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Ricardo L.
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Crítica da 1 temporada
4,5
Enviada em 8 de março de 2021
Uma temporada de primeiríssima qualidade! Elenco é excelente e as atuações idem, roteiro ótimo e não cansa em momento nenhum, uma ressalvas para quantidade de episódios, acredito que oito seriam ótimos, mas tirando isso temos aqui uma temporada perfeita.
Uma série que não consegue ser ruim, apesar do excesso de episódios temos diálogos incríveis e muita confusão que entre-te o telespectador, que venha a 7° e ultima temporada.
Mais uma boa temporada! O mundo carcerário feminino continua pesado e com cenas fortes, apesar de 13 episódios longos que facilmente poderiam ser distribuídos em 8 e 40min por episódios, fora isso a história é interessante e atraente.
Mais um temporada muito boa, com cenas fortes de um presidio feminino pesado, apesar das "regalias" a elas oferecido, com diálogos excelentes e pitadas de comédia, claro que o roteiro peca pelo exagero, como os 13 episódios. Que venha a 5° temporada.
Aqui fecha uma séries mais importante dos últimos anos, não somente pelo roteiro, mas pela representatividade que o engloba com uma história corajosa e diálogos ótimos. Vai deixar saudades.
A série começa com roteiro inovador e bem elaborado. Mas antes de atingir a metade da primeira temporada começou a faltar criatividade e sobrou apelação para homossexualismo e palavras chulas. Há muitas séries cômicas disponíveis melhores que esta.
Sem dúvida uma das melhores séries que já assisti. Essa série é vibrante, dinâmica, tem um enredo interessante, muita emoção, mas sem romantização. Atrizes reais, sem esteriótipos. Acontecimentos na série, que aconteceram na vida real, brilhantemente representados.
Orange is the New Black decepciona em sua quarta temporada por abrir mão de sua faceta mais funcional: o drama.
Tentando aliviar o real peso que a temporada devia ter, a série desvia a atenção dos pontos mais importantes, deixando em segundo plano tramas, personagens e causas mais carentes.
Optando por centralizar elementos mais superficiais em primeiro lugar, como a Piper de Taylor Schilling, que chega a um cúmulo dispensável neste quarto ano da série.
Prestes a sofrer mudanças drásticas, Jenji Kohan e Netflix precisam encarar nas próximas temporadas Orange is the New Black como ela realmente é: importante demais para leviandades.
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