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    Lucro do SeaWorld cai 84% - e documentário (ainda) pode ser o maior responsável
    Por Renato Hermsdorff — 10 de ago. de 2015 às 18:25

    Blackfish - Fúria Animal foi lançado em 2013.

    Há mais ou menos um ano, a direção do SeaWorld admitia que o lançamento de Blackfish - Fúria Animal (2013) afetou as vendas de ingresso do parque aquático. E, ao que tudo indica, o movimento continua caindo – muito provavelmente por causa do impacto do documentário ainda.

    De acordo com informações do jornal inglês The Guardian, a receita da companhia caiu de US$ 405 milhões para US$ 392 milhões entre o segundo semestre de 2014 e o mesmo período de 2015. Ok, pode não ser tanto, mas nesse intervalo, o lucro da companhia despencou, de US$ 37,3 milhões para “apenas” US$ 5,8 milhões, ou seja, uma queda de 84%. Isso representa uma perda de público estimada de cerca de 100 mil visitantes na comparação.

    A empresa alega “desafios da marca” para explicar a derrocada, mas desde que Blackfish estreou no Festival de Sundance em 2013, a empresa está mal na fita. O documentário de Gabriela Cowperthwaite narra como os animais são (mal)tratados nos parques SeaWorld, confinados a espaços bem menores do que os necessários.

    O filme, vencedor de mais de 12 prêmios, conta a trágica história da Orca Tilikum, que acabou matando três pessoas no parque temático, e também dá voz a ex-funcionários. Desde então, o parque perdeu mais da metade do valor de mercado em Wall Street – e demitiu o ex-CEO.



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