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    Exclusivo: Bill Pullman explica por que Independence Day - O Ressurgimento tinha a pressão de superar o original
    Por Bruno Carmelo — 25 de jun. de 2016 às 13:45

    O ator também fala sobre política nos Estados Unidos e o uso de tecnologia alienígena.

    Em 1996, Independence Day foi um marco para o cinema de ficção científica, renovando o filme-catástrofe, lançando a carreira do diretor Roland Emmerich e conquistando a maior bilheteria do ano, com US$306 milhões arrecadados apenas nos Estados Unidos.

    Vinte anos mais tarde, a tecnologia mudou, as superproduções ocupam os cinemas todas as semanas, e a sequência Independence Day: O Ressurgimento aparece num momento em que o público já está acostumado a ver alienígenas e presidentes americanos em tramas de ação. Nesse contexto, como causar um impacto no público?

    O AdoroCinema foi buscar respostas com Bill Pullman, que interpreta o ex-presidente Whitmore na sequência. O simpático ator explica, em entrevista exclusiva, porque o segundo filme demorou tanto para existir, e justifica a importância de uma sequência em momentos políticos complicados como o nosso.

    Independence Day: O Ressurgimento está em cartaz nos cinemas de todo o Brasil.

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