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Jorge Eduardo M.
115 seguidores
368 críticas
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4,0
Enviada em 17 de outubro de 2020
Um otimo filme policial, onde vimos a inveja e uma série de crimes cometidos, para atingir o policial invejado, com uma reviravolta extraordinária no final. Uma ótimo roteiro, ótimas atuações, muito recomendável.
Boa noite à todos(as) do AdoroCinema! Esse filme é demais. O policial Tom Hardy (Bruce Willis) é rebaixado por desacatar uma autoridade durante a investigação sobre a morte do seu pai: Lt. Vince Hardy (John Mahoney). Alguns anos depois,uma nova série de crimes tem início em Pittsburg. Portanto, o policial Hardy (Willis), sabe que o mesmo serial killer está de volta, e quem paga pena pela morte do seu pai não é o homem culpado e sim um homem inocente! Eu acho esse filme sensacional, um tremendo suspense! Eu adoro filmes desse tipo, policial e suspense, não dá para tirar os olhos da tela! Se você ainda não viu ZONA DE PERIGO, assista, porquê é excelente! Abraços
Lançado em 1993, com aproximadamente 101 minutos de duração, Striking Distance (conhecido no Brasil como Zona de Perigo) é um thriller policial que mistura ação e investigação com um pano de fundo emocional marcado por culpa, trauma e desconfiança.
Estrelado por Bruce Willis no auge de sua popularidade, o filme ainda traz uma curiosidade interessante: a presença de Sarah Jessica Parker em um papel bem diferente do que viria a consagrá-la anos depois.
Principais atores e personagens Bruce Willis — Tom Hardy Sarah Jessica Parker — Jo Christman Dennis Farina — Nick Detillo Tom Sizemore — Danny Detillo Estória
A trama acompanha Tom Hardy, um detetive marcado por sua obsessão em capturar um serial killer que atua dentro de sua própria cidade — e, pior, dentro do próprio sistema policial.
Ao denunciar que o assassino poderia ser um policial, Tom acaba sendo desacreditado e afastado da corporação, sendo rebaixado a uma função marginal como guarda fluvial. Esse exílio profissional reflete também seu colapso pessoal: um homem que perde não apenas o respeito dos colegas, mas também a fé na instituição que jurou proteger.
A história se aprofunda quando tragédias pessoais entram em cena. A morte de seu pai — também policial — e o suicídio de seu amigo de infância Jimmy criam rachaduras irreversíveis em seu passado.
Anos depois, um novo serial killer surge, agora com um padrão perturbador: suas vítimas são mulheres ligadas a Tom. O caso deixa de ser apenas uma investigação — torna-se pessoal, íntimo e obsessivo.
À medida que Tom mergulha novamente nesse pesadelo, a verdade emerge de forma cruel: o assassino não é apenas alguém próximo… mas alguém que ele acreditava já estar morto. E pior, um segredo encoberto por seu próprio pai.
Reflexão sobre o filme
Zona de Perigo tenta ir além de um simples filme policial. Existe aqui uma tentativa clara de explorar o lado psicológico de um homem quebrado, alguém que vive entre o dever e a culpa.
Bruce Willis entrega uma atuação sólida dentro do seu estilo — o típico protagonista endurecido, sarcástico e emocionalmente reprimido. Já Sarah Jessica Parker surpreende ao trazer leveza e humanidade em meio ao clima pesado da narrativa.
O grande problema do filme está na sua previsibilidade estrutural. Embora a revelação final tenha impacto, o caminho até ela segue fórmulas já bastante conhecidas do gênero.
Ainda assim, o filme tem méritos: a ambientação urbana, especialmente nas cenas fluviais, cria uma identidade visual interessante, e a tensão se mantém constante, mesmo sem grandes reviravoltas.
É um filme que funciona, mas não se arrisca.
⭐ Avaliação final
Zona de Perigo é um thriller competente, sustentado pelo carisma de Bruce Willis e por uma trama que, embora previsível, consegue prender a atenção.
Não é um clássico do gênero, mas também não decepciona totalmente — é aquele filme que cumpre seu papel, sem deixar uma marca profunda.
Zona de perigo é um filme de ação policial, que contou com a direção e roteiro de Rowdy Herrington. Na trama, acompanhamos o ex-detetive Tom (Bruce Willis) que está convencido que o seu pai ( tbm policial) foi assassinado por um serial killer. Com o caso já encerrado e o suposto assassino preso, Tom, que agora virou um policial da zona costeira, passa a investigar sozinho, enquanto novos assassinatos semelhantes continuam acontecendo e com pista cada vez mais próxima a ele. O filme foi massacrado na época pela crítica, mas foi até bem em bilheteria. Ainda tem a curiosidade de tanto Bruce Willis quanto o diretor não terem tantas lembranças boas do filme. Considerando um filme dispensável em suas carreiras. O filme é mais daqueles de ação bem genéricos, mas cumpre bem o seu papel de entreter. Ao menos temos algo novo em filmes do tipo, que é a inovação de seu ambiente : um rio. Boa parte das cenas de ação se passam dentro do rio ( com boas cenas de perseguição), pois Tom, ao ser afastado fica sendo um tipo de policial de elite do rio junto com a sua nova parceira Jo (Sarah Jessica Parker). É fato que a fama de Tom não é das melhores pois além de ter dedurado o seu parceiro e amigo de infância Jimmy (Robert Pastorelli), tbm costuma ser mulherengo. Tal fato, acaba ligando ele aos novos assassinatos, na medida que suas ex acabam sendo mortas. Mesmo assim, o filme vai se perdendo em clichês rasos do gênero. A direção nao soube dosar bem o humor no filme, colocando em momentos de tensão e acaba tirando todo o suspense. As cenas noturnas no rio sao as melhores, pois evoca uma atmosfera de opressão. Bruce Willis carrega o filme com seu carisma habitual e frases de efeito. Existe um falta de química com sua parceira, o que atrapalha na ideia de romance de ambos, parecendo algo super artificial. No mais, é um filme que tem cara de final de domingo, algo que passaria num Domingo Maior, no começo dos anos 2000.
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