Monstro: A História de Lizzie Borden
Críticas dos usuários
Críticas da imprensa
Média
2,7
34 notas

12 Críticas do usuário

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10 seguidores 429 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,0
Enviada em 17 de outubro de 2026
Eu gostei da história, claro que não é uma obra prima, mas vale pra passar o tempo qians n tem nada pra fazer.
Yuri Lourenço de Lima
Yuri Lourenço de Lima

6 seguidores 43 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,5
Enviada em 24 de setembro de 2026
Ficou artificial demais. Aquela cena spoiler: dos vômitos
… pelo amor de Deus. Parecia que estava assistindo “Todo Mundo em Pânico”.
sou eu
sou eu

2 seguidores 100 críticas Seguir usuário

Crítica da série
0,5
Enviada em 28 de setembro de 2026
Dei nota apenas pelo quanto aguentei assistir. Metade do capítulo 1. Uma coisa arrastada, sem graça, parada, chato de assistir. Fraquinho demais. Embora atualmente possa ser usada a palavra história do título, claramente é uma estória. Pegou-se um fato e inventou-se horas de baboseiras para preenche-lo em intermináveis 8 capítulos. Deu para perceber isso, mesmo assistindo apenas a um trecho da série.
Leslie de Oliveira Heringer
Leslie de Oliveira Heringer

49 críticas Seguir usuário

Crítica da série
1,0
Enviada em 22 de setembro de 2026
Violência extrema, zero de sutileza. A nota 1 é pelo elenco, mesmo assim me espanta ver atores consagrados estrelando uma série deste tipo. Mais uma criação violenta de Ryan Murphy, incensado demais não sei por qual razão. Costumo assistir o que começo até o fim, pois não gosto de deixar coisas pela metade. Mas estou no episódio 3 e nem sei se continuarei o resto....
Muito chata- parei de assistir. Mistura história da Aileen, com muita baixaria- credo! Não é pra mim.
Lalah
Lalah

1 seguidor 22 críticas Seguir usuário

Crítica da série
2,0
Enviada em 21 de setembro de 2026
A minissérie tinha tudo pra ser excelente, no entanto deixou a desejar. Me incomoda ouvir uma música atual em um filme de época, quebra o ritmo, dificulta a imersão na narrativa dos fatos que aconteceram mais de cem anos atrás. A inclusão do crime de Aileen Wuornos na história, numa espécie de redenção à criminosa, também não foi feliz, um vai e vem cansativo e dispensável.
Janaina Grazziotti
Janaina Grazziotti

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
0,5
Enviada em 20 de setembro de 2026
Caricata, exagerada e com horror sem fluidez e razão de ser! Extremo mal gosto. O horror, o realismo, a violência extrema, contextualizados, podem ser incríveis! Mas sem razão de ser, fica superlativo no sentido de extrapolar um limite de poesia.
Josilaine Goes
Josilaine Goes

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
0,5
Enviada em 21 de setembro de 2026
Para quem gostou de Dammer e Irmãos Menendez, essa deixou muuuitoa desejar, a série é cheia de histórias paralelas e personagens fictícios que não tinha razão nenhuma para estar, a série é lenta e arrastada,em grande parte dos capítulos sai do foco da história, e mesmo o tempo passando a personagem principal continua com pele de porcelana, nunca envelhece, várias cenas ficam sem explicação, para mim foi perda de tempo, para nunca mais voltar a assistir
marcio miguel
marcio miguel

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
1,0
Enviada em 23 de setembro de 2026
Muito Ruim, personagens ruins, a formado de como foi tratado o tema, sem falar que derrepente entra Aileen Wuornos do nada até pensei se tinha colocado na serie errada...nada a ver...
Ana paula Geremias
Ana paula Geremias

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
0,5
Enviada em 24 de setembro de 2026
Jamais pensei que seria tão horrível, assisti com a minha filha que perca de tempo, nunca assisti algo tão ruim
Eduardo Campelo
Eduardo Campelo

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Crítica da série
1,0
Enviada em 29 de setembro de 2026
Conseguiram estragar a temporada com uma história paralela sem pé nem cabeça de uma fã no futuro com dentes podres (Aileen). Recomendo fortemente pular essas partes para conseguir terminar de assistir. Também é necessário abstrair algumas baixarias que atualmente precisam incluir para cumprir a "agenda".
Paola Furlanetto
Paola Furlanetto

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Crítica da série
0,5
Enviada em 22 de setembro de 2026
Terrível, pra quem veio assistindo as outras séries da mesma coleção e que esperam algo tão bom quanto as outras, não assistam. Série enrolada demais, com muitas idas e vindas pra dar os 8 episódios. Se tivessem feito um filme, poderiam ter feito algo mais objetivo e menos cansativo
Sarah Luisa
Sarah Luisa

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 27 de setembro de 2026
Em minha opinião, jamais poderemos saber, com absoluta certeza, quem realmente matou o pai e a madrasta de Lizzie Borden. Afinal, estamos falando de um crime ocorrido no século XIX, em uma época em que a investigação policial, a medicina e os métodos científicos ainda eram muito diferentes dos que temos hoje. Não existiam exames forenses, tecnologias ou todos esses recursos que atualmente poderiam ajudar a esclarecer um crime dessa proporção. E, embora Lizzie tenha sido acusada e posteriormente absolvida, isso também não significa que possamos afirmar que ela era inocente. Do mesmo modo, não vejo como dizer simplesmente que ela foi a assassina. O que temos são testemunhos, documentos, circunstâncias e relatos de pessoas daquela época, e muitas dessas coisas podem ser contraditórias ou ter sido interpretadas de maneiras diferentes com o passar dos anos. O próprio julgamento terminou com Lizzie sendo considerada inocente das acusações, em junho de 1893, mas o mistério sobre quem realmente cometeu os assassinatos permaneceu. Inclusive, acho que focar exclusivamente em Lizzie pode fazer com que outras possibilidades acabem sendo deixadas de lado. A investigação ocorreu dentro de uma sociedade do século XIX, com valores e preconceitos muito diferentes dos nossos, e Lizzie rapidamente passou a ser o principal alvo das suspeitas. Isso não quer dizer, por si só, que os investigadores tenham deliberadamente escolhido culpá-la por ser mulher, mas é impossível ignorar que ela foi julgada também dentro dos padrões sociais e morais de sua época. Um exemplo que sempre me chama atenção é o famoso vestido queimado. Hoje, olhando para a situação, parece extremamente suspeito que Lizzie tenha queimado uma peça de roupa apenas alguns dias depois dos assassinatos. Contudo, existe uma explicação apresentada por ela e por Emma; o vestido já estaria velho, sujo e manchado de tinta. Emma chegou a testemunhar que Lizzie havia dito que pretendia queimar o vestido e que ela própria respondeu que deveria fazê-lo. Alice Russell também declarou que viu Lizzie com a peça junto ao fogão e ouviu a explicação de que ela estava coberta de tinta. E há ainda outro detalhe que acho bastante curioso; a história dos panos ensanguentados encontrados no porão. À primeira vista, uma descoberta dessas poderia parecer extremamente suspeita, principalmente em uma investigação de assassinato. Entretanto, segundo os relatos que circulam sobre o caso, Lizzie teria explicado que aqueles panos estavam relacionados à sua menstruação, e não aos assassinatos. A história costuma ser apresentada como um exemplo de como algo que, fora de contexto, poderia parecer uma evidência incriminadora poderia possuir uma explicação completamente diferente. E acho interessante justamente porque também nos faz pensar no quanto o pudor da época poderia influenciar a maneira como certas questões eram tratadas, sobretudo quando envolviam o corpo e a intimidade de uma mulher. Isso não prova que o vestido não pudesse ter alguma relação com o crime, nem transforma automaticamente os panos em uma evidência de inocência. Mas mostra como uma mesma circunstância pode ser interpretada de maneiras completamente diferentes. Para a acusação, determinados comportamentos podiam parecer extremamente suspeitos; para a defesa, existiam explicações alternativas. E é justamente esse tipo de detalhe que me faz pensar que o caso não é tão simples quanto “Lizzie fez isso porque queimou o vestido” ou “encontraram algo com sangue, então certamente era dela”. E acho que é justamente aí que o caso fica interessante para mim. Com o passar de mais de cem anos, Lizzie Borden acabou se tornando uma espécie de "lenda histórica". E não digo “lenda” no sentido de que sua história seja inventada ou que ela não tenha existido. Digo no sentido de que sua história foi contada e recontada inúmeras vezes, por pessoas diferentes, em épocas diferentes e de maneiras completamente distintas. Uma pessoa contou o que ouviu; outra acrescentou sua própria interpretação; depois vieram livros, pesquisas, documentários, filmes e séries, e cada um acabou apresentando uma determinada versão dos acontecimentos. É quase como aquele telefone sem fio; a história original continua ali, mas, depois de passar por tantas pessoas durante mais de um século, é impossível saber o quanto permaneceu exatamente igual. E isso me faz pensar que talvez nunca consigamos separar completamente a Lizzie que realmente existiu da Lizzie que foi sendo construída pela imaginação das pessoas ao longo do tempo. Hoje temos a visão dos historiadores, as teorias de quem estudou o caso e, claro, as versões criadas pela cultura popular. Até a própria existência de livros e obras que apresentam interpretações diferentes demonstra como a figura de Lizzie continuou sendo reconstruída ao longo das décadas. A série que assisti apresenta justamente uma interpretação própria de Lizzie. Embora o roteiro exagere no drama em alguns momentos e tenha deixado de explorar o potencial icônico que o tribunal real oferecia, porque, sinceramente, aquele julgamento poderia ter rendido cenas maravilhosas, achei fascinante como a produção usou suas licenças criativas para preencher as lacunas daquilo que ninguém sabe ao certo. Um exemplo é o romance de Lizzie com a governanta, que funciona dentro da narrativa justamente como uma maneira de explorar uma parte da vida de Lizzie sobre a qual a produção decidiu imaginar mais. E, para mim, é aí que está a graça e, ao mesmo tempo, o perigo de uma série baseada em um caso histórico. Algumas coisas possuem registros e documentos; outras são interpretações; e outras são pura ficção. Quando não sabemos exatamente o que aconteceu, o roteirista ganha espaço para imaginar, mas nós, como espectadores, precisamos lembrar que aquilo continua sendo uma versão da história, e não necessariamente aquilo que aconteceu de verdade. No fim das contas, a verdade pode ter ficado perdida em algum lugar entre os fatos reais e todas as histórias que foram sendo contadas sobre aquela família. O julgamento acabou, Lizzie foi absolvida e a vida seguiu, mas o mistério permaneceu. E talvez seja justamente isso que faça o caso continuar tão fascinante até hoje; Bom o crime aconteceu há mais de cem anos, mas a história de Lizzie Borden continua sendo recontada, reinterpretada e discutida como se ainda estivéssemos tentando descobrir o que realmente aconteceu naquela casa.