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Cid V
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614 críticas
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3,5
Enviada em 25 de agosto de 2025
O Demônio (Järrel) em conversa privada com o Conde de Rochefoucauld (Funkquist) e o Marquês de Marcopanza (Sjöberg), quer saber o motivo para o surgimento de um terçol em seu olho. Eles acabam lhe relatando que trata-se de um fato insólito na Terra: uma jovem está em vias de se casar virgem. Após pensar em algumas opções para que se concretize o defloramento da moça, o demônio acredita que o nome mais indicado seja o de Don Juan (Kulle), incitando o último a conquistar a jovem donzela sueca, Britt-Marie (Andersson). Escoltado pelo fiel escudeiro Pablo (Lagerwall), Don Juan é transportados para a Terra.
Na verdade, "O Olho do Diabo" é um filme pretensioso que mais promete do que entrega e se torna rapidamente previsível, como na sequência final, na qual vemos o filho "herdando" o lugar do pai na seita de fanáticos. Nada de novo e, como eu já disse, muita pretensão. Melhor mesmo é ver Déborah Kerr em "Os Inocentes" (1961) de Jack Clayton- esse sim um suspense de alto nível- e David Niven ao lado de Marlon Brando em "Dois Farristas Irresistíveis" (1964) de Ralph Levy, comédia que foi o único filme que motivou Brando a acordar todos os dias com vontade de ir filmar - o único filme- palavras do próprio Brando na entrevista à Playboy em 1979 e que ele reafirmou na sua autobiografia de 1994, "Canções que Minha Mãe me Ensinou". Já a infeliz Sharon Tate era belíssima, mas totalmente inexpressiva (como disse um crítico na época do lançamento de "O Olho do Diabo".
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