Média
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Personagem carismática, a professora de primário Poppy faz de tudo para fazer as outras pessoas felizes e faz todo o tipo de piada e gracinha porque ela mesma deseja estar feliz o tempo todo. Morando aos 30 anos com uma amiga de longa data, ela renega os padrões convencionais que determinam o que seria uma vida feliz: casar, ter filhos, etc. Mais importante do que isso é tentar sempre melhorar o dia, nem que isso custe se aventurar pela discrição e mau humor das pessoas londrinas.
Uma professora primária chamada Poppy (vivida por uma excelente Sally Hawkins) que tenta viver sempre alegre não só consigo, mas também com os amigos e familiares e também tenta levar alegria aos desconhecidos que encontra em sua vida. É uma pessoa alegre por natureza e que tem como objetivo,traçado por ela mesma, levar alegria às pessoas que estão com problemas, mesmo que seja durante alguns poucos instantes. Muitas pessoas a acham louca por isso, já que na sociedade contemporânea cada vez mais as pessoas são mesquinhas, individualistas e egoístas. Um filme alegre, mas também duro. Reflexivo sobretudo sobre a natureza humana contemporânea. Um bom filme. nota: 8,0.
Quero assistir!
O roteiro de Mike Leigh não precisa de artifícios exagerados ou reviravoltas grandiosas para nos entregar uma bela e cativante história.
Nos deparamos também com uma bela e nostálgica trilha sonora.
Nessa comédia humana Sally Hawkins dá vida à Poppy, uma professora primária extremamente otimista. É um alto astral destacado inclusive por suas roupas sempre coloridas. Semelhante à Amélie Poulain de Audrey Tautou, a personagem de Hawkins quer ajudar todos à sua volta. Embora, diferente daquela francesa, isso não significa que a britânica deixa sua vida de lado. Muito pelo contrário, Poppy sabe viver.
No elenco destaque para Eddie Marsan que vive Scott, um instrutor de autoescola rabugento e dado a teorias da conspiração.
Poppy e Scott são os dois extremos de uma mesma moeda. Enquanto a positividade dela por vezes sufoca aqueles ao redor, a negatividade dele não é menos irritante.
Mas no fim das contas não importa o quão avoada e exagerada Poppy possa ser, você vai querer ser amigo dela também.
Nos deparamos também com uma bela e nostálgica trilha sonora.
Nessa comédia humana Sally Hawkins dá vida à Poppy, uma professora primária extremamente otimista. É um alto astral destacado inclusive por suas roupas sempre coloridas. Semelhante à Amélie Poulain de Audrey Tautou, a personagem de Hawkins quer ajudar todos à sua volta. Embora, diferente daquela francesa, isso não significa que a britânica deixa sua vida de lado. Muito pelo contrário, Poppy sabe viver.
No elenco destaque para Eddie Marsan que vive Scott, um instrutor de autoescola rabugento e dado a teorias da conspiração.
Poppy e Scott são os dois extremos de uma mesma moeda. Enquanto a positividade dela por vezes sufoca aqueles ao redor, a negatividade dele não é menos irritante.
Mas no fim das contas não importa o quão avoada e exagerada Poppy possa ser, você vai querer ser amigo dela também.
Simplesmente apaixonado pela protagonista.
Super alegre.
Super alegre.
Um filme interessante, simples, sem muitos atrativos no sentido mais apurado de quem gosta de cinema. A fotografia é razoável, com o ponto positivo de mostrar paisagens cotidianas com um toque de realismo revelado pela simplicidade. A estória em si mostra uma bela visão de mundo da personagem principal (Poppy) e que deixa uma sutil lição de vida como mensagem de amor pelas pessoas. Filme razoável, digno de ser visto. Bom entretenimento.
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