Os últimos anos da vida de Ian Curtis (Sam Riley), vocalista da lendária banda inglesa Joy Division. Curtis, que teve uma trajetória curta e intensa, ficou famoso por seu talento de letrista e por suas performances épicas à frente da banda. Sofrendo com os ataques de epilepsia, sem saber como lidar com o seu talento e dividido entre o amor por sua mulher e filha e um caso extraconjugal, ele se enforcou em 18 de maio de 1980, aos 23 anos.
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Filme muito bom em preto e branco q dá pra ter uma boa ideia do talentoso legado da banda Joy Division e seu performático e muito jovem vocalista! Uma pena ter sido tragado pelo dragão da mais profunda ilusão tão cedo e de modo tão inevitável!
Critkurtclass!
Critkurtclass!
Amo Ian Curtis, mas esse foi o pior filme que eu já vi. Indignadíssima com a retratação de um astro tão importante da música sendo feita dessa maneira. Diálogos macarrônicos, péssima retratação feminina, sem nenhuma e absolutamente nenhuma profundidade. Cenas de sexo sem contexto. Figuração estereotipada do gênio romântico mimado. Narrativa do filme é rasa, não tem desenvolvimento de nenhum personagem com a profundidade merecida. ...
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Roteiro alterado
O roteiro do filme foi escrito em forma de flashback. Posteriormente, o diretor alterou a ordem, pois acreditava que a história de Ian seria mais emocionante cronológicamente.
Aprendendo as canções
Como as canções do Joy Division são bem simples, os atores que interpretam os integrantes da banda aprenderam a tocá-las. As cenas vistas no filme são com os próprios atores tocando e cantando.
Aulas de guitarra
James Anthony Pearson aprendeu a tocar guitarra em dois meses.
curiosidades
Nacionalidades
EUA,
Reino Unido,
Japão,
Austrália
Distribuidor
-
Ano de produção
2007
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
7 curiosidades
Orçamento
4 500 000 USD
Idiomas
Inglês
Formato de produção
-
Cor
Preto & Branco
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-