O Justiceiro
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anderson j
anderson j

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Crítica da 2 temporada
2,5
Enviada em 9 de abril de 2019
A segunda temporada de Punisher mantém a "tradição" Netflix de entregar numa temporada de 13 episódios, muita enchessão de linguiça e pouquíssimos momentos que fazem a enrolassão valer à pena. Há duas tramas na temporada, uma interessante outra enfadonha, a de Billy russo sendo interessante e a da garota e do "vilão religioso" que sequer explicam direito os seus objetivos e a personalidade ou mesmo seu passado.O personagem entra mudo sai calado e te deixa meio:" tá e dai ???!!!". Se tirasse essa trama envolvendo o vilão religioso caçando a garota chata e suas fotos daria pra temporada ter 6 episódios sendo mais objetiva e satisfatória. Há muita coisa que decepciona na temporada, a ausência do personagem microship, a caracterização do Billy russo como retalho, o cara continua bonitão com seus arranhões de gato, Frank Castle por mais brutal que seja não é como nos quadrinhos, o personagem aqui se deixa levar por muitos sentimentos, quando na verdade não deveria ter sentimento algum e daí partem as discussões sobre o personagem. Ainda sobre Billy, notei que tentaram fazer uma construção de personagem parecida com a do Mercenário na terceira temporada de Daredevil. A jornada da Madani também lembra a do policial que precisa se provar em Daredevil S03, ou seja uma tentativa de tentar alcançar a qualidade da 3 temporada de Daredevil, a diferença é que lá existe foco e ritmo e é tudo uma crescente que ao chegar no clímax que é um estouro. Em Punisher falta ritmo, ação,foco, a distribuição de personagens não é fluida,e o final é muito mais muito broxante. Faltou para Billy imponência, faltou banho de sangue no embate final. Há certas decisões de roteiro que são ridículas. Tudo isso envolto a alguns pequenos momentos que fazem realmente a temporada ser minimamente bacana. Mas é decepcionante por ser sem foco, ter pouca emoção e um clímax completamente morno.
Ricardo M.
Ricardo M.

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Crítica da 2 temporada
2,5
Enviada em 5 de fevereiro de 2019
Após o desfecho da primeira temporada, Frank Castle (Jon Bernthal) é deixado livre pelos militares sob a condição de evitar problemas e sair de Nova York. Mas como nem tudo são mar de flores, Castle até sai de Nova York, no entanto, ele consegue com grande facilidade contrair confusão, algo que o leva a ser preso após defender da morte certa a jovem Amy Bendix (Giorgia Whigham), atraindo novamente as atenções da agente Dinah Madani (Amber Rose Revah), que precisa da ajuda de Castle para caçar o agora fugitivo Billy Russo (Ben Barnes) e cessar as ações do vilão manipulador. Está armado o palco para que o Justiceiro volte a ativa.

A segunda temporada da divertida série produzida pela Netflix não traz, efetivamente, muita coisa nova. Na verdade exagera ao tentar reciclar ideias oriundas da temporada anterior, já que traz Billy Russo como um dos dois vilões para desenvolver uma das tramas que transcorre ao longo dos 13 episódios, isso em paralelo a outra trama com outro vilão e sem nenhuma relação entre elas. Esta tentativa de ampliar a história e dar maior participação ao Justiceiro naufraga, pois nenhuma das duas histórias se desenvolve efetivamente, misturando-se ao longo dos episódios de forma muito confusa, já que não há tempo para explicar, em detalhes, cada uma delas, uma pena, pois fica claro que qualquer das duas tinha potencial para ser usada em separado.

Independente do enredo rocambolesco, a SEASON 2 de THE PUNISHER tem vários pontos positivos que tendem a se repetir em uma eventual terceira temporada, a começar pelas necessárias cenas de ação que aqui existem em boa quantidade e recheadas de violência, muitas vezes extrema; temos também a presença de um lado da personalidade de Castle bem explorada, pois o personagem sempre fez questão de punir o malfeitores de fato, defendendo com unhas e dentes o cidadão de bem, algo que é fortalecido por um evento supostamente resultante da morte de inocentes; e em uma última análise, a temporada termina sem pontas soltas, deixando espaço para que uma nova narrativa seja desenvolvida sem qualquer dependência anterior.

O roteiro peca pelo excesso de drama protagonizado pelas personagens de Madani e Krista Dumont, sendo que a maior parte funciona apenas para estender a duração do episódio, pois não acrescenta nada à uma suposta complexidade delas ou das personagens, item que até passaria se não fosse pelo exagero em termos de quantidade. Em contrapartida, a presença de outros personagens fica mais fortalecida, como é o caso de Custis (Jason R. Moore) e do policial Brett Mahoney (Royce Johnson), merecendo destaque pelos opostos que representam dentro do contexto. Por fim, o vilão John Pilgrim (Josh Stewart) que talvez seja o mais relevante, já que impele um tom melancólico e psicologicamente complexo, haja vista suas considerações para agir em função do passado violento e da necessidade de buscar um futuro pacífico e familiar.

Em suma, a segunda temporada de o Justiceiro resulta em um conteúdo mediano graças ao pecado de se perder em uma história ambiciosa demais para uma produção cuja proposta é o entretenimento. Em função disso, o que se destaca de fato é a conduta do protagonista sempre expressivo e ajustadíssimo, deixando Bernthal à vontade para repetir a competência vista na temporada anterior. Entretém de fato, mas exige do expectador uma paciência maior do que necessário.
MichaellMachado
MichaellMachado

1.121 seguidores 538 críticas Seguir usuário

Crítica da série
2,0
Enviada em 25 de setembro de 2018
Para mim, esse Justiceiro não parece nada com o Justiceiro das HQs. Estou no episódio quinto da primeira temporada e até agora está um tédio, salvo alguns minutos de alguns episódios, que fazem sombra a um dos heróis mais polêmicos dos quadrinhos, com violência "padrão FIFA". Em falar em tédio, já repararam quanto tempo as histórias paralelas ocupam o episódio? Mesmo que as histórias paralelas constroem o roteiro ao todo, creio que é muito tempo em cima desses personagens secundários!!!

Por fim, vejo muita gente dando cinco estrelas a essa série, porém, entendam ao menos, que essa adaptação se trata de um dos mais violentos heróis que já passou nos quadrinhos e por causa dessa adaptação eu darei duas estrelas (Quem sabe eu venha aumentar a nota ao longo dos episódios). Pois, não estou criticando as atuações, ou efeitos sonoros, ou qualquer outros pontos críticos de uma obra.

Mas o que venho mesmo criticar, é o roteiro fraco e cheio de enrolações que essa série proporciona.
Felipe S.
Felipe S.

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Crítica da série
2,0
Enviada em 5 de dezembro de 2017
Primeiramente para bens a Netflix por destruir meu personagem favorito, quem ja leu o minimo de Justiceiro sabe que essa série não tem nada a ver com o personagem. Onde ja se viu o Justiceiro ser movido por simples vingança. Onde está a caça por traficantes, sequestradores, assaltante e afins. Dos 13 episódios são 10 de puro tédio, os melhores são os restantes, porém no ultimo episódio bem no finalzinho a Netiflix vai la e termina de estragar tudo com a aquela cena deprimente de grupo de ajuda...MEU DEUS...AGUEM DA NETFLIX LEU JUSTICEIRO NA VIDA????? Esse Justiceiro da Netflix é fácil de derrotar...da um tratamento de Diazepam e uma terapia que ele já era.
Junior C.
Junior C.

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Crítica da série
2,5
Enviada em 21 de novembro de 2017
Achei que ficou devendo demais. Não é de toda ruim, mas longe da violência e torturas que o Punisher tem como característica.
Procure no youtube por "DIRTY LAUNDRY [BOOTLEG UNIVERSE]" e verá o que é o Justiceiro.

A série passou longe desse vídeo de 2012