Zona de Perigo
Média
3,6
52 notas

4 Críticas do usuário

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Jorge Eduardo M.
Jorge Eduardo M.

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4,0
Enviada em 17 de outubro de 2020
Um otimo filme policial, onde vimos a inveja e uma série de crimes cometidos, para atingir o policial invejado, com uma reviravolta extraordinária no final. Uma ótimo roteiro, ótimas atuações, muito recomendável.
anônimo
Um visitante
5,0
Enviada em 1 de junho de 2014
Boa noite à todos(as) do AdoroCinema!
Esse filme é demais.
O policial Tom Hardy (Bruce Willis) é rebaixado por desacatar uma autoridade durante a investigação sobre a morte do seu pai: Lt. Vince Hardy (John Mahoney). Alguns anos depois,uma nova série de crimes tem início em Pittsburg. Portanto, o policial Hardy (Willis), sabe que o mesmo serial killer está de volta, e quem paga pena pela morte do seu pai não é o homem culpado e sim um homem inocente!
Eu acho esse filme sensacional, um tremendo suspense!
Eu adoro filmes desse tipo, policial e suspense, não dá para tirar os olhos da tela!
Se você ainda não viu ZONA DE PERIGO, assista, porquê é excelente!
Abraços
Carlos Taiti Yaguinuma
Carlos Taiti Yaguinuma

64 seguidores 566 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 11 de abril de 2026
Zona de Perigo

Lançado em 1993, com aproximadamente 101 minutos de duração, Striking Distance (conhecido no Brasil como Zona de Perigo) é um thriller policial que mistura ação e investigação com um pano de fundo emocional marcado por culpa, trauma e desconfiança.

Estrelado por Bruce Willis no auge de sua popularidade, o filme ainda traz uma curiosidade interessante: a presença de Sarah Jessica Parker em um papel bem diferente do que viria a consagrá-la anos depois.

 Principais atores e personagens
Bruce Willis — Tom Hardy
Sarah Jessica Parker — Jo Christman
Dennis Farina — Nick Detillo
Tom Sizemore — Danny Detillo
 Estória

A trama acompanha Tom Hardy, um detetive marcado por sua obsessão em capturar um serial killer que atua dentro de sua própria cidade — e, pior, dentro do próprio sistema policial.

Ao denunciar que o assassino poderia ser um policial, Tom acaba sendo desacreditado e afastado da corporação, sendo rebaixado a uma função marginal como guarda fluvial. Esse exílio profissional reflete também seu colapso pessoal: um homem que perde não apenas o respeito dos colegas, mas também a fé na instituição que jurou proteger.

A história se aprofunda quando tragédias pessoais entram em cena. A morte de seu pai — também policial — e o suicídio de seu amigo de infância Jimmy criam rachaduras irreversíveis em seu passado.

Anos depois, um novo serial killer surge, agora com um padrão perturbador: suas vítimas são mulheres ligadas a Tom. O caso deixa de ser apenas uma investigação — torna-se pessoal, íntimo e obsessivo.

À medida que Tom mergulha novamente nesse pesadelo, a verdade emerge de forma cruel: o assassino não é apenas alguém próximo… mas alguém que ele acreditava já estar morto. E pior, um segredo encoberto por seu próprio pai.

 Reflexão sobre o filme

Zona de Perigo tenta ir além de um simples filme policial. Existe aqui uma tentativa clara de explorar o lado psicológico de um homem quebrado, alguém que vive entre o dever e a culpa.

Bruce Willis entrega uma atuação sólida dentro do seu estilo — o típico protagonista endurecido, sarcástico e emocionalmente reprimido. Já Sarah Jessica Parker surpreende ao trazer leveza e humanidade em meio ao clima pesado da narrativa.

O grande problema do filme está na sua previsibilidade estrutural. Embora a revelação final tenha impacto, o caminho até ela segue fórmulas já bastante conhecidas do gênero.

Ainda assim, o filme tem méritos: a ambientação urbana, especialmente nas cenas fluviais, cria uma identidade visual interessante, e a tensão se mantém constante, mesmo sem grandes reviravoltas.

É um filme que funciona, mas não se arrisca.

⭐ Avaliação final

Zona de Perigo é um thriller competente, sustentado pelo carisma de Bruce Willis e por uma trama que, embora previsível, consegue prender a atenção.

Não é um clássico do gênero, mas também não decepciona totalmente — é aquele filme que cumpre seu papel, sem deixar uma marca profunda.

 Nota final: 6 / 10
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 881 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 4 de maio de 2026
Zona de perigo é um filme de ação policial, que contou com a direção e roteiro de Rowdy Herrington. Na trama, acompanhamos o ex-detetive Tom (Bruce Willis) que está convencido que o seu pai ( tbm policial) foi assassinado por um serial killer. Com o caso já encerrado e o suposto assassino preso, Tom, que agora virou um policial da zona costeira, passa a investigar sozinho, enquanto novos assassinatos semelhantes continuam acontecendo e com pista cada vez mais próxima a ele. O filme foi massacrado na época pela crítica, mas foi até bem em bilheteria. Ainda tem a curiosidade de tanto Bruce Willis quanto o diretor não terem tantas lembranças boas do filme. Considerando um filme dispensável em suas carreiras. O filme é mais daqueles de ação bem genéricos, mas cumpre bem o seu papel de entreter. Ao menos temos algo novo em filmes do tipo, que é a inovação de seu ambiente : um rio. Boa parte das cenas de ação se passam dentro do rio ( com boas cenas de perseguição), pois Tom, ao ser afastado fica sendo um tipo de policial de elite do rio junto com a sua nova parceira Jo (Sarah Jessica Parker). É fato que a fama de Tom não é das melhores pois além de ter dedurado o seu parceiro e amigo de infância Jimmy (Robert Pastorelli), tbm costuma ser mulherengo. Tal fato, acaba ligando ele aos novos assassinatos, na medida que suas ex acabam sendo mortas. Mesmo assim, o filme vai se perdendo em clichês rasos do gênero. A direção nao soube dosar bem o humor no filme, colocando em momentos de tensão e acaba tirando todo o suspense. As cenas noturnas no rio sao as melhores, pois evoca uma atmosfera de opressão. Bruce Willis carrega o filme com seu carisma habitual e frases de efeito. Existe um falta de química com sua parceira, o que atrapalha na ideia de romance de ambos, parecendo algo super artificial. No mais, é um filme que tem cara de final de domingo, algo que passaria num Domingo Maior, no começo dos anos 2000.
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