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    Skin - À Flor da Pele: Conheça a história do filme baseado em fatos reais que estreia no Telecine
    Por Ygor Palopoli — 18 de jan. de 2021 às 19:00

    Filme conta a história real de ex-skinhead supremacista que conta com a ajuda de um ativista negro para abandonar sua antiga vida.

    Encontrar filmes capazes de questionar a contribuição do meio na formação do caráter e das inclinações do ser humano não é algo muito simples. Por exemplo: o que acontece quando um jovem criado por skinheads de comunidade supremacista branca decide mudar sua vida, virando as costas para todo o ódio e a violência que foi ensinado?

    Pois essa é a história do filme Skin - À Flor da Pele, que mostra a história de Bryon Widner, vivido por Jamie Bell, que cresceu aprendendo todos os preceitos cruéis e racistas de supremacistas brancos mas, com a ajuda de um ativista negro, resolve mudar de vida, mesmo que isso implique em colocar a própria vida em risco pela comunidade onde viveu por anos. 

    Pensando em falar mais a respeito do filme, o AdoroCinema trouxe uma lista de curiosidades que reforçam ainda mais a importância da obra, além de trazer algumas informações interessantes sobre os bastidores. Confira!

    A HISTÓRIA REAL de Skin

    Inspirado na história real de Bryon Widner, o filme retrata a vida do rapaz que aos 10 anos de idade perdeu a mãe e, sem nenhum rumo ou esperança, entrou para uma comunidade de skinheads. Aos poucos ele foi ganhando respeito e notoriedade por sua maneira sempre violenta de lidar com os outros casos.

    Sem mais ninguém no mundo para cuidá-lo, Bryon canalizou sua solidão em ódio e com o status que adquiriu, fundou o Vinlanders Social Club, um dos grupos supremacistas de maior crescimento nos Estados Unidos. No entanto, foi ao se tornar pai, em 2005, que ele finalmente entendeu o que significava amor e empatia e começou o desligamento total da vida que antes levava.

    CRAVADO NA PELE

    Escrito e dirigido por Guy Nattiv, o filme enfrentou diversas dificuldades para conseguir sair do papel, especialmente por sua temática e pelo orçamento limitado, que estava diretamente ligado a isso. 

    Um dos momentos mais marcantes dos bastidores foi quando o orçamento para refazer as tatuagens falsas no protagonista Jamie Bell acabou e o ator precisou passar meses usando as mesmas tatuagens no rosto que Bryon. Segundo ele, isso o fez sentir na pele (literalmente) a dificuldade de reintegração social do rapaz, já que ninguém queria sequer se aproximar dele em momento algum.

    PATROCÍNIO ANÔNIMO

    Falando nas tatuagens, em 2005, quando Bryon decidiu mudar de vida, suas marcas na pele ainda eram um tormento para que ele tentasse retornar à sociedade. O rapaz chegou a dizer que “jogaria ácido em todo o rosto” se fosse necessário para apagar os símbolos que fez ali, e entrou em depressão ao achar que jamais conseguiria consertar sua vida.

    Foi justamente quando conheceu um ativista negro interessado em ajudá-lo que ele voltou a ter esperanças na vida. Após diversas reuniões com outras pessoas do grupo anti-racista do qual o ativista fazia parte, eles decidiram que Bryon estava sendo sincero e arrependido, então encontraram um cirurgião disposto a remover as tatuagens: mas ainda faltava o dinheiro. 

    Surpreendentemente, um doador anônimo forneceu 35 mil dólares para a remoção, e nunca fez questão de se identificar, permanecendo até hoje o questionamento de quem teria feito este gesto nobre. 

    O melhor é que esta história pode ser conferida ao assinar o streaming do Telecine! Não se esqueça de que por lá novos assinantes têm 30 dias grátis para curtir mais de 2000 filmes de todos os estúdios de Hollywood. Que tal conferir esta trama real emocionante e inspiradora?

    *Publieditorial

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