de Penny Dreadful a melhor série de terror da atualidade - se acalmem, não esqueci de American Horror Story, afinal AHS é minisérie - com requintes de crueldade, pois saber da vida do Dr. Frankstein e como ela é sofrida e saber que ele criou um criatura que mostra as fraquezas dos humanos é deprimente e desconfortante. Muitos episódios são verdadeiras bombas prestes a explodir, assim como é a série que se desenvolve de forma formidável. Cada episódio começa calmo, mas vão enredando e explode com cenas fortes e muita tensão. É bom ver de volta o terror antigo e assustador, numa série tão bem escrita e interpretada, com personagens dignos de qualquer prêmio do horror, Penny Dreadful é mais que cabelos em pé, é alma congelada e coração na mão.
A segunda temporada deu ênfase aos sentimentos, aos relacionamentos e ao drama, porém sem perder sua essência de suspense e terror. Cada capítulo tinha sua miscelânea de informações que acabavam por agradar a todos. Os personagens ficaram mais maduros e mais cheio de detalhes dando uma maior possibilidade de ser crível mesmo o pior dos monstros. Destaco o capítulo da charneca como o melhor da temporada. E novamente Eva Green brilhou durante todo o espetáculo com uma interpretação de aplaudir de pé. Aliás, muitos momentos considerei que estava assistindo a série mais por ela do que por qualquer outro personagem, inclusive a história, que este ano ficou mais fraca e muito repetitiva, chegando a ser cansativa a enrolação das bruxas, para chegar ao ápice e terminar de uma forma tão simples como foi. Isso demonstra um certo cansaço do roteiro e a possível explicação de que a série não iria durar. Toda a parte técnica da série ainda está de parabéns especialmente figurino e fotografia.
Juntar em uma única história diversos monstros de terror realmente foi uma façanha. Neste caso, esta temporada cumpriu seu papel extraordinariamente, conseguindo compor um spin off de todos esses clássicos numa nova história coletiva. Os elogios começam com a parte técnica, com figurinos impecáveis, locações bem escolhidas, imperceptíveis erros de continuidade, linda fotografia. Dai seguimos para um excelente roteiro, muito bem costurado, e a edição delicada como se estivéssemos lendo um romance de terror cheio de detalhes. As atuações são maravilhosas de modo geral, mas quem é a grande estrela é também a maior protagonista Eva Green, que soube dar vida a Vanessa de modo primoroso.
Como não amar Eva Green ela é simplesmente fabulosa, a serie é um tanto misteriosa, os personagens lembram o filme A Liga extraordinária, mas até o presente momento não deixou a desejar.
Penny Dreadful se encerra naquela que é sua melhor temporada, mesmo com caminhos que não aparentavam ter um encerramento programado. A consequência de uma conclusão satisfatória, com um final digno e justo aos grandes autores criadores dos personagens que inspiram e habitam a série, é puramente da consciência que John Logan possuí sobre a obra que tem em mãos. Desenvolvendo um panorama sutil sobre como a revolução industrial afetou a vida dos londrinos, a série também entrega sua parcela de homenagem e cria sequências num cenário Western deslumbrante. Encaminha seus personagens em tramas que os conecta de maneira honesta, levando a um fim que pode não agradar a todos pela escolha que faz, mas se a faz é porque é sincero com aquilo que apresentou durante seus três anos de vida. De maneira sincera, comovente e tocante, Penny Dreadful chega ao fim pedindo uma trégua à tragédia, único resultado da cegueira que paira sobre a sociedade de maneira atemporal.
"Penny Dreadful" é uma série que se destaca por sua capacidade de entrelaçar horror gótico clássico com uma narrativa moderna e envolvente. Ambientada na sombria e misteriosa Londres vitoriana, a série mergulha os espectadores em um mundo onde as criaturas das lendas e mitos ganham vida, trazendo à tona temas profundos de dor, identidade e redenção.
Uma das maiores forças da série é o roteiro inteligente, que consegue homenagear os clássicos do horror literário enquanto cria uma história original e cativante. Os personagens, muitos deles icônicos como Drácula, Frankenstein e Dorian Gray, são reimaginados com complexidade e profundidade, tornando-os mais humanos e vulneráveis do que suas versões tradicionais. As atuações são notáveis, com um elenco que traz intensidade e nuance a cada papel, particularmente em momentos de grande carga emocional e tensão psicológica.
A atmosfera de "Penny Dreadful" é outra de suas grandes qualidades. A cinematografia sombria e a direção de arte detalhada criam uma Londres que é ao mesmo tempo bela e aterrorizante, imersa em sombras e mistérios. A trilha sonora complementa perfeitamente o tom da série, elevando a tensão e o drama em momentos chave.
Além do horror e da fantasia, a série explora temas universais como a busca por identidade, a luta contra os próprios demônios internos e a complexidade das relações humanas. Esses elementos fazem de "Penny Dreadful" uma série rica e multifacetada, que vai além do entretenimento, proporcionando reflexões sobre a natureza humana e o custo do poder e da imortalidade. É uma série que brilha por sua mistura de horror, drama e profundidade emocional, sendo uma experiência imperdível para os fãs de histórias góticas e narrativas bem construídas.
Fotografia, figurino e elenco ótimos. Mas a estória... Uns episódios estão bem arrastados... A médium é muito problemática... As personagens inspiram muita criatividade mas não corresponderam. Quem sabe a segunda seja bem melhor... Fico no aguardo.
Essa foi a única série de terror que eu me apaixonei completamente! A série lembra o filme A Liga Extraordinária só que beeem mais dark e mais legal. O que mais me encantou na série foi a atuação brilhante de Eva Green, que brilha completamente no papel de Vanessa Ives. Ansiosa pela segunda temporada! *---* ❤️
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