Festim Diabólico
Média
4,3
195 notas

27 Críticas do usuário

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6 críticas
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Elvira A.
Elvira A.

937 seguidores 266 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 3 de outubro de 2013
Uma obra filmada entre quatro paredes, em preto e branco, com poucos atores, mas capaz de prender a atenção do começo ao fim. Alfred Hitchcock foi o autor da façanha. James Stewart, Farley Granger ótimos.
Gabriella Tomasi
Gabriella Tomasi

128 seguidores 106 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de agosto de 2016
Este suspense é bastante simples, mas também muito inteligente e ousado. Filmado em um único ambiente, ele contém 8 cortes de aproximadamente 4 a 10 minutos cada, dando a impressão de um plano-sequencia. A montagem foi tão bem feita e os cortes foram tão bem disfarçados que parecemos estar vendo cenas em um único plano.

A direção de arte e fotografia é expressiva. Cores pálidas, mas com uma iluminação clara e uma janela enorme na sala principal que faz questão de mostrar o lapso temporal que transcorre durante o filme. Figurino, linguagem corporal (devido à excelente interpretação dos atores), a forma como os ambientes são montados (os livros, o luxo) e até os diálogos demonstram e evidenciam a alta sociedade, a intelectualidade, e a sofisticação, que, inclusive, dão sustentação à história.

A utilização de travellings para a horizontal e os diversos ângulos experimentados, na sua maioria planos médios e de meio primeiro plano, demonstram que, ao mesmo tempo em que somos inseridos no universo da perspectiva dos dois personagens principais, queremos manter uma relativa distância deles, pois não identificamos nem simpatizamos com o tamanho da perversidade de suas mentes.

O melhor de tudo, na realidade, é a forma como o suspense é trabalhado. Não é somente pela trilha diegética e o silêncio, mas é uma tensão criada pela própria narrativa. São planos detalhe que dão foco a objetos que, inicialmente podem parecer banais, mas fazem toda a diferença. É um livro, é um baú, é um chapéu, e principalmente uma corda, ou seja, constantemente somos introduzidos a novos elementos que podem ou não incriminar os assassinos.

E, por fim, o desfecho consegue ser visualmente muito bonito. Alfred Hitchcock é, de fato, o Mestre do Suspense.
Ygor Melo
Ygor Melo

10 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 31 de março de 2020
Em tempos recentes, os admirados da sétima arte se deslumbram com o plano sequência. Acreditam ser uma inovação dos tempos modernos, o surgimento de uma novíssima forma de eternizar os eternos no seus atos que os engarrafaram para a posteridade. Pobres coitados, mal sabem eles que a sua descoberta já estava em cursos há décadas... mas se serve de consolo, para suavizar o sofrimento dos ávidos admiradores da telona, essa técnica já era utilizada pelo mestre Alfred Hitchcock.
Em Festim Diabólico (1948), o mestre do suspense spoiler: nos leva para um apartamento em uma Nova York de fim de tarde e de súbito nos apresenta Brandon e Phillip matando David
. O choque inicial nos faz velejar sobre a trama sem a interrogação nas cabeças para quem assiste ''de quem'', mas sim, ''como isso vai se seguir?''. Como a história vai se desenrolar se já, desde o princípio sabemos quem são os criminosos?
A genialidade do mestre do suspense surge nesse ponto. Durante todo seu plano sequência, Hitchcock desenrola seus personagens e sua motivações, envolve questões de cunho filosófico e manipula o telespectador ao entregar pistas ao Rupert (personagem do James Stewart) e fazer com que pulemos do sofá a cada escorregada que os vilões cometem. Hitchcock realmente coloca todas as peças do seu xadrez nos locais certos, para que no momento certo e com o impulso correto, cada jogada derrube a presunção dos malfeitores.
O primeiro filme do grande mestre em cores nos faz sentirmos inquietos, não necessariamente pelo crime, mas pelo diálogos magistralmente escritos, pela película se desenrolar inteira em um único local, pela sapiência dos seus personagens e pela forma que, 72 anos depois, o mestre Hitchcock continua prendendo esses cinéfilos que até hoje se veem deslumbrados com um mero plano sequência.
Arthur
Arthur

8 seguidores 62 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
O primeiro filme colorido de Sir. Alfred, um clássico e uma história recheada e instigante, vale assistir principalmente pela atuação brilhante de James Stewart e é claro a direção excelente do mestre.
James Stewart
James Stewart

6 seguidores 16 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de fevereiro de 2012
...Filme muito bom, surpreendente por ser baseado em fatos reais.

...Notem o discurso final de Rupert, as palavras se envergonhando da própria teoria. Realmente é um final muito bem tramado...
Alexsander Platz Love Songs
Alexsander Platz Love Songs

3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de novembro de 2024
Na realidade os cortes eram feitos de 10 em 10 minutos para que se trocasse o rolo....Dizem que o filme ficou pronto em menos de 10 dias.
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