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Isis Lourenço
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772 críticas
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3,5
Enviada em 5 de setembro de 2016
O filme retrata de forma fiel o duplo preconceito que o protagonista sofre,é angustiante e triste ver o que ele passa e como o mesmo lida de forma tranquila e complacente,algumas partes são chatas e o filme parece se arrastar,ao assistir prefira legendado pois a dublagem é horrível.
É um filme claro,tão bem interpretado,com um Hanks brilhante e um Washington enérgico,Filadélfia emociona por tratar com extrema sensibilidade e seriedade a AIDS.
Assunto dramático,tratado com seriedade por Tom Hanks e Denzel Washington. "Filadélfia" começa perfeitamente bem.Mostra a cidade lentamente,acompanhado pela bela canção de Bruce Springsteen,que merecidamente leva o Oscar de Melhor Canção. Hanks merecidamente também leva sua estatueta para casa por Melhor Ator.Um trabalho brilhante,que trouxe o ator para os dramas da vida,o tirando de comédias quase que esquecíveis.
-Filme assistido em 11 de Dezembro de 2015 -Nota 8/10
Filadélfia mudou a minha vida. Uma obra clássica, que me fez refletir sobre as atitudes humanas. Com um tema já pesado, spoiler: homoxessual morrendo de AIDS acho muito difícil não emocionar até os '' mais machões''. A ultima cena, spoiler: onde monstra filmagens da infância do Andrew Beckett- os vídeos são da infância do Tom Hanks - chorei demais. A todos que gostam de cinema, é quase obrigação assistir a este filme.
Polêmico ao tratar o tema da Aids e do homossexualismo. Tom Hanks é o personagem que contrai tal doença e que é homossexual, é demitido por seus empregadores por esse motivo, assim entrando em um julgamento que abre precedentes, juntamente com seu advogado que não gosta de gays. Ótimas interpretações e bem feito.
é incrível como rever um filme que fala dos preconceitos da época pode reabrir grandes discussões na atualidade e toda a a sociedade UE evolui com essa realidade
Como um filme marca época? Como faz para ser lembrado? Ou, que seja referência no assunto que aborda? É simples, é só entendermos e identificarmos o assunto do filme e a época de sua produção. É correto perceber a junção desses dois elementos. Por exemplo, Filadélfia aborda o homossexualismo e Aids. Batido? Não na década de 90. Auge desses dois assuntos. Isso mostra e relevância do assunto na sua época.
O preconceito e a discriminação vêm embutidos neste filme, é quase impossível deixar de lado nessas circunstâncias. Além de o assunto ser pertinente, a forma com que o diretor direciona o filme em relação às questões pequenas ou com menos foco e encaminha para outras questões maiores e mais relacionadas dentro do mesmo assunto, é brilhante e merecida do sucesso que teve.
No todo, o filme não mostra grandes cenas de preconceito explicito, mas nas pequenas falas e movimentações, faz com que, para quem assiste, entenda o preconceito implícito. Só basta querer enxergar.
Como por exemplo, no tribunal, algumas falas podem nos remeter ao que era dito na época, preocupações de alguns personagens como o advogado Joe Miller poderia ser a preocupação de várias outras pessoas na época. É assim que compreendemos melhor sobre determinado assunto, através de um filme que nos choca com a realidade. É se ver na tela e ver seu preconceito exposto.
É nos detalhes que vemos como é grande esse filme. Nas interpretações de Denzel e Tom e como é mostrada a evolução dos dois personagens. Um querendo se esconder, mostrando algo que não é, para uma sociedade onde ela não é aceito, o outro sendo a sociedade como um todo, desde suas virtudes e princípios até seus medos e dúvidas. E os dois caminham para uma evolução e para um denominador comum.
Portanto, o filme Filadélfia se mostra cada vez mais pertinente numa sociedade que ele ajudou a combater, mas ainda não conseguiu derrotar. Se mostrar importante ainda pela burrice de vários outros tantos que acham que ele é apenas um filme sobre um certo julgamento.
Filadélfia ressalta o verdadeiro preconceito contra homosexuais (não o vitimismo que impera hoje em dia na nossa sociedade), quando o advogado Andrew Beckett sofre uma demissão de justa causa quando na verdade a advocacia fez uma fraude para esconder o real motivo: ele ser portador do vírus da AIDS. Sozinho e sem muitas provas concretas, Andrew recorre ao seu maior adversário, Joe Miller, um preconceituoso homem em relação aos gays mas que aceita o caso para que cumprisse o seu próprio bordão, que era de ajudar todos os tipos de pessoas. Mas conforme o tempo passa, os dois criam um laço mais profundo e vai deixando de lado seu preconceito ao conhecer melhor Andrew e sua família, que o amava sem se importar com sua opção sexual. Tom Hanks com uma bela atuação que, mesmo que achasse que Liam Neeson deveria ter levado por sua performance em A Lista de Schindler, ficou em ótimas mãos e fez sim por merecer. E outro destaque vai para Denzel Washington por uma atuação brilhante como Joe Miller, e que merecia ter sido pelo menos indicado para a premiação também. Filadélfia retrata o que realmente deve ser falado e também sobre a verdadeira justiça que deve ser feita, além de ser comovente e emocionante.
Simplesmente um filme onde você para, reflete e vê que o preconceito esta além da cor. Esta em qualquer coisa que foge fora do "normal", e mostra como as pessoas se esquecem que todos são seres humanos e todos tem direitos e todos tem capacidade. A vida é dura, mas nunca se cale e seja oprimido. Lute pelos seus ideias
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