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    10 autores que não aprovaram a versão para o cinema de seus livros
    Por Renato Hermsdorff — 18 de jan. de 2015 às 09:55

    #xatiado

    Winston Groom / Forrest Gump – o Contador de Histórias (1994)

    “Jamais deixe alguém fazer um filme sobre a história da sua vida. Quer eles entendam ou não, não importa”. Assim, Winston Groom começa seu livro “Gump and Co” (1995), continuação de “Forrest Gump - O Contador de Histórias” (1986), obra que deu origem ao filme homônimo protagonizado por Tom Hanks, lançado em 1994. O autor ficou irritado com a forma como Hollywood tratou a história, omitindo certas tramas e suavizando as cenas de sexo e a linguagem. O desabafo faz parte de uma treta que chegou à instância judicial. Groom processou os produtores do filme para garantir a quantia equivalente a 3% do lucro líquido com a receita do filme – o que estava previsto em seu contrato, mas os executivos alegavam que, descontados os custos de produção e com publicidade, o filme não havia dado lucro. Em retaliação, Groom não foi mencionado em nenhum dos seis discursos de agradecimento pelos vencedores do Oscar daquele ano. Nem mesmo Hanks, que recebeu um cachê de US$ 20 milhões.

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