Este romance começou como fanfic e hoje tem milhões de leitores. O capítulo 16 virou assunto no TikTok do mundo inteiro
Victoria Fernandes
Victoria Fernandes
-Redatora
Apaixonada por histórias que unem emoção e estética. Ama romances de época e o charme do cinema francês. Fascinada por distopias e tudo que é cyberpunk. Defensora do cinema brasileiro e do que ele tem de mais humano, criativo e vibrante.

Uma doutoranda de Stanford, um professor temido e um beijo acidental que mudou tudo. O romance que conquistou o TikTok e os charts do New York Times.

A Hipótese do Amor é o romance de estreia de Ali Hazelwood. Fenômeno do TikTok que começou como uma fanfic de Star Wars, foi publicado no Brasil pela Editora Arqueiro com tradução de Thaís Britto. Ninguém precisou conhecer Rey e Kylo Ren para se apaixonar pela história — ela funciona sozinha.

Olive Smith, aluna do doutorado em Biologia da Universidade Stanford, acredita na ciência — não em algo incontrolável como o amor. Sem muitas opções, resolve inventar um namoro de mentira e, num momento de pânico, beija o primeiro homem que vê pela frente. O problema é que esse homem é Adam Carlsen, um jovem professor de prestígio — conhecido por levar os alunos às lágrimas.

A Hipótese do Amor

Editora Arqueiro

O capítulo 16 virou o mais comentado do BookTok por trazer a cena mais intensa do casal — e passou a funcionar quase como um código entre leitores: citar o número já diz tudo sem spoiler. O livro foi publicado pela primeira vez em setembro de 2021 pela Berkley Books, nos Estados Unidos, e se tornou best-seller do New York Times e uma febre no BookTok.

Ali Hazelwood é autora de comédias românticas em que as protagonistas são mulheres das áreas de ciências, tecnologia, engenharia e matemática. PhD em neurociência, ela também tem vários artigos publicados. Nascida na Itália, morou na Alemanha e no Japão antes de se estabelecer nos Estados Unidos.

Além de divertido e irresistível, o livro toca em temas sérios: aborda o assédio e o sexismo no meio acadêmico, principalmente nas áreas de pesquisa científica, ainda predominadas por homens cis brancos. São 336 páginas que passam voando — e deixam com vontade de mais.

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