O Mundo Perdido - Jurassic Park: Críticas - Página 4
O Mundo Perdido - Jurassic Park
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Fabiano O.
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4,0
Enviada em 11 de março de 2015
Comparado ao magnífico Parque dos Dinossauros, O Mundo Perdido fica em uma consideravelmente atrás. Mas isso não tira os méritos do filme que nos mostra mais uma vez como a busca pra obter o lucro sempre se sobrepõe a tudo, como no caso de tentar abrir um novo parque mas desta vez dentro de San Diego, trazendo os dinos da Ilha Nublar. Efeitos especiais de excelente nível mais uma vez, atuações convincentes (mesmo que muitos sintam a falta, inclusive eu, de Sam Neill no papel de Alan Grant) e história envolvente e que diverte independente da hora do dia, O Mundo Perdido é mais dos trabalhos muito bem feitos de Spielberg, mesmo que não seja uma obra-prima como o primeiro filme. ☆☆☆☆ é a nota perfeita para este filme.
Esse é o pior da trilogia,com uma história mais fraca do que os outros.O filme não tem o Alan do primeiro filme,pra mim foi o que pesou,não acresentou em nada ao filme a ida do dinossauro a cidade,esse filme é muito fraco não recomendo,mais o 1 e o 3 eu recomendo.
Senti falta do Sam Neil, o longa não deixou de ser bom mas a presença dessa personagem fez falta e também acho que os dinossauros, que são o foco da atração, deveriam aparecer mais vezes. Entretanto nada tira o brilhantismo da obra.
Novamente Spielberg conseguiu manter o mesmo nível do primeiro. O problema foi a perca da tal "originalidade". Cenas como a do T-Rex na cidade, deu uma desanimada, apesar de ser boa. É um filme um pouco cansativo, mas tem lá de suas grandes qualidades. A cena quando o T-Rex ataca o trailer, por exemplo, foi excepcional. Efeitos especiais continuam de primeira.
Inferior ao seu antecessor, como era esperado, porém com efeitos visuais bons assim como aconteceu com o primeiro; mas com respeito a história o filme deixou a desejar bastante, não diria uma catástrofe mas uma decepção, principalmente com o Spielberg na direção!
Filme mediano. Tem seus bons e maus momentos, mas a maioria são momentos ruins. Um dos fatores que utilizo para avaliar um filme é sua "assistibilidade", digamos assim. Posso ter assistido um filme várias vezes, se eu for vê-lo novamente, tenho que conseguir assistí-lo inteiro, me empolgar e ao terminar o filme preciso considerá-lo bom como se tivesse assistido pela primeira vez. O Mundo Perdido - Jurassic Park não faz parte deste grupo de filmes. Quando o assisti pela primeira vez eu gostei. No entanto hoje, se eu for assistí-lo não consigo ver mais do que 20 minutos de filme. É um filme tediante, cansativo e possui uma estória pouco atrativa. Comparado ao primeiro filme, os efeitos especiais são muito inferiores e ruins: abusam de cenas escuras e noturnas para "encaixar" os efeitos especiais. Nas cenas em que os tiranossauros estão atacando os sobreviventes no acampamento, nota-se claramente que os dinossauros não são reais. Assim como na cena em que os velociraptors atacam Malcom e sua filha nas instalações, dá para ver que os raptors são de computação gráfica. A cena em que a filha de Malcom usa um movimento de ginástica para golpear o velociraptor é ridícula. Eu achei muito interessante a ideia de levar o dinossauro para a cidade, no entanto, no filme, as cenas não ficaram muito boas e acho que poderiam ter sido melhor exploradas.
Ficou fraco, o primeiro filme foi muito superior. Quem já leu o livro sabe que esse filme deturpou muito a obra, pois tem cenas que na realidade deviam estar no primeiro filme (Jurassic Park 1993) e não no segundo (The Lost World 1997). spoiler: Hammond, que era o dono do parque devia estar morto, a Ingen devia estar completamente falida e fechada pois é assim que ocorre no livro. As expedições na ilha sorna tinham objetivos diferentes, uma expedição era com o Malcolm mesmo, mas ele não leva a filha dele(filha que não existe no livro) e os objetivos são um pouco diferentes. A outra expedição era de pessoas ligadas a companhia Byosin, antiga rival da Ingen e não queriam capturar dinossauros vivos e levá-los pra cidade, queriam roubar os ovos dos dinossauros para cloná-los de maneira mais fácil que a falida Ingen. Nenhum dinossauro é levado para dentro da cidade, aliás, a cena mais detestável (aliás, a única cena detestável) do filme ocorre justamente quando o tiranossauro fica solto na cidade... Outra coisa diferente é que no livro, nem a mídia e nada no mundo (exceto pessoas ligadas ao incidente na ilha Nublar, a empresa Ingen e os rivais da mesma) tinha conhecimento da catástrofe que havia ocorrido no primeiro parque dos dinossauros, pois tudo era mantido em sigilo. Sem contar que no filme ainda falta a discussão filosófica sobre extinção das espécies, antiética na bioengenharia, fechando a história com um discusso clichê sobre preservação da "reserva biológica" dos dinossauros da Ingen no sítio "B" (ilha sorna)... Ademais, os assuntos éticos e filosóficos ligados a engenharia genética são abordados brilhantemente no livro. Recomento mais ler o livro, infinitamente melhor...
Dinossauros no cinema, o que podia acontecer... sucesso de bilheteria e aclamação do público. Mas para mim nada de sensacional. Steven Spielberg tenta fazer grandes produções, e se acha um visionário, mas não curto muito o diretor. Prefiro o nem tanto simples Martin Scorsese. Atuações fracas, roteiro, não existe, trilha sonora marcante, mas é uma grande produção então REGULAR.
Cara, Steven Spielberg sabe realmente como fazer um filme *-* o cara se garante, nao tenho nem palavras... spoiler: a unica coisa que nao gostei foi o T-Rex na cidade ¬¬ aquilo acabou com o final do filme '-'
Excelente! Esta segunda parte baseada no livro "O Mundo Perdido" de Michael Crichton consegue manter o mesmo nível e ser tão bom quanto o primeiro. Ao comentarmos de Jurassic Park a primeira coisa que nos vem à cabeça são imagens do primeiro filme que realmente marcou o cinema e conquistou milhões de fãs ao redor do planeta. Porém este segundo apresenta também grandes e marcantes cenas.
Este segundo livro começa quando o milionário John Hammond descobre que no sítio B onde os dinossauros foram criados, outra ilha perto da onde os acontecimentos do primeiro filme se passaram, ainda havia algumas espécies vivas. Ele resolve então enviar uma equipe para ver se era possível montar um novo parque no local mas sem cometer erros anteriores. Ele chama então um dos cientistas do primeiro filme, o Dr. Ian Malcolm para fazer parte da equipe. Para ele não recusar a oferta ele antes manda a namorada paleontóloga dele para o local. Ao mesmo tempo um outro grupo liderado pelo sobrinho ganacioso de Hammond, também chega ao local com o objetivo de capturar os animais para que fossem levados para San Diego, já que sderia mais viável levar os animais às pessoas do que pessoas irem à Iha. Depois de ataques dos dinossauros e acidentes, os grupos perdem seus equipamentos de comunicação e tentam ficar à salvo dos ataques.
Este filme possui as mesmas características do original, nos propiciando boas falas de humor novamente proferidas na maioria da svezes pelo personagem Ian Malcolm. Além disso o suspense, medo nunca estiveram tão presentes em mais uma grande aventura. A ótima fotografia de Janusz Kaminski, mais escura e assustadora com cenas predominantemente noturnas e com chuva como no filme original, aliado à direção de arte, trilha sonora do mestre John Williams e o som impecáveis complementam na criação do suspense.
Curiosamente notamos facilmente aqui a influência do clássico King Kong em várias referências. Um dos navios atracados nas docas de San Diego chamava-se "The Venture", o mesmo que trouxe o gigante gorila para a América. Outro ponto é que após uma grande aventura no habitat da criatura, ela é capturada e levado à América para ser explorada comercialmente pelo homem, e assim como King Kong, chega de navio. Durante o filme percebemos uma cena em que a filha de Ian Malcolm fica com Eddie Carr em uma estrutura suspensa no alto, com a cena ficando bem parecida coma cena do sacrifício da tribo da ilha para King Kong. E é claro não poderia faltar a cena em que a "fera" se liberta e sai pelas ruas da cidade causando pânico. Ainda no porto percebemos o dinossauro fazendo grande barulho com a vista dos prédios à sua frente, parecendo a cena de Kong em cima do prédio no final do filme, dando o contraste perfeito da atualidade com um ser que viveu Há 65 milhões de anos. Ainda na escapada, o T-Rex sai causando destruição e pânico pelas ruas, assim como quando Kong consegue se livrar das correntes que o prendiam. A diferença é que o animal não foi morto, apenas recapturado e enviado de volta à Ilha.
As semelhanças em várias cenas com o clássico dos anos 30 são evidentes e usadas com competência na fórmula deste roteiro mais uma vez bem adaptado por David Koepp, um dos colaboradores mais atuantes atualmente com Spielberg. A história condensa em pouco mais de duas horas uma boa história e que nem percebemos passar de tão bem que fluiu. É importante citar aqui também as ótimas cenas desta produção como as cenas de perseguição em meio à mata da ilha, assim como a cena da queda do trailer no penhasco, a cena do ataque dos dinossauros na central de comunicação, a invasão do barco descontrolado no porto da Ingens, como toda a sequência final do dinossauro causando alvoroço em San Diego, com destaque para cena do garoto e de seus pais percebendo o gigante em seu jardim.
Mais uma vez ressalto as boas presenças de Jeff Goldblum, Julianne Moore e Vince Vaughn, além das participações pequenas mas especiais de Richard Attenborough, Joseph Mazzello e da já adolescente e belíssima Ariana Richards. Infelizmente, em especial as crianças, tiveram nada mais do que uma frase logo no início do filme. A sensação que fica é que poderiam aparecer mais, porém deve-se entender que este filme / livro pertencia de fato à outros protagonistas. Cito também a pequena participação da ainda criança Camila Belle na cena de abertura em que ela é atacada por vários dinossauros menores. Negativamente destaco Vanessa Lee Chester, que interpretou a filha do personagem de Goldblum. Ela realmente não tem boa atuação, se expressão e carisma algum, conseguindo ser uma das personagens mais chatas e desnecessárias dos últimos tempos.
Mais uma vez temos um show de efeitos especias, que juntos aos bonecos eletrônicos, nos passando a exata sensação de temor pelos dinossauros, que conseguiram manter o ótimo nível do filme antecessor. A direção de Spielberg é como sempre evidente nas cenas megalomaníacas e com extremas qualidade. Mais um clássico dirigido pelo mestre do cinema. O filme segue bem a fórmula do original e após quatro anos de espera temos uma continuação digna e do mesmo nível! Aventura imperdível, um clássico assim como o filme de 1993!
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