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Mario Luiz B.
4 críticas
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Crítica da série
4,0
Enviada em 26 de outubro de 2025
Apesar das críticas negativas até aqui, devemos salientar que trata-se de um FICÇÃO de suspense onde a lógica cotidiana de relacionamento entre pessoas não está à prova. Tirando as ações "forçadas", o enredo até que nos prende bastante, o suficiente para maratonar na série para saber como se dará o desfecho esperado. Não vi muitos furos no desenrolar da trama, e achei bem contada, ainda que se abusou bastante do uso da atração sexual para fixar audiência. E... onde achar uma série ou filme na atualidade que NÃO tenha cenas homoafetivas!!! Como se dizia há tempos atrás...Está tudo "dominado" !!!
A série é muito boa. Muitas tramas que não se percebiam no início são bem entrelaçadas no final. Não é uma obra prima (o formato novela é importante nisso) mas tem boas sequências, bons personagens, bom enredo... não entendi as avaliações tão baixas aqui mas cada um tem seu gosto.
O problema muitas vezes nao está na serie. Talvez esteja em que assiste a uma série sem se preocupar em saber sob que plataforma o enredo foi desenvolvido. No caso de A Hóspede, o enredo é baseado na plataforma de novelas. Isso implica que, uma série com características de telenovela não precisa se limitar ao cotidiano realista. Ela pode incluir elementos fantásticos, futuristas ou sobrenaturais, desde que mantenha o foco nas emoções e nas relações humanas. Ritmo lento, com muitos episódios para desenvolver conflitos; Personagens movidos por sentimentos (amor, ciúme, vingança, traição); Tramas paralelas e reviravoltas emocionais; Diálogos intensos e situações cotidianas; Ganchos, para manter o público engajado, como nas novelas tradicionais.
A série "A Hóspede" é mediana, também apresenta um lado fantasioso, onde procurados fazem e acontecem sem o menor problema. Uma família onde todos os homens tem problemas consigo e são respeitados sem que ninguém os tenha visto como são. Muito estranho. Tem material para análise na saúde mental.
Assisti mesmo depois de ler tantas críticas negativas. A série não é péssima, mas também está longe de ser uma obra-prima. Dá pra entreter. A personagem Sônia realmente é bem forçada, e tem aquelas situações típicas de séries com adolescentes meio bobos, com atitudes que na vida real seriam impossíveis. Alguns absurdos mesmo… como a anfitriã, sabendo como o marido é, permitir que uma mulher linda fique quase semi-nua dentro da casa. Forçado demais. Temos que assitir pensando, é uma serie, não é vida real.
Serie ótima! Prende do início ao fim, além do ator ser lindo!! Sao 20 episódios, mas nao tem enrolação, cada final de episódio termina com vontade de assistir o próximo.
Horrível! Não consegui nem terminar. História forçada. Vão abrindo várias tramas sem sentido nenhum. Colocaram várias cenas picantes, que muitas vezes acontecem sem sentido nenhum, só para prender a atenção... super forçada. Não vale a pena perder tempo.
Série até que é boa só que fez eu torcer pra vilã! Marido mau caráter com justificativa de ter doença, protagonista songamonga perdoando chifres, sobre a filha não tenho nada a dizer, não fez nada na série. Estava torcendo pra a vilã desde o começo, até que os planos dela foram interessantes, mas os protagonistas só Deus...
Eu super recomendo a série “A Hóspede” (The Guest), colombiana, de suspense psicológico e drama individual e familiar, com 20 episódios, na Netflix, que mergulha fundo numa vingança obsessiva, com tensas ações. E um roteiro muito bem desenvolvido, muito bem encaixado e ótima direção, convincentes, além de bons atores, bonitos e sensuais, com cenas mui calientes, num luxuoso condomínio, cercado por exuberante natureza, onde um casal se muda na tentativa de reconciliação, na esperança de salvar o relacionamento. E, com o aparecimento repentino, inesperado, da visitante (A Hóspede), a história tem início, com foco central na vingança, sedução e destruição da família Lorenzo, o que gera enorme e aflita tensão familiar, e segredos revelados. A partir do capítulo 3, começamos a sentir ódio, raiva, que vai aumentando no decorrer da trama. Sugiro que façam o que fizemos: quando começávamos a nos indignar com a extremada maldade, parávamos de assistir, e recomeçávamos no dia seguinte. E assim, fizemos por vezes. O último capítulo nos surpreende de forma insólita. Ficamos perplexos, de queijos caído. E o final, é Hollywoodiano. Criada por Clara María Ochoa, com roteiro de Lina Uribe e Darío Vanegas.
Crédito da foto: Netflix Crédito da música: Circles – Post Malone
A série começa com boa expectativa, no entanto se dissolve com os diálogos rasos sobre a insistência da antagonista em permanecer no ambiente. Todas as justificativas e falas não possuem veracidade, transmitindo falha na construção da trama. Igualmente, não há necessidade de tantos episódios. Enfim, deveria ser reconstruída com melhores argumentos e, em seis episodios, no máximo. Nota: 4/10.
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