Festim Diabólico
Média
4,3
195 notas

27 Críticas do usuário

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6 críticas
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Marco
Marco

4 seguidores 35 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Um dos meu filme favoritos do diretor Alfred Hitchcock. Não pela grandiosidade. Pela sua desenvoltura num filme onde a trama é toda desenvolvida em um só cenário. O apartamento de dois jovens intrigantes. James Stewart em seu primeiro longa metragem dirigido pelo Mestre do Suspense está muito bem. O filme já foi citado em reportagem a respeito de DILATAÇÃO DO TEMPO. O fenomeno constatado pelos espectadores que tem a noção de que o filme é longo... quando tem pouco mais de uma hora. Esse fenomeno se deve em parte a mudança acelerada do horizonte ao fundo do cenário. Dando a impressão que a noite caiu normalmente. Quando isso foi acelerado... temos a noção de ter passado todo o tempo junto dos personagens acompanhando o pôr-do-sol em tempo normal...mas esse acontecimento é acelerado artificialmente. Assim iludindo o nosso relógio biológico. Além de um ótimo filme clássico é uma experiência ciêntífica rs Recomendo !
Stanley
Stanley

3 seguidores 14 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
mais um grande filme de Hitchcock, utilizando-se de uma de suas mais constantes caracteristicas, filmar em um so ambiente como cenario de seus filmes. Essa habilidade de manter o espectador atento ate o final, sem efeitos especiais, sem muitos recursos tecnologicos (a nao ser o total dominio da  camera) era uma das mais impressionantes qualidades deste que foi um dos mais geniais diretores do cinema. Neste filme tudo se passa em uma sala de um loft, onde dois amigos resolvem por pura maldade e preconceito, matar um terceiro amigo, considerado intelectualmente inferior, esconde-lo num bau e organizar uma festa com o cadaver escondido. O suspense decorrente dessa situacao e intenso e assustador, os dialogos ageis e inteligentes conduzem a historia ate  o seu final surpreendente.
Rogério Ramos
Rogério Ramos

20 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de dezembro de 2023
Clássico.
Suspense, Crime, Mistério...
Sem blá-blá-blá, e sem ficar fazendo avaliações.
Bom!
Recomendo.
kassem a
kassem a

3 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 24 de janeiro de 2023
spoiler: Frente a um assassinato, temos dois caminhos a percorrer; arrependimento, ou orgulho. Qual caminho cada qual seguirá dependerá de quem é essa pessoa. Em Festim Diabólico somos apresentados a dois protagonistas, e advinha...um arrependido e um orgulhoso. O tema central para alguns poderia ser o Assassinato, confesso que cogitei nessa ideia. Não a julgo errônea, mas acredito se tratar de uma coisa um pouco mais profunda; arte. A história, se você analisar com atenção, verá que gira em torno disso. O assassinato foi por essa razão, de certo modo. Sem contar os livros, a razão pela qual conseguiram substituir a mesa de jantar, para dar ao filme um humor digno de ser chamado "sádico". Porque essa obra é isso, meus amigos, sádico. O protagonista de James Stewart nos mostra esse adjetivo com clareza, ao se revelar com várias tramas calculadas para colocar seus convidados em situações peculiares e de tensão. Ele soa como psicopata, um homem inseto de sentimentos, mas que se ama como nunca. O seu professor, um personagem que desde o início é dito como a única pessoa que o James ajoelha perante seus pés, é super parecido com ele. O olhar, o andar, o charme, o sarcasmo e alguns pensamentos; aquele é o homem que fez do James, o James. E o filme nos entrega isso aos poucos, sem pressa, é um olhar de admiração aqui, ali e pronto; James se espelha naquele homem. E esse fato ainda é corroborado no final, quando o próprio James admite ter assassinado o David por conta do pensamento do professor. E cá entre nós, que pensamento... Como fiquei feliz em ver o sr. Kently o acusando de pensar como Hitler, porque ele é. Essa cena reflete exatamente o conceito de "banalização do mau" de Hanna Harent. Ele está tão alienado com sua visão, que não consegue enxergar a semelhança do seu pensamento com um ditador que ELE concorda ser um idiota maniaco. Isso, meus amigos, resume boa parte dos "bons cidadãos". E claro, com a cena final, vemos o professor admitir está errado. O que pensamos agora, no conforto, e o que pensamos perante nossas convicções não são - normalmente - iguais. O radical, quase sempre só é assim porque não viu na prática. O racista só racista porque nunca sofreu racismo. Voltado um pouco a parte técnica,outra prova da genialidade do Alfred é colocar takes longos. Muitos longos. Para dar um ar de realidade a cena. E cara, eu confesso que não funcionou muito comigo porque eu fiquei simplesmente abismado ao ver cenas de 12-20 minutos serem conduzidas sem corte. E a atuação dos personagens...incrivel. Por fim, queria apenas elogiar duas cenas; a do dialogo do frango, que - ao meu ver - foi uma das que mais gostei. Nós sabemos, dois deles sabem, um desconfia, e o resto não faz ideia; mas todos julgam a cena como peculiar. É muito bom ver isso dando tão certo. A personalidade dos personagens conversando de forma tão...clara. O orgulhoso brinca e ri, o arrependido se estressa e chora. Lindo, meus amigos, lindo. A segunda cena é da Mrs. Wilson arrumando a mesa dos livros. Quando nos tocamos e percebemos o que está prestes a aconeter, somos tomados por uma subida ansiedade. E por mais que a cena fosse um suspense vago, ela nos lembra do perigo que está ali dentro. E de repente, se aproximar de lá soa...mais perigoso. No fim, ame a historia. Perfeita.
spoiler:
Alexsander Platz Love Songs
Alexsander Platz Love Songs

3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de novembro de 2024
Na realidade os cortes eram feitos de 10 em 10 minutos para que se trocasse o rolo....Dizem que o filme ficou pronto em menos de 10 dias.
Daniel Cunha Moüta-Vieira
Daniel Cunha Moüta-Vieira

2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de maio de 2020
A insinuação homossexual em NADA altera o enredo do filme. Que diferença faz a opção sexual dos assassinos ?! E que importância isso tem pro desenrolar do filme ? NENHUMA, Fora isso um excelente filme que nos leva a olhar pra dentro de nós mesmos e fazermos uma auto-análise de até que ponto essa teoria de "superior/inferior seja pretexto para que alguém seja assassinado. E termino reiterando que a opção sexual dos assassinos em NADA tem a ver com a trama do filme. A opção sexual de cada um é problema de cada um e isso não muda em NADA no filme !
Lívia
Lívia

2 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Com certeza um dos melhores filmes deHitchcock. É um filme que só ele poderia fazer, localizando-se apenas no local do crimee numa situação que cria aflição no espectador. O que acaba provando que apenas poucosatores e uma situação comum no cinema, o assassinato, pode ter uma dimensão enorme nasmãos de Hitchcock. Os diálogos são incríveis e o suspense no ar até o clímax final,o personagem de James Sterwart é sensacional. Mais interessante é que ele não é longoe cansativo como "O homem que sabia demais", sem tirar os méritos desse outro."
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