A série começa bem mas depois de um tempo perde o fôlego e fica maçante continuar. Parei na quinta temporada e tentei continuar duas vezes mas não consegui.
Nessa temporada a muito sofrimento mais do que nas outras, devido a ter se tornado uma penitenciária privada muitas coisas mudaram, mais detentas, mais dor perante os guardas, menos romance spoiler: (falando nisso, o casal que acreditaríamos que iria dar certo acontece a tragédia, que no meu ver totalmente desnecessária, eu chorei confesso, nem era tão apegada ao personagem mais doeu) , Vauseman quase que nem fariam as pazes. Mas a saudade era tanta das meninas e por novos episódios que vale a pena continuar acompanhando, no final dá para se perceber que laranja é o novo preto literalmente.
Orange is the New Black decepciona em sua quarta temporada por abrir mão de sua faceta mais funcional: o drama.
Tentando aliviar o real peso que a temporada devia ter, a série desvia a atenção dos pontos mais importantes, deixando em segundo plano tramas, personagens e causas mais carentes.
Optando por centralizar elementos mais superficiais em primeiro lugar, como a Piper de Taylor Schilling, que chega a um cúmulo dispensável neste quarto ano da série.
Prestes a sofrer mudanças drásticas, Jenji Kohan e Netflix precisam encarar nas próximas temporadas Orange is the New Black como ela realmente é: importante demais para leviandades.
Há várias cenas maravilhosas e parte do roteiro é digna de respeito. Porém, ela não merece o sucesso que tem. Mais uma vez, o marketing da NETFLIX endeusa uma série que nem é tudo isso. Tem seus momentos bons, mas há varias cenas que dão sono e longas, típicas de séries da plataforma.
Enredo interessante e bem feito e é muito fácil se apaixonar pelo elenco. Taylor está fantástica e a Laura... Meu Deus, que mulher! rs Num todo a série é boa, meio repetitiva e monótona em alguns momentos, mas de fato é bem complicado abandoná-la, visto que seus episódios sempre terminam com um conflito. Assisti as duas temporadas em uma semana. Recomendo!
Até a 4ª Temporada não consegui parar de ver, muito bom mas daí pra frente desanda tudo. a 5ª Temporada quase me fez desistir de assistir, aquela rebelião é uma vergonha. Os guardas e o diretor presos no banheiro químico beira a infantilidade. Uma pena,
Me prendeu apesar dos longos episodios e do grande numero de lesbicas que chega a ser desconfortavel, mas dar pra assistir e pular a cenas. Outra coisa que não gostei foi a voz da Alex e Dias serem mudadas na dublagem, agente acostuma com a voz incial que a personagem tem. Mas tirando esses detalhes é uma serie ate boa pra passar o tempo.
uma série legalzinha.... não acho viciante. Esperava mais, parei de ver na metade da segunda pq fiquei esperando me empolgar, ou viciar na série, me apaixonar pelos personagens mas enfim.. isso não ocorreu pra mim!
Sabia que essa serie era boa muito antes de começar a assisti-la, e depois que eu comecei a assistir tirei a conclusão de que ela é muito boa. A maioria das histórias que são contadas dentro da prisão são cômicas e algumas vezes um pouco dramáticas, fora que a série a cada episodio vai contando individualmente as historias das presas e de como elas foram parar lá o que é bem interessante, e o modo que são contadas as vezes não se torna algo cansativo. Outro ponto positivo da série é o modo que a protagonista vai mudando na prisão, a unica coisa que não me agradou muito foi o triangulo amoroso que graças a Deus acabou na primeira temporada.
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