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Todas as temporadas
Média
3,1
44 notas
5
1 crítica
4
4 críticas
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Ao assistir do primeiro ao último capítulo tive certeza absoluta que os autores e os realizadores desta série assistiram ou tiveram conhecimento do filme brasileiro QUE HORAS ELA VOLTA (Brasil, 2015), lançado há exatos 10 anos e que também demonstra não apenas uma migrante nordestina que abandona a própria filha para criar o filho de família endinheirada em São Paulo, quanto envolvimento sexual que poderíamos chamar de "abusivo".
Basta apenas trocamos o nordeste pelas Filipinas e São Paulo pela Dinamarca e o resto, spoiler: exceto os crimes (estupro e assassinato), que acontecem apenas na série dinamarquesa
, estará todo lá!
Há a "coisificação" de seres humanos, tornados análogos às máquinas de lavar ou aos aspiradores de pó, para facilitar a execução de tarefas domésticas por parte da classe média e da classe alta e que, uma vez que já não são mais necessários ou desejados, são sumariamente "descartados" spoiler: (ambas as domésticas, tanto a filipina quanto a nordestina, acabam sendo demitidas)
.
Há a equação onde a doméstica não apenas cria o filho da madame, quando a atenção, o carinho e a afetividade são "terceirizados", como também, levando às últimas consequências, como acontece na série dinamarquesa, spoiler: até mesmo o abuso sexual é naturalizado e invisibilizado.
Tanto o filme brasileiro quanto a série dinamarquesa (onde a exploração da mão de obra barata é justificada como se estivesse acontecendo uma espécie de "intercâmbio cultural" e onde as palavras "empregada doméstica" são substituídas pela pomposa expressão em francês "au pair") retratam o mais brutal e primitivo uso e abuso de seres humanos, análogo à escravidão, que é sacramentado inclusive por toda uma rede de proteção mútua, que é tanto jurídica quanto "social" (da comunidade dos iguais), por parte do mais poderoso, que sai ileso dos seus crimes, em relação ao mais vulnerável.
Basta apenas trocamos o nordeste pelas Filipinas e São Paulo pela Dinamarca e o resto, spoiler: exceto os crimes (estupro e assassinato), que acontecem apenas na série dinamarquesa
, estará todo lá!
Há a "coisificação" de seres humanos, tornados análogos às máquinas de lavar ou aos aspiradores de pó, para facilitar a execução de tarefas domésticas por parte da classe média e da classe alta e que, uma vez que já não são mais necessários ou desejados, são sumariamente "descartados" spoiler: (ambas as domésticas, tanto a filipina quanto a nordestina, acabam sendo demitidas)
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Há a equação onde a doméstica não apenas cria o filho da madame, quando a atenção, o carinho e a afetividade são "terceirizados", como também, levando às últimas consequências, como acontece na série dinamarquesa, spoiler: até mesmo o abuso sexual é naturalizado e invisibilizado.
Tanto o filme brasileiro quanto a série dinamarquesa (onde a exploração da mão de obra barata é justificada como se estivesse acontecendo uma espécie de "intercâmbio cultural" e onde as palavras "empregada doméstica" são substituídas pela pomposa expressão em francês "au pair") retratam o mais brutal e primitivo uso e abuso de seres humanos, análogo à escravidão, que é sacramentado inclusive por toda uma rede de proteção mútua, que é tanto jurídica quanto "social" (da comunidade dos iguais), por parte do mais poderoso, que sai ileso dos seus crimes, em relação ao mais vulnerável.
uma ótima minissérie, ótimo suspense, crítica social e um belo drama psicológico, a narrativa te envolve e te prende do começo ao fim, aborda temas como desigualdade social, racismo, abuso de poder e claro a exploração de trabalhadores imigrantes. Pelo jeito que terminou a série, ficamos na dúvida se irá ou não ter segunda temporada. Se você gostou dessa crítica, curta e siga meu perfil no adorocinema
A série é baseada em todos os clichês familiares possíveis: Filhos com pouca atenção e com diversos problemas comportamentais, falta de punição às familias com dinheiro, Bullying, celulares causando problemas na adolescência, tudo que possam imaginar mas mesmo assim, é uma boa série.
Uma primeira temporada promissora, com uma história intrigante, cheia de reviravoltas que finaliza com um gostinho insosso, com um gancho grande para uma próxima temporada.
Sou fã de séries nórdicas, mas achei que A Reserva ficou aquém do potencial que a premissa prometia. Não é uma série ruim — há momentos interessantes, especialmente nas críticas sociais sutis —, mas faltou densidade e ousadia para realmente se destacar. Esperava mais.
Muito bom, deixa o espectador preso, espero ter a 2° temporada
O lugar onde foi filmado é lindo, parece tirado de um livro
O lugar onde foi filmado é lindo, parece tirado de um livro
Simplesmente horrível, sem sentido, tipo a garota morre "Ruby", e a gnt fica esperando uma reviravolta, e simplesmente nada acontece com o assassino, que na vdd nem sabemos de fato quem foi. Mesmo no final indicando que seja a insuportável da Catarina. Afff perca de tempo. Horrível. Ultimamente tá difícil achar uma série boaaaaaa.
Série muito boa! A trama é interessante, os personagens bem desenvolvidos, tudo redondinho. Recomendo.
Realmente não sei para que colocaram um bebê na família,nunca tem alguém cuidando da criança.É ridículo demais..A bebe fica vários episódios sem aparecer sem que nem a mãe,pai ou a Angel estejam com boa com atores a abordagem.
spoiler:
Série sem graça, muito previsível e mostra uma protagonista fraca, egoísta e subserviente. Não gostei, perda de tempo
.
.
Gostei da série. Muito bem filmada e com sequência lógica sem falhas, o que é raro atualmente. Boas interpretações também. A ver.
Desfecho previsível. Final desprezível. Seria uma boa história, mas faltou bastante criatividade para se tornar um bom suspense. Não recomendo.
Mais um amontoado de clichês que se reserva o direito de ser muito ruim. Fora o “eixo do mal” (Oskar e família), todas as outras personagens são catatônicas ou idiotizadas, como se apenas quem exerce a coerção e a violência dispusesse de inteligência.
Uma boa série que prende a atenção do início ao fim.
Trata de um problema social que envolve a família inteira e com isso causando um problema social cada vez mais comum.
Só faltou ligar uma ponta que talvez fique para a próxima temporada.
Trata de um problema social que envolve a família inteira e com isso causando um problema social cada vez mais comum.
Só faltou ligar uma ponta que talvez fique para a próxima temporada.